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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Do Risco e das Utopias

23.08.22, Paulo Prudêncio
Com todos os riscos de quem retira do contexto uma passagem, não resisto a citar Ulrich Beck (2015:22) "Sociedade de risco mundial - em busca da segurança perdida", Lisboa, Edições 70, "(...)o risco constitui o modelo de percepção e de pensamento da dinâmica mobilizadora de uma sociedade, confrontada com a abertura, as inseguranças e os bloqueios de um futuro produzido por ela própria e não determinada pela religião, pela tradição ou pelo poder superior da natureza, mas que (...)

Revoluções e Evaporações

15.05.22, Paulo Prudêncio
Sociólogos da educação desenharam, na primeira década do milénio, uma revolução nas escolas portuguesas inspirada na estrutura vertical da organização militar. A aplicação dessas teses noutras organizações do mundo do trabalho provocou convulsões inimagináveis que resultaram em precariedade e burnout e noutros fenómenos sociais, e até psiquiátricos, graves. Está documentado. Mas os revolucionários escolares teimam em não assumir o desaire. É estranho; e é pena (...)

A Pandemia Está Dentro Do Prazo

01.12.21, Paulo Prudêncio
Antes do mais, é notória a impaciência pandémica em paralelo com o sentimento de indiferença que se iniciou antes da pandemia. Aliás, as democracias ocidentais debatem-se com problemas críticos anteriores à Covid-19: aumento da abstenção e crescimento das forças autoritárias pela sobreposição das políticas extractivas em relação às inclusivas. O ambiente que se seguiu à crise de 2007 (que foi originada por décadas de mercados desregulados e paraísos fiscais) terá um (...)

A Escola Faz um Retrato à Saúde, à Democracia ou a Ambas?

05.10.20, Paulo Prudêncio
“Nada foi feito para durar. Vivemos em tempos líquidos cheios de sinais confusos, propensos a mudar com rapidez e de forma imprevisível.” Se as ideias de Zygmunt Bauman (1925-2017) já se aplicavam à escola da sociedade pré-covid, então retratam na perfeição o clima das “salas de aula” nas fases já vividas da covid-19. Repare-se que mesmo nas décadas do tempo sólido, em que para que todas as escolas abrissem em Setembro bastavam listas das turmas e horários, (...)

Revoluções

19.02.20, Paulo Prudêncio
Sociólogos da educação desenharam, na primeira década do milénio, uma revolução nas escolas portuguesas inspirada na estrutura vertical da organização militar. A aplicação dessas teses noutras organizações do mundo do trabalho provocou convulsões inimagináveis que resultaram em precariedade e burnout e noutros fenómenos sociais, e até psiquiátricos, graves. Está documentado. Mas os revolucionários escolares teimam em não assumir o desaire. É estranho; e é pena (...)

Das Revoluções (das escolares também)

28.07.19, Paulo Prudêncio
  Sociólogos da educação desenharam, na primeira década do milénio, uma revolução nas escolas portuguesas inspirada numa estrutura vertical ao jeito da organização militar. A aplicação dessas teses noutras organizações do mundo do trabalho provocou convulsões inimagináveis que resultaram em precariedade e burnout e noutros fenómenos sociais, e até psiquiátricos, graves. Está documentado. Mas os revolucionários escolares teimam em não assumir o desaire. É estranho; (...)

Da sociometria e da mesa negocial

21.07.18, Paulo Prudêncio
      Preferência, rejeição e indiferença são as três escolhas que iniciam os estudos das relações de grupo. O estatuto menos desejável é a indiferença. No caso dos professores, não é saudável que a indiferença se estabeleça em relação aos actores da mesa negocial.  

das utopias e do risco

01.01.18, Paulo Prudêncio
      Com todos os riscos de quem retira do contexto uma passagem, não resisto a citar Ulrich Beck (2015:22) "Sociedade de risco mundial - em busca da segurança perdida", Lisboa, Edições 70,   "(...)o risco constitui o modelo de percepção e de pensamento da dinâmica mobilizadora de uma sociedade, confrontada com a abertura, as inseguranças e os bloqueios de um futuro produzido por ela própria e não determinada pela religião, pela tradição ou pelo poder superior da (...)

Das utopias e do risco

25.10.17, Paulo Prudêncio
        Com todos os riscos de quem retira do contexto uma passagem, não resisto a citar Ulrich Beck (2015:22) "Sociedade de risco mundial - em busca da segurança perdida", Lisboa, Edições 70, "(...)o risco constitui o modelo de percepção e de pensamento da dinâmica mobilizadora de uma sociedade, confrontada com a abertura, as inseguranças e os bloqueios de um futuro produzido por ela própria e não determinada pela religião, pela tradição ou pelo poder superior da (...)

do risco e das utopias

02.01.17, Paulo Prudêncio
      Com todos os riscos de quem retira do contexto uma passagem, não resisto a citar Ulrich Beck (2015:22) "Sociedade de risco mundial - em busca da segurança perdida", Lisboa, Edições 70,   "(...)o risco constitui o modelo de percepção e de pensamento da dinâmica mobilizadora de uma sociedade, confrontada com a abertura, as inseguranças e os bloqueios de um futuro produzido por ela própria e não determinada pela religião, pela tradição ou pelo poder superior da (...)

sociedades de risco

21.02.16, Paulo Prudêncio
      Com todos os riscos de quem retira do contexto uma qualquer passagem, não resisto a citar Ulrich Beck (2015:22) "Sociedade de risco mundial - em busca da segurança perdida", Lisboa, Edições 70,   "(...)o risco constitui o modelo de percepção e de pensamento da dinâmica mobilizadora de uma sociedade, confrontada com a abertura, as inseguranças e os bloqueios de um futuro produzido por ela própria e não determinada pela religião, pela tradição ou pelo poder superior (...)

Sociedades atrasadas são mais desconfiadas

21.06.15, Paulo Prudêncio
      E quais são as instituições mais confiáveis nas sociedades mais atrasadas? As religiosas, diz o estudo do Público do passado fim de semana, e as da alta finança, digo eu e já explico.   Na página 15 da revista, e citando Pedro Magalhães, lê-se que "para pessoas como Putnam, a origem deste capital tem a ver com as instituições políticas no passado serem mais ou menos centralizadas, hierarquizadas, autoritárias; quanto mais, maiores os padrões de desconfiança". (...)

dos reconhecimentos

19.06.14, Paulo Prudêncio
              Os professores portugueses reconhecem com facilidade as figuras retratadas no texto.       "(...)O socioeconomista von Hayek (Frederich A. von Hayek, "La Route de la servitude" (PUF, 1993)) observa que o poder que emana de um particular expressamente determinável - de um "tirano" - se torna rapidamente odioso, e certamente bastante mais insuportável do que as pressões exercidas por uma entidade anónima e não localizada - uma opinião pública ou um (...)

da lei de ferro das oligarquias e da crise da democracia

25.04.14, Paulo Prudêncio
          É indisfarçável: qualquer troca de opiniões sobre política tem conclusões comuns: os poderes financeiro, económico, comunicacional e tecnológico apoderaram-se da democracia e os políticos profissionais já nem se caracterizam pelo apego primeiro à cor partidária: sobrepõe-se o interesse pessoal.   No dia 22 de Abril de 2014 viajei de automóvel entre as Caldas da Rainha e Lisboa e ouvi na antena 2uma entrevista a um recém-doutorado (pareceu-me que se (...)