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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

No S.TO.P?

01.08.18
      Era interessante apurar o número de professores que se sindicalizaram no S.TO.P. Aliás, era também interessante saber se essa decisão correspondeu ao "abandono" dos sindicatos mainstream. Se foi evidente a incomodidade dos sindicatos tradicionais com a ILC e com o S.TO.P, é capaz de ser surpreendente a origem sindical dos aderentes ao S.TO.P (considerando que a novel e digital organização obteve um número significativo de sindicalizados contrariando a maioria dos (...)

da mesa negocial sobre os professores

25.07.18
      É este o resultado da comissão técnica? É isto que têm para dizer depois destas greves? Os sindicatos dizem que o Governo não tem dados rigorosos? Li várias notícias e concluí: a mesa negocial está em-estado-de-fingimento (ou a gozar?) e depois admira-se com a radicalização vigente com tendência a agravar-se. O Expresso apresenta o problema assim "

A plataforma de sindicatos ouvirá os professores

29.06.18
      A plataforma de sindicatos ouvirá os professores para decidir sobre a exigência de recuperação de todo o tempo de serviço. O estado a que chegámos motiva as interrogações: mas esta fortíssima greve tinha outro destino? Ainda há dúvidas? Repitamos, para não nos esquecermos de que existe um executivo: onde esteve a mesa negocial desde Outubro de 2017? Não se sabia da possibilidade de um faseamento? Não se sabia da possibilidade de acelerar aposentações usando o (...)

vitória nos serviços mínimos?!

26.06.18
      A situação é grave para a democracia e para a educação. O colégio arbitral decidiu por unanimidade. Considerando a sua composição, a plataforma de sindicatos fica novamente numa posição muito difícil (como aconteceu há dias com a surpreendente rejeição do PCP em relação à ILC). Há uma certeza: a não recuperação do tempo de serviço colocou os professores no limite da paciência e a saturação traduziu-se na forte adesão às greves. A radicalização de (...)

"guerra" aos professores caiu num impasse

12.06.18
      A saturação dos professores provocou a situação vigente. Não é a primeira vez que, na última década e meia, acontece um fenómeno semelhante: o limite da tolerância passa a contestação e ultrapassa governos e plataforma de sindicatos, com quatro causas identificadas: entendimentos sem contacto com o real, adiamento de decisões, inépcia governativa ou posições radicais dos executivos. Como as novas formas de comunicação acrescentaram capacidade de organização (...)

É inclassificável o que o Governo faz aos professores

11.01.18
      Custa acreditar que o Governo, por questões financeiras (seria ainda pior se houvesse uma atitude revanchista coordenada pelos mesmos do período 2005-2009), use a avaliação kafkiana do desempenho dos professores para bloquear descongelamentos e progressões. Era preferível dizer que não existem euros suficientes e aplicar o princípio a toda a administração pública e não apenas aos professores. Ou seja, continua o raciocínio: excluímos os professores e (...)