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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

e Portugal? Está bom para turistas!

16.10.15
        Generalizar "este" ensino vocacional é desistir da democracia e integra o ideário do privado encostado ao Estado que registou a enésima inconstitucionalidade: a inclassificável prova de acesso para professores. Digamos que o território está enjoativo, como noutras alturas da história, em plena crise moral e recomendável para turistas.

crato "odeia" professores ou cumpre uma agenda radical?

30.01.15
        Nunca pensei ouvir um ministro da Educação comentar em público as respostas de um candidato a professor numa prova realizada pelo MEC. Crato fez isso e tentou ridicularizar os professores com uma afirmação risível: deu 20 erros numa frase.   Sempre me surpreendi com os professores que publicaram, até nas redes sociais, respostas de alunos. Nunca pensei, repito, que um ministro o fizesse. Dá ideia que a interrogação em título só tem uma resposta: ambas.      

teimosia ou obstinação?

03.12.14
        A profissão de professor em Portugal é a mais devassada do mundo conhecido. Não há saída da troika ou campanha eleitoral que atenue as investidas contra a profissionalidade dos professores.   Há anos a fio que é assim. Invariavelmente, os média abrem os serviços noticiosos com sei lá o quê à volta dos professores. Há mesmo quem se interrogue se este "ódio" à escola pública não representa um qualquer desconforto com a democracia.   E para não variar, (...)

nuno crato trocou os locais de detonação

25.07.14
      O sistema escolar português é um bocado azarado. Depois de uma equipa ministerial especializada em propaganda no modelo do célebre ministro iraquiano, chegou Nuno Crato - o assumido especialista em minas e armadilhas e implosões -. Prometeu implodir o MEC, mas tem estado a fazê-lo às escolas públicas e aos seus alunos e professores. Ao que parece, a troca dos locais de detonação continua: