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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

das vacinas

23.04.17
   O "caso sarampo" evidenciou o intolerável julgamento popular (o desrespeito por quem perde um filho) a par da sociedade ausente que remete para a escola-armazém um caderno de encargos impossível de cumprir (o controle rigoroso das vacinas obrigatórias deve ser feito pelo SNSaúde onde estão registados todos os cidadãos).  

do desinvestimento nos serviços públicos

29.05.16
   Há umas duas décadas alastrou-se aos serviços públicos a primazia da ideia de negócio. A gestão foi o primeiro objectivo. A alegação repetida com critério: eliminação do corporativismo e do despesismo. A agenda mediática introduziu impedimentos para o exercício dos cargos: médicos a gerir hospitais, juízes a gerir tribunais, professores a gerir escolas, bancários a gerir bancos, engenheiros a gerir a EDP, a PT ou obras públicas e por aí fora. Quem seriam, (...)

Dos monopólios privados e do fim do segundo PREC

11.04.15
   "Diminuíram as camas nos hospitais públicos, mas isso não significa redução da despesa porque aumentámos muito as camas privadas financiadas pelo Estado", confessou um dos SE da saúde num fórum TSF durante a semana. Esta constituição de monopólios privados que capturaram o Estado foi também desenhada para a Educação. O que acabei de escrever dá razão à (...)

estado social ao fundo?

18.02.15
   A actual maioria, e de resto o arco dos poderes europeus no que levamos de milénio, fez o que estava ao alcance, e até para lá disso, para diminuir o estado social e favorecer os tais um por cento que não param de se endinheirar (claro que há uns quantos que caíram em desgraça). É factual e não adiantam meias-palavras: puseram-se do lado mais neoliberal que escolheu a Europa como alvo primeiro. O sistema de saúde está em estado-de-falhas-graves-diárias. É uma espécie (...)

lidar com a gripe e com os ultraliberais

28.01.15
        Sou quase totalmente cliente do Serviço Nacional de Saúde; só os dentistas e uns exames de diagnóstico escapam. Não tenho razão de queixa e a saúde também tem sido simpática. Mas com a segunda rodada da gripe, e com a informação que vamos tendo, dá para perceber o efeito dos ultraliberais. É impressionante. Para além do mais mediatizado que merecia um "chega" a um ministro sinistro, impressiona que alguém com ADSE pague mais numa consulta à médica de família (...)