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Correntes

em busca do pensamento livre

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Dos Modismos no Escolar

04.11.19
      Fui parar a uma entrevista de Agosto de 2016 de quem coordenou o perfil do aluno no final do 12º ano.  Regressei, pela enésima vez, a este post.  Começa assim:  A febre reformista no sistema escolar em Portugal não é nova: é mesmo imparável. O que é engraçado, e com o passar do tempo, é que vemos recuperar ideias antigas como se de grandes (...)

reedição da série "Tijolos do Muro"?

10.09.18
            (a rubrica "tijolos do muro" insere-se numa temática mais vasta a que o correntes se tem dedicado)       Relatório.     Avaliação externa às escolas portuguesas promovida pelo Ministério da Educação.   Dimensão: organização e gestão escolar.   Domínio: sistemas de informação.   Indicador: registo das faltas dos professores.   Informação obtida:   Escola A: (...)

dos modismos e do perfil do aluno

20.07.18
        Fui parar a uma entrevista de Agosto de 2016 de quem coordenou o perfil do aluno no final do 12º ano.   Lembrei-me deste post.   Começa assim:     A febre reformista no sistema escolar em Portugal não é nova: é mesmo imparável. O que é engraçado, e com o passar do tempo, é que vemos recuperar ideias antigas como se de grandes novidades (...)

reformas e remédios (1) - a pensar no perfil do aluno do século XXII

16.03.18
   A febre reformista no sistema escolar em Portugal não é nova: é mesmo imparável. O que é engraçado, e com o passar do tempo, é que vemos recuperar ideias antigas como se fossem novidades. Parece um percurso circular. Escrevia, algures em 1998, uns textos para uma revista sobre educação e o coordenador pediu-me que inscrevesse algumas ideias sobre reformas. Lembrei-me dos remédios. Fui ler a literatura do “Benuron” - medicamento para todas as dores e para todas as (...)

da subtracção

12.01.18
        O tratamento da informação no sistema escolar não se adequa à sociedade da informação e do conhecimento. Está longe disso. Grande parte da informação obtida não é relevante para o processo de tomada de decisões, nem contribui para que os professores, principais fornecedores de informação, concentrem a energia na preparação e realização das actividades lectivas. Exige-se a alteração do que existe. Os sistemas de informação necessitam de uma grande (...)

da desconfiança como herança (pesada); e em modo irónico

07.08.17
        A desconfiança nos professores, que se instituiu em má burocracia, começou há mais de uma década, mas disseminou-se a partir daí. O "eduquês organizacional" alimentou-se também do modo digital. Os ficheiros que circulam nas redes escolares são intratáveis e atingirão valores não mensuráveis. Aquele anúncio da PT, que afirmava a capacidade em sediar na Covilhã toda a informação do planeta, não considerou o MEC e o sistema escolar.   A cultura (...)

Da subtracção (operação tão digna como as outras)

18.10.16
      O tratamento da informação no sistema escolar não está adequado à sociedade da informação e do conhecimento. Está muito longe disso. Grande parte da informação obtida não é relevante para o processo de tomada de decisões, nem contribui para que os professores, principais fornecedores de informação, concentrem a energia na preparação e realização das actividades lectivas.   Exige-se a alteração do que existe. Os sistemas de informação necessitam de (...)

Mais do que simplificar, trata-se de eliminar

12.10.16
      "Há escolas que querem lançar na plataforma digital as actas das eleições dos delegados de turma e dos representantes dos encarregados de educação. Fazem isto porquê e para quê?", dizia-me o impaciente programador de uma empresa de software escolar. E tem razão para a saturação. Este é um bom exemplo, entre dezenas, da falta de confiança na palavra dos professores que gera hiperburocracia e burnout. Durante décadas houve delegados de turma e representantes dos (...)

Os 5 minutos escolares e os "Maluquinhos de Arroios"

23.09.16
        A profissão de professor é, de longe, a mais escrutinada em Portugal. Até o verniz da bancocracia estalar de vez, era a culpada pelo estado da nação. A devassa permitiu tudo.   Uma hora escolar foi de 50 minutos durante décadas. No final do milénio passado, a duração passou para 45 ou 90. Ou seja: a redução de 50 para 45 originou um imbróglio lusitano de 5 minutos (...)