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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

não haverá "reforma curricular"

25.02.17
        Os governantes parece que têm o cuidado de, ao contrário do radicalismo de Crato, não falar de reforma curricular. Prevalece a ideia de "uma forma diferente de gerir o currículo, possibilitando, desde logo, que as escolas organizem, com flexibilidade multidisciplinar, 25% do currículo". Se a ideia é interessante, mas muito exigente, é necessário que, e repito, se elimine o que resta do radicalismo organizacional imposto por Lurdes Rodrigues. 

sair da NATO ou do euro?

19.10.15
            É um argumentário aflito invocar a NATO ou qualquer outro assunto internacional para sustentar o arco da governação. Basta ler o que se escreveu recentemente sobre os gregos e olhar para o que Varoufakis confirmou em Coimbra: o Syriza não tinha como plano B a saída do euro.   Sabemos que o ineditismo do euro tem uma variável a rever com urgência: os tratados que "amarram" economias com ritmos muito diferentes. Mas também conhecemos a história (...)

o Governo mais austeritarista da Europa?

09.07.14
            Passos Coelho disse ao que vinha: revolucionar o país com uma "destruição criadora" através do empobrecimento, da emigração e de uma revisão profunda da constituição. Afirmou-se para além da troika, enquanto disfarçava o recuo constitucional, e essa espécie de PREC de sinal contrário só não é recordado porque vivemos tempos de eliminação das (...)

não somos parvalorem

20.02.14
        Se um cidadão comum quiser remunerar com juros umas poupanças consegue taxas de 2% ou menos. Se pretender mais do que isso, arrisca-se a perder tudo com o risco.   Os protegidos pelos mercados compram dívida dos estados e são remunerados a mais de 5% e com todas as garantias dos governos, da Comissão Europeia, do BCE e até do FMI. Os certificados de garantia prevêem esmifrar (...)

da segunda pele

01.03.13
          Notei Passos Coelho com mau perder. É uma espécie de segunda pele que vem à tona quando chantageia a baixa de impostos com mais cortes a eito nas políticas sociais. Esse desequilíbrio é insensato e trágico, como se comprova.   Sabíamos da presença da troika, mas também conhecíamos o fanatismo ideológico do Estado mínimo. Esse para além da troika não devia ser uma coisa experimental nem uma brincadeira de jotas retardados misturados com uma espécie de nerds (...)