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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Das Coisas Óbvias à Volta da Covid-19

10.11.20
Ontem, ouvi o primeiro-ministro declarar que na Europa existia muito medo com a abertura do ano lectivo e que afinal correu "muitíssimo bem". Óbvio. Não se esperava que no dia seguinte ou na semana seguinte o número de infectados subisse. As aulas começaram ainda no verão e com números baixos nos contágios e nas restantes variáveis. Para além disso, no começo há ainda mais cuidados. Mas a partir das 3, 4 semanas, os números começaram a subir. Com escolas e salas de aula (...)

Tratamos da 2ª Vaga Como Trump?!

24.10.20
Se há momento em que a mudança de opinião é muito aceitável, é este. Vivemos numa grande incerteza e o salvamento de vidas exige as necessárias alterações.   Vem a propósito do segundo debate Biden versus Trump. A contenda começou com a covid. Quem viu, só pode responder sim à interrogação em título. Biden acusou Trump de não ter um plano e de se recusar "a diminuir o tamanho das turmas na escola presencial, a contratar mais professores para assegurar o ensino à (...)

Inércia e Engenharia Social São as Causas da Histórica Falta de Professores

22.10.20
Inércia dos sucessivos governos e crença na engenharia social, são as causas da histórica falta de professores. Como ponto prévio, recorde-se que o primeiro-ministro condenou (SIC, 18.04.2015) a "guerra aos professores da escola pública decidida num conselho de ministros de 2006" que originou a célebre manifestação de 2008 e que Passos Coelho legislou horários ao minuto para reforçar a precarização enquanto Nuno Crato declarava que "há professores a mais" (Jornal I, (...)

E os Profissionais da Educação Não Têm Fé na Lixívia

11.10.20
Surpreendi-me com o regresso às aulas. Parecia-me sensato um modelo gradual para salvar vidas e proteger a saúde e a economia. Somos um país com turmas e escolas numerosas e sabe-se que uma turma de 20 contacta com 800 pessoas em 48 horas (e uma de 30 com 1200). Como detalhei noutro texto, turnos de semana sim, semana não, e intervalos descentrados, reduziriam a frequência para números civilizados: uma escola de 1000 alunos nunca teria mais de 250, os espaços fora da sala de aula (...)