Em busca do pensamento livre.

Segunda-feira, 18.12.17

 

 

 

"(...)A História distingue-se da Pré-História quando começou a informação escrita. Acho que daqui a 100 anos as pessoas vão olhar para trás e dizer que até ao segundo milénio estávamos na Pré-História. O que sabemos dos gregos é o que Heródoto e mais alguns escreveram. Mas só agora estamos finalmente a registar tudo e vai ser possível compreender muito melhor o presente.(...)"

 

 

Pedro Domingos, Revista do Expresso 

de 13 Agosto de 2016:23

Autor de "The Master Algorithm"

2ª edição



publicado por paulo prudêncio às 18:31 | link do post | comentar | partilhar

Sexta-feira, 30.12.16

 

 

 

"(...)A História distingue-se da Pré-História quando começou a informação escrita. Acho que daqui a 100 anos as pessoas vão olhar para trás e dizer que até ao segundo milénio estávamos na Pré-História. O que sabemos dos gregos é o que Heródoto e mais alguns escreveram. Mas só agora estamos finalmente a registar tudo e vai ser possível compreender muito melhor o presente.(...)"

 

 

Pedro Domingos, Revista do Expresso 

de 13 Agosto de 2016:23

Autor de "The Master Algorithm"



publicado por paulo prudêncio às 11:50 | link do post | comentar | partilhar

Sábado, 13.08.16

 

 

 

 

"(...)A História distingue-se da Pré-História quando começou a haver informação escrita. Acho que daqui a 100 anos as pessoas vão olhar para trás e dizer que até ao segundo milénio estávamos na Pré-História. O que sabemos dos gregos é o que Heródoto e mais alguns escreveram. Mas só agora estamos finalmente a registar tudo e vai ser possível compreender muito melhor o presente.(...)"

 

 

Pedro Domingos, Revista do Expresso

de 13 Agosto de 2016:23

Autor de "The Master Algorithm"

 



publicado por paulo prudêncio às 17:55 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Sexta-feira, 25.12.15

 

 

 

Simplificação, acesso à informação, melhor gestão do tempo e por aí fora são ideias associadas ao desenvolvimento tecnológico. Apesar de tanto avanço, impressionam as dificuldades criadas no uso de aparelhos triviais. Ligar um televisor com uma "box", o que exige dois comandos, tornou-se uma aventura. O antigo On/off, seguido dos botões dos canais e do volume, foi substituído por um comando para o televisor destinado à busca do canal (que nem sempre é o mesmo) que "vê" a box, deixando o som num volume que permita uma boa audição quando se usar o segundo comando: o da box. Uma simples troca de comandos pode deixar o utilizador à deriva. 



publicado por paulo prudêncio às 18:25 | link do post | comentar | partilhar

Segunda-feira, 17.03.14

 

 

 

 

 

O ambiente de sociedade de informação nas organizações escolares deve incidir na simplificação dos procedimentos informacionais que envolvem os professores e os restantes profissionais.

 

Se isso acontecer, está dado um primeiro e fundamental passo para que as tecnologias e o software só entrem nas salas de aula de forma sensata e com alergia aos modismos.

 

"O criador da Siri, a aplicação que serve de assistente pessoal no iPhone e que a Apple comprou por 200 milhões de dólares, veio a Portugal dar conselhos de empreendedorismo" e apresentou a seguinte conclusão:

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 09:27 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Quinta-feira, 13.03.14

 

 

 

 

Os efeitos da utilização das tecnologias por parte das crianças, e mesmo pelos adultos, claro, é um assunto que está longe de muitas certezas. Prevalece, como sempre, a ideia da sensatez. Todavia, há uma óbvia alteração de comportamentos que merece discussão.

 

Neste blogue, encontrei o seguinte:

 

 

 

 

As 10 razões, que pode ler com detalhe no link indicado, são as seguintes:

 

 

1 . Crescimento rápido do cérebro           

 

2 . Atraso no desenvolvimento

 

3 . Epidemia de obesidade           

 

4 . Privação do sono           

 

5 . Doença Mental           

 

6 . Agressão

 

7 . Demência digital

 

8 . Vícios           

 

9 . Emissão de radiação

 

10 . Insustentável           

 

 

O post vem acompanhado da seguinte tabela:

 

 

 

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 18:09 | link do post | comentar | partilhar

Domingo, 27.10.13

 

 

 

 

 

 

 

 

"(...)Temos então saudade de um cérebro desligado, de acesso restrito, mais lento e reflexivo, que se demorava em leituras e olhares em imagens singulares e isoladas. Um cérebro que se esforçava num lugar, aquele lugar, onde se deixava ficar, fixando as suas rugosidades. Certamente que não perdemos este cérebro. Encontramo-lo quando saímos da rede durante algum tempo, que tem que ser muito, ou quando aprendemos a viver em dois mundos. Resta saber guardar o mais importante."







publicado por paulo prudêncio às 09:47 | link do post | comentar | ver comentários (7) | partilhar

Sábado, 05.10.13

 

 

 

 

 

 

 

 

...e Steve Balmer chorou



"Os gurus da tecnologia adquirem com o tempo e o sucesso uma aura que vai para lá da imagem do empresário bem sucedido. Aquilo que fazem quando inventam novos produtos informáticos em particular não é só da ordem do consumo e da economia. Marca uma posição no espectro das possibilidades de estar-no-mundo. Isto é, diz respeito à forma como construímos uma existência, no que está implicada a política, mas também as imagens que projetamos do futuro que supostamente queremos ter.


O desenvolvimento de produtos Apple ou Microsoft, por exemplo, criou autênticos estilos de vida e mesmo formas de organização que tiveram grandes implicações em termos materiais e simbólicos. Materiais, porque lançou tecnologias que trouxeram para o dia-a-dia modos de agir que antes não existiam: o computador pessoal, as janelas no ecrã, o ecrã-computador (tablet). Simbólicas, porque forjou visões do mundo que geraram identificações específicas em massa: uma vida original e de vanguarda, um uso distintivo, ainda que comum. Os conteúdos que enformaram estas construções são variáveis dependendo do produto e do público de que estejamos a falar.


A personagem de Steve Jobs da Apple é claramente o melhor exemplo de um guru que incentiva esta dinâmica. Mas, claro, de uma forma diferente, também o são Bill Gates da Microsoft e Mark Zuckerberg do Facebook. Qualquer um deles impressiona porque enriqueceu de uma forma rápida a partir de muito trabalho e do sucesso comercial, mas também de uma visão que projeta novas vivências. Portanto, esse enriquecimento liga-se a uma ideia para o futuro. Muitas vezes tratam-se de pequenas coisas na história da humanidade; contudo, no presente difundem-se em massa e dão notoriedade tremenda a uma perspetiva que começa por ser de imaginação. Recentemente, Steve Ballmer anunciou a sua saída da Microsoft. Foi suficiente para que uma comunidade o ouvisse na sua última prédica emocionado. Também um discurso de Steve Jobs na universidade de Stanford teve efeito semelhante. Sobretudo depois da sua morte, quando esse mesmo discurso fazia uma catarse da vida.

Há aqui uma relação direta entre utopia, tecnologia e economia, confluindo numa espécie de existencialismo tecnofílico. Diz respeito a indivíduos que se destacam por se empenharem em encontrar para os outros novas configurações tecnológicas, recebendo em troca reconhecimento e dinheiro. Este esforço vê na tecnologia uma salvação individual, como negócio, e coletiva, como produto de massas. Projeta-se na máquina o homem que a inventa, não como imitação, mas como continuidade partilhada. Há muito que está lançada a "grande transformação" ou a "mobilização total". Está nas mãos das empresas e de inventores-empresários que passam bem por sacerdotes."






publicado por paulo prudêncio às 15:20 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Sábado, 29.06.13

 

 

 

 

 

Um IPAD por aluno pode ser um projecto interessante, mas tem riscos e o principal pode estar na concentração. Um aluno com um aparelho ligado à rede terá tendência para se dispersar e prestar menos atenção ao que se passa na sala de aula.

 

 

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 12:06 | link do post | comentar | partilhar

Quarta-feira, 03.04.13

 

 

 

 

Não encontrei o autor, mas não resisti.





publicado por paulo prudêncio às 09:00 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Quinta-feira, 22.12.11

 

 

Há quem afirme que nos próximos cinco anos a tecnologia vai ser capaz de ler a mente através dum software que criará, por exemplo, passwords com o recurso ao ADN. Poderemos levantar dinheiro (se ainda houver, claro) ou marcar um número de telefone com a força do pensamento. Há um mar de questões que se levantam e que devem ser discutidas.

 

IBM: cinco previsões para os próximos cinco anos

 

 

gigante tecnológica norte-americana acaba de anunciar cinco previsões para os próximos cinco anos. As passwords e o spam têm os dias contados. Será possível controlar o telemóvel com a mente, assegura.

 



publicado por paulo prudêncio às 18:25 | link do post | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Sexta-feira, 26.08.11

 

 

 

 

Comprei o meu primeiro Apple por volta de 1987 e fiquei rendido. Na primeira noite fiz uma directa a descascar o inigualável sistema operativo e nunca mais mudei. Mais tarde, em 1991, conheci a base de dados Filemaker, da família do sistema operativo, e integrei-a como um pilar profissional. Devo à visão de Steve Jobs estes quase 25 anos de satisfação com as tecnologias de informação e espero prolongar. Desejo-lhe uma vida longa e cheia.

 

Encontrei algumas citações interessantes:


“Ser o homem mais rico do cemitério não me interessa… Ir para a cama à noite a pensar ‘hoje fizemos algo maravilhoso’… Isso é que é importante para mim.”

“Sê a bitola da qualidade. Algumas pessoas não estão habituadas a um ambiente em que a excelência é expectável.”


“Porquê alistarmo-nos na marinha se podemos ser piratas?” 

“É a inovação que distingue um líder de um seguidor.”

“Quase tudo – as expectativas dos outros, todo o orgulho, todo o receio de nos envergonharmos ou o medo de falhar – desaparece perante a morte, deixando-nos apenas com aquilo que verdadeiramente importa. Lembrarmo-nos de que vamos morrer é a melhor maneira de evitarmos pensar que temos alguma coisa a perder. Se estamos completamente nus, não há razão nenhuma para não seguirmos o nosso coração.”

“O teu tempo é limitado, por isso não o gastes a viver a vida de outra pessoa. Não caias na armadilha do dogma, que é viver de acordo com os resultados do pensamento de outras pessoas. Não deixes que o barulho criado pela opinião dos outros silencie a tua voz interior. E, acima de tudo, tem a coragem de seguir o teu coração, a tua intuição. Por uma razão qualquer, eles já sabem o que tu queres ser. Tudo o resto é secundário.”

“Na altura não pensei assim, mas ser despedido da Apple foi a melhor coisa que me podia ter acontecido. O peso do sucesso deu lugar à leveza de estar a começar outra vez, com menos certezas sobre as coisas. Libertou-me para entrar num dos períodos mais criativos da minha vida.”




publicado por paulo prudêncio às 10:06 | link do post | comentar | ver comentários (8) | partilhar

Quinta-feira, 03.03.11

 

 

 

 

 

Pode saber mais aqui.



publicado por paulo prudêncio às 14:07 | link do post | comentar | partilhar

Sexta-feira, 25.06.10

 

 

A Apple continua em crescendo. A empresa de maçã prossegue a sua saga tecnológica. Desta vez é a nova versão do célebre Iphone. Vale a pena conhecer os detalhes.

iPhone 4 esgota no Japão em poucas horas após lançamento

 




publicado por paulo prudêncio às 15:00 | link do post | comentar | partilhar


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Autor:
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