Estava uma noite fria, ontem, quarta-feira. Chegámos ao estacionamento mais próximo da lavandaria do hospital termal e quase que não havia carros. Eram nove horas e o teatro começava às nove e trinta. Entrámos na sala - éramos uns quinze, se tanto -, uns minutos antes do começo da peça e ficámos no centro da primeira fila. Os actores já estavam no palco. El(l)a, a mãe, já muito velha, estava silenciada em frente a um televisor - a mesma causa para o parco número de (...)