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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

da confirmação de fenómenos

16.05.18
      Harry Frankfurt publicou "On bullshit" em 2005. Apesar do crescimento do fenómeno, não existiam, disse o filósofo americano, estudos profundos sobre o tema. Não havia sequer uma teoria geral, o que era paradoxal considerando a sua ubiquidade. O fenómeno era, para Harry Frankfurt, uma ameaça mais insidiosa para a verdade do que a mentira, já que não tinha que se preocupar com o rigor. Mas mais: o bullshit era objecto de uma estranha tolerância, enquanto que a (...)

Da verdade "em vias de extinção"

10.04.18
      Contributo de Mário Silva. "Com o advento e crescimento das redes sociais cibernéticas, a informação credível está em vias de extinção, pondo em perigo regimes políticos democráticos(?!) e promovendo outra vez regimes políticos autoritários, elitistas e tirânicos. Veja-se que Hillary Clinton era a candidata dos media nacionais norte-americanos e, mesmo assim, perdeu a eleição. Talvez a explicação esteja, em parte, aqui: nos últimos três meses da campanha (...)

Editorial (31) Since 1986

08.09.17
                              Uso intensivamente computadores desde 1986: escrita, programação de bases de dados, construção de redes e de sítios na internet e por aí fora. O blogue caminha para 13 anos num registo diário e a partilha de textos noutras redes sociais já vai quase numa década. Se quando inaugurei o blogue reduzi a publicação de textos nos jornais, também os procedimentos fora do Correntes têm que ser bem administrados para manter a (...)

da repetição: desta vez foi em Barcelona

18.08.17
        As pessoas fizeram um semestre no "estado islâmico" e regressaram como quem esteve em "erasmus"? Por outro lado, as redes sociais ampliam a "ágora" e os sinais de intolerância. Vê-se ódio ao que os outros pensam. É o sinal mais evidente. Daí a actos terroristas irá um qualquer passo dependente de circunstâncias, oportunidades e distúrbios diversos, como se percebe com a identidade dos fanáticos. Amos Oz é, mais uma vez, muito claro: "A essência do fanatismo (...)

redes sociais

27.03.17
      Agir sobre a informação é não só actuar sobre os dados obtidos, mas proceder sobre as relações que se estabelecem. “(...)Ou seja, é agir sobre os padrões coletivos ou individuais de formatação e através deles sobre a perceção do real e sobre a ação que dele decorre(...)” Rascão (2004: 21). Manuel Castells, por exemplo, enuncia vantagens na utilização das redes sociais. Trata-se de saber como usar as novas ferramentas e encontrar caminhos que sem a sua (...)

Editorial (29)

19.06.16
                              Em 2006 ou 2007, e mesmo depois disso, ter um blogue era, para o mainstream, sinal de "pessoa incómoda" com textos clandestinos. Nos momentos mais quentes, os bloggers eram incomodados. Uma boa relação com o poder formal incluía dizer que não se lia blogues. Com as redes sociais, mais com o facebook, tudo foi (...)

"On bullshit”"

23.04.16
    "On bullshit”" é o título do livro do filósofo americano Harry Frankfurt. Na tradução portuguesa ficou "a conversa da treta”". Apesar da enorme quantidade do fenómeno, não há, diz o autor, estudos profundos sobre o tema.  Não existe uma teoria geral do “bullshit”, o que é paradoxal considerando a sua ubiquidade. Reconhece-se que é uma ameaça mais insidiosa para a verdade do que a mentira, uma vez que não tem qualquer preocupação com o rigor. O “bullshit”

Boas Festas e um 2016 cheio de esperança

30.12.15
            Gosto de ter um blogue e existem possibilidades relacionais com as redes sociais que doutro modo seriam improváveis. Uso esta forma, o email, para desejar as boas festas a familiares, amigos de sempre ou mais recentes, reais ou virtuais e também a quem passe pelo blogue, twitter ou facebook. Se o leitor não está com pressa, e mesmo que não nos (...)