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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

Rembrandt van Rijn, The Anatomy Lesson of Dr Nicolaes Tulp, 1632

13.12.18
      Rembrandt van Rijn, The Anatomy Lesson of Dr Nicolaes Tulp, 1632Foi com este célebre quadro que Rembrandt se apresentou, e se afirmou, em Amesterdam. Para além de outros detalhes, os alunos deixaram de estar alinhados e o olhar divergia: para o professor, para o livro aberto, para o objecto de estudo e até para a "objectiva". E claro: todos estavam iluminados.Museu Mauritshuis, Haia,2ª edição

Os títulos e a escola

14.09.18
   Os órgãos de comunicação social (OCS) usam títulos "pouco rigorosos" para captar audiências ou servir agendas (veja-se o recente caso OCDE). Mas não são só os OCS. Os programas escolares, e de outras áreas, obviamente, caem em algo semelhante no uso mediático. Por exemplo: títulos que incluam Sucesso Escolar, Inclusão ou Flexibilidade Curricular, são, desde logo, irrefutáveis. Mesmo quem desconheça os conteúdos, usará politicamente os "troféus" ou, no caso (...)

localizar aprendizagens essenciais?!

09.09.18
   Decorre mais uma tentativa de institucionalizar a antiga interdisciplinaridade. Não há nada de novo, nem sequer no universo vocabular. Há quase um século que a "escola" percebeu essa necessidade. Se compararmos com as recentes "reformas" anteriores - 1992 (área-escola) ou 1998 (área de projecto) - esta é menos "ousada" por receios financeiros. Esperava-se que se aprendesse com as componentes críticas anteriores: hiperburocracia, consubstanciada em inutilidades (...)

A trilogia de Centeno: lapso por desatenção, conversão ou taticismo?

29.08.18
  Há uma dicotomia no aproveitamento europeu dos impérios: Grécia, Itália, Espanha e Portugal (nem todos na mesma escala) não mantiveram muitas das riquezas materiais até à actualidade; pelo contrário, Holanda, Bélgica, Noruega, Reino Unido, Suécia, Alemanha e França (e ainda a Suiça e o Luxemburgo) mantêm os domínios essenciais. E não basta olhar para a bandeira das multinacionais europeias bem sucedidas. Há ainda negócios de biliões que passam pela energia e existem (...)