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Correntes

em busca do pensamento livre

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Dos Rankings de Escolas 2018

16.02.19
        Captei as imagens no Expresso online. É integrada a variável indicador de sucesso (regista o progresso dos alunos) que altera por completo o que acontecia na ordenação das escolas. Continua a ler-se sobre a inflação de notas internas e o injusto sistema de acesso ao superior que é uma das causas, talvez a principal, da comprovada exaustão de alunos e professores. Pode saber mais nas bases do dados do Expresso (...)

Substituir os rankings pela inclusão

17.01.19
      Substituir os "rankings pela inclusão como a medida principal na avaliação externa das escolas", como diz o Público, é uma decisão que só peca por tardia. Há muito que se sabe que "os resultados dos alunos em exames não avaliam escolas". Mas não basta substituir. É necessário incluir três variáveis inquestionáveis: a inclusão é, antes de mais, uma obrigação da sociedade e só será bem sucedida na escola se se dirigir a todos - alunos, professores e outros (...)

a sociedade educativa adoeceu gravemente; e não é de agora

04.05.18
      Instalou-se a febre da medição em modo prova final ou aferição e em mais ou menos áreas; e não há distinções de grau no estado patológico. O valor desmesurado dado ao resultado chega a ser tão confrangedor que já nem sequer se questiona a efemeridade de qualquer conclusão. Tenho ideia que boa parte das opiniões sobre PISA, TIMMS ou PIRLS desconhece os conteúdos avaliados. É um fenómeno semelhante ao do estrangeirado ranking. Faz tudo parte da doença grave (...)

do estado dos rankings

16.01.18
        Já se "decreta" o fim dos rankings. No mínimo, há um atraso. É notório o consenso sobre a inutilidade dos rankings clássicos (sem a variável sócio-económica) como instrumento científico. Limitavam-se a concluir o óbvio e a plasmar os mesmos resultados anos a fio com subidas ou descidas de uma décima por ano ou disciplina. Há muito que se sabe: grandes oscilações de resultados representam sempre mudanças significativas no tecido social. Mesmo os rankings mais (...)

da mediatização dos rankings

18.12.16
      A mediatização dos rankings obedece ao desígnio da produtividade. Mas sublinha-se que os resultados escolares reflectem-se a longo prazo e são de génese diferente da produção de parafusos; o que faz toda a diferença no impaciente universo dos números. Não encontramos rankings, sequer semelhantes, no mundo conhecido. Mas isso nem será relevante, porque o olhar obsessivo, mais ainda o menorizado, para as outras experiências impede a valorização das próprias. A (...)