Em busca do pensamento livre.

Domingo, 16.09.18

 

 

Os últimos dias permitiram um melhor conhecimento da história da OCDE, como, de resto, aconteceu recentemente com uma instituição parecida: o FMI. Ambas, a 1ª na educação e a 2ª na economia e finanças, servem um projecto político que se consolidou nas últimas décadas nos EUA e na Europa (PPE e socialistas da terceira via) e que foi responsável pela crise de 2007 e pelo aumento de riqueza dos tais 1%. Objectivamente é assim. Há mais resultados, alguns muito positivos como a paz, mas os dois referidos evidenciam-se até por permitirem a subida ao poder de forças extremistas demagógicas em consequência da queda das classes médias.

O último relatório, Education at a Glance, da OCDE, tem conclusões baseadas em dados errados sobre os professores portugueses. Os OCS agendaram de imediato as falsas conclusões sobre os professores e as instituições da democracia silenciaram-se. Esperava-se uma pronta correcção do Governo, até porque um dos secretários de estado da Educação dirige as reuniões do TALIS, departamento da OCDE com um "peso" semelhante ao PISA e que estuda as questões profissionais da educação. Mas não se ouviu nada de conclusivo e objectivo. Li o SE a desresponsabilizar-se sobre as erradas conclusões. Esperemos, então, pelos próximos capítulos.



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Quarta-feira, 12.09.18

 

 

 

Captura de Tela 2018-09-12 às 17.18.35

 

Aqui



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Terça-feira, 11.09.18

 

 

 

Captura de Tela 2018-09-11 às 12.38.27

  

O Público destaca que os "Professores ganham mais 35% do que média dos trabalhadores qualificados. Os salários dos docentes portugueses estão abaixo dos colegas estrangeiros, mas acima dos outros trabalhadores nacionais com cursos superiores.", com base no relatório Education at a Glance da OCDE. O "eterno" arremesso ao professor não tem emenda. Há 115 índices remuneratórios na administração pública. O topo dos professores está no 57º lugar. Há 58 índices remuneratórios acima dos professores (os do topo recebem quase o dobro dos professores), mas só os professores é que interessam à estratégia comunicacional que enche os órgãos de comunicação social. Dá vontade de perguntar assim: esses 58 índices acima não exigem curso superior? Os "jornalistas" não repararam que as carreiras que ganham menos 35% não exigem formação superior apesar de muitos desses profissionais terem essa formação (e não estou a dizer que é justo; aliás, foram as agências de comunicação que destacaram o argumento da formação; se olharem para a tabela mais abaixo com um sublinhado a vermelho para o topo dos professores, verão que o topo recebe mais ou menos 120% do que a média)? Enfim. Cansa este mais do mesmo e agora até se torna mais enjoativo com o silêncio da totalidade do parlamento.

O Expresso, por exemplo, salienta que os "Professores representam 25% da despesa prevista com progressões para 2019" e são "uma classe profissional a envelhecer, com salários relativos altos". Ou seja, se os professores são cerca de 47% da administração central, há 53% dessas pessoas (não professores, portanto) que representam 75% dos descongelamentos. Em que é que ficamos?

 

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Segunda-feira, 10.09.18

 

 

 

 

 

 

(a rubrica "tijolos do muro"

insere-se numa temática

mais vasta a que o correntes

se tem dedicado)

 

 

 

Relatório.

 

 

Avaliação externa às escolas portuguesas promovida pelo Ministério da Educação.

 

Dimensão: organização e gestão escolar.

 

Domínio: sistemas de informação.

 

Indicador: registo das faltas dos professores.

 

Informação obtida:

 

  • Escola A: um professor falta: o auxiliar de acção educativa (AAE) do respectivo bloco lança a ocorrência no mapa 3354.doc; o chefe dos AAE lança as ocorrências diárias verificadas em todos os blocos no mapa 3355.doc; a assistente administrava do sector de pessoal lança o produto das ocorrências semanais no mapa 3356.doc; a tesoureira lança o produto das ocorrências mensais na base de dados de pessoal e vencimentos (bdpv.xls).
  • Escola B: um professor falta: o AAE do respectivo bloco lança a ocorrência, utilizando um dos terminais da rede informática, na base de dados de pessoal e vencimentos; o sistema notifica o professor respectivo.

 

Descritores com a respectiva pontuação (optou-se por lista de verificação):

  • mapa 3354.doc preenchido - 10 pontos; mapa 3354.doc não preenchido - 0 pontos;
  • mapa 3355.doc preenchido - 10 pontos; mapa 3355.doc não preenchido - 0 pontos;
  • mapa 3356.doc preenchido - 10 pontos; mapa 3356.doc não preenchido - 0 pontos

 

Somatório neste indicador a inserir no ranking das escolas de boas práticas:

  • escola A - 30 pontos;
  • escola B - 00 pontos.

 

Recomendação:

 

a observação registada na "Escola A" deve constar do relatório OCDE2.pt na mesma rubrica em que o relatório OCDE1.pt refere o seguinte:

 

"As principais alavancas do processo, tais como a Ministra e os Directores Regionais, não são funcionários públicos independentes, mas políticos nomeados e sintonizados com os objectivos da política governamental. São apoiados por serviços de dados actualizados ao minuto, que permitem uma tomada de decisão inteligente e bem informada."

 

 

(reedição. 1ª edição em 29 de Janeiro de 2009)

 



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Domingo, 05.08.18

 

 

 

Sucedem-se os governos resumidos a uma ideia nas políticas escolares: eliminar as formas de luta dos professores. A última e recente vergonha denominar-se-á Portaria 223Ade2018 ou "fim dos conselhos de turma". Cresce a tristeza com um Governo que não toca no ambiente não democrático das escolas. É que nem uma das esquerdas parlamentares levanta a voz.



publicado por paulo prudêncio às 10:15 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Quinta-feira, 26.07.18

 

 

 

Também li pelo facebook um post de um dos mentores da "nova" ideia sobre educação inclusiva. O post era sobre os professores. O Paulo Guinote fez um post no blogue dele e deixei por lá o seguinte comentário: "O "burros" não é muito inclusivo". O post começa assim:

 

"Texto no mural do David Rodrigues no fbook:

 

"Não acredito…

Asseguram-me que o Governo das Esquerdas vai perder a maioria por falta do voto dos professores.
Eu não acredito.
Só mesmo aqueles que não se lembrem do que é a alternativa ao Governo das Esquerdas lhes fez…
Eu acredito que ninguém é tão inconsciente que se suicide por vingança…
Os professores podem estar zangados mas não são burros."

(...)"



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Sábado, 21.07.18

 

 

 

Preferência, rejeição e indiferença são as três escolhas que iniciam os estudos das relações de grupo. O estatuto menos desejável é a indiferença. No caso dos professores, não é saudável que a indiferença se estabeleça em relação aos actores da mesa negocial.

 



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Quarta-feira, 18.07.18

 

 

 

Autonomia e Flexibilidade Curricular:

 

Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho

Matrizes Curriculares-base - Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho (editável)



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Sexta-feira, 13.07.18

 

 

 

A criação da comissão técnica para fazer as contas da recuperação do tempo de serviço dos professores remeteu a questão para a ausência mediática. Veremos o que se passará "hoje no debate da nação". No entanto, e por falar em contas, repita-se: o Ministério das Finanças apurou que "os custos das progressões dos professores em 2018 não são os 90 milhões projectados, mas uns reais 37 milhões". É um bocado como nas caixas dos supermercados. Se comparamos o preço por produto entre o monitor da caixa e a prateleira, registamos vários erros. Já o fiz várias vezes. Nunca encontrei um erro a meu favor, mas inúmeros no sentido inverso. A justificação é sempre a mesma: é o sistema, embora não me pareça que seja com ficheiros excel.



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Domingo, 08.07.18

 

 

 

Captura de Tela 2018-07-08 às 21.18.00

 

Esta notícia da 1ª página do Expresso é do PISA 2015. É desenvolvida na página 22 e refere os primeiros resultados do estudo da Universidade Nova sobre o burnout dos professores. Espera-se o desenvolvimento do tema numa das próximas edições.



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Segunda-feira, 02.07.18

 

 

 

Contributo de Maria Silva (um comentário que passei a post).

 

"A má vontade mal resolvida contra os professores comporta vários fatores:


1- Um imaginário limitado em relação à importância da cultura e do saber, enformado por uma sociedade cujo perfil, no momento em que acontece o 25 de abril, apresenta a mais alta taxa de analfabetismo da Europa, situação que não foi resolvida, como deveria, com uma revolução cultural, mas que foi varrida para debaixo do tapete com a massificação da escola. Assim a massificação de diplomados que é hoje constituída por decisores e “opinion makers” deste país é oriunda deste perfil social e reconhece mais valor ao futebol do que ao teatro, por exemplo.
2- O facto da expetativa em relação à escola ser irrealista, de se atribuírem à escola missões impossíveis que obviamente só pode falhar. Por exemplo, espera-se da escola que descubra o brilhantismo oculto que existe em cada um nós, antes mesmo de que ele seja revelado perante o próprio. O professor tem o ónus de modelar mentes e vontades até ao infinito, tarefa que não se espera de psicólogos e psiquiatras que são especialistas na mente humana. A indefinição clara das incumbências da escola e das limitações da sua ação, servem a correlativa indefinição acusatória que flutua contra a escola e contra os seus agentes, os professores.
3- A assimetria social, não existem quotas de género para o grupo profissional dos professores, predominantemente constituído por indivíduos do sexo feminino. Esta situação é afetada por alguma simbologia social. O facto da sua imagem social não ser representada por executivos de fato e gravata, com um ar grave, influencia o estatuto social do grupo profissional dos professores, que são tuteados na praça pública com a familiaridade de quem vive na porta ao lado, sem se vislumbrar que a educação é um sector tão estratégico como as finanças, uma vez que a principal riqueza que este país possui são os recursos humanos, e todos: juízes, políticos, artistas, cientistas, metalúrgicos etc. são formados na escola.
A nossa sociedade atribui ao grupo profissional dos professores (apesar da exigente tarefa que lhe cobra) um estatuto remuneratório inferior ao de outros grupos profissionais com graus académicos equivalentes, porque aceita que o contributo para o orçamento familiar da mulher seja secundário em relação ao do homem.
O tradicional espírito de entrega e de sacrifício das mulheres e a sua capacidade de multitarefas, paradoxalmente, não ajuda ao seu reconhecimento."

 

Maria Silva.



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Domingo, 01.07.18

 

 

 

Há já uma longa história de contendas entre os professores portugueses e os governos. Não raramente, a mesa negocial é ultrapassada pela saturação dos professores e os desesperados acordos fora de horas resultam inconsistentes. Aliás, terá sido um qualquer momento do mesmo género a inspirar a célebre guerra do Raul Solnado.

 

 



publicado por paulo prudêncio às 10:43 | link do post | comentar | partilhar

Sexta-feira, 29.06.18

 

 

 

A plataforma de sindicatos ouvirá os professores para decidir sobre a exigência de recuperação de todo o tempo de serviço. O estado a que chegámos motiva as interrogações: mas esta fortíssima greve tinha outro destino? Ainda há dúvidas?

Repitamos, para não nos esquecermos de que existe um executivo: onde esteve a mesa negocial desde Outubro de 2017? Não se sabia da possibilidade de um faseamento? Não se sabia da possibilidade de acelerar aposentações usando o tempo de serviço como crédito mas sem prejudicar quem não está nos escalões mais acima? E ficávamos aqui a debitar mais caracteres sobre o mesmo e a propósito das contas sem engenharia financeira. A sensação é que tudo se joga nos momentos do orçamento e que o trabalho de casa não se realiza a tempo. Os partidos políticos, como primeiros decisores, negoceiam, querem condicionar (ou são mesmo assim as hierarquias) os sindicatos e perdem a noção do real; ou então, é o resultado de mais de uma década a institucionalizar a ideia de só se estudar para os testes.



publicado por paulo prudêncio às 16:37 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Quarta-feira, 27.06.18

 

 

 

Há muito que se conhece o imperativo da alteração da idade reforma dos professores. A SE Alexandra Leitão declarou hoje, ao que saiba pela primeira vez publicamente, numa entrevista ao Público - que tem um título que escolhi para o do post - : Uma coisa é despachar processos a uma mesa e outra é dar aulas a crianças." Ou seja, os professores são reconhecidos, obviamente, como corpo especial.

Há dias, terminei assim um post sobre a posição do executivo na contenda com os professores: "Agora, terá de ser célere e inteligente numa solução salvífica para as faces". 

Ou seja, há cerca de um ano que as negociações efectivas, e com publicitação dos detalhes, deviam ter começado. Não foi assim e a situação agravou-se. A mesa negocial perdeu o controle. Dá ideia que os professores andam a ser moeda de troca na concertação social, entre os partidos da geringonça, com o PSD e o PR. Mas não basta discursar sobre os milhares de professores que já deviam estar reformados, que não aumentam a massa salarial com a recuperação de tempo de serviço e que até o podem converter em créditos para a aposentação. É necessário que isso se concretize numa proposta. Por outro lado, há outros milhares de professores que estão entre o 1º e o 8º escalões que devem recuperar, mesmo com faseamento, os anos em discussão. Já se percebeu que não são os milhões de euros divulgados; muito longe disso. E há ainda um imperativo final: esta greve é dura. Que ninguém duvide disso nem o menospreze. É impressionante o grau de adesão. Merece, repito, que a mesa negocial, por iniciativa do executivo, seja célere e inteligente numa solução salvífica para as faces e que se decida algo de importante até ao final da semana.



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Terça-feira, 26.06.18

 

 

 

 

Captura de Tela 2018-06-25 às 19.54.56

 

Pode ler aqui.



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Terça-feira, 19.06.18

 

 

 

Vi simulação negocial, nos assuntos dos professores, na última década e meia entre governos, oposições e plataforma de sindicatos. Também vi o mainstream surpreender-se com a capacidade de organização da cidadania activa, nomeadamente na denominada web 2.0 e mais recentemente no facebook. E nessas surpresas das forças institucionais assisti a acções destinadas a silenciar as novas formas de organização. Mas o que ontem registei por parte do PCP é exponencial. Ou seja, para o PCP o orçamento de 2018 prevê a recuperação do tempo de serviço. O facto dos professores remeterem para o orçamento de 2019 essa decisão, é, para o PCP, uma traição dos professores aos professores e uma cedência intencional ao Governo. É um discurso intolerável.



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Domingo, 17.06.18

 

 

 

ilc-20-000

A iniciativa legislativa de cidadãos ultrapassou as 20.000 assinaturas (20254...) e o parlamento, devidamente escrutinado, posicionar-se-á em relação ao tempo de serviço dos professores.

Foi um acto importante que traduziu a saturação dos professores. A exigência nos procedimentos de assinatura reforçou o significado. Não é a primeira vez que, na última década e meia, acontece um fenómeno semelhante: o limite da tolerância ultrapassa governos, oposições e plataforma de sindicatos. As "novas" formas de comunicação acrescentaram capacidade de organização a grupos de cidadãos. Foram sempre acções pontuais destinadas a dois ou três objectivos. Os resultados nem sempre foram imediatos, mas o tempo demonstrou a importância das iniciativas e dissipou as nuvens da demagogia e do populismo. 

É falso que se "exijam" retroactivos (seriam mais de 9 mil milhões de euros) e sempre esteve presente a negociação de um faseamento. O que agudizou a saturação (e há tantas matérias a contribuir, como se sabe) foi a ideia inicial: os professores serão os únicos a não recuperar o tempo de serviço porque são muitos e a sua avaliação não é por pontos. Ou seja, uma verdade que reforça a sua importância e uma falácia intolerável.



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Domingo, 10.06.18

 

 

 

""Chumba" em avaliação polémicaDos 289 docentes avaliados(...)6 tiveram inadequado(...)uma das inadequadas, queixou-se do esforço e dispêndio de tempo que este sistema obriga(...)Não preenchi a plataforma. Quem as desenhou, colocando nos docentes o ónus do seu preenchimento, não pensou no tempo de trabalho despendido(...)defende que a avaliação não pode transformar-se num processo burocrático(...)uma das críticas mais ouvidas em 2008 prendeu-se com a carga burocrática que a construção de fichas e instrumentos de avaliação implicavam para os professores".

Quem foi a radical desobediente? Foi a ex-ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues (a notícia é recente - 1º caderno do Expresso, 2017/12/16) de um Governo chefiado por José Sócrates ("os professores nunca foram avaliados", repetia o então PM) que usou os argumentos que se voltam a utilizar para meter os professores na ordem. Aliás, a guerra aos professores (confessada pelo próprio António Costa como um facto muito negativo "decretado" em conselho de ministros desse Governo e a não repetir) já rivaliza em tempo mediático e desinformação com o assalto à Academia de Alcochete e com os episódios do "animal feroz" que preside ao clube leonino. Esta repetição com os professores cansa. Mais de uma década com a carreira devassada e precarizada (não há outra carreira em estado sequer parecido), percebendo-se que a avaliação de desempenho na restante administração pública (SIADAP) é naturalmente um fingimento e em 95% das empresas não existe. Os professores são muitos e ponto final. É falso que alguma vez tenham "exigido" retroactivos (seriam mais de 9 mil milhões de euros) e aceitaram negociar um faseamento para que não sejam os únicos a não recuperar o tempo de serviço. Grande parte do argumentário que os guerreia toca no fanatismo.



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Quinta-feira, 07.06.18

 

 

 

A aula terminou. Uma das tarefas, a estação de salto em altura, ficou organizada para a aula seguinte. Os alunos que usavam o meu Ipad (wi-fi desligado) para o registo de imagens (úteis como informação de retorno imediato na análise do salto e que apago de seguida) e de outros dados de organização de uma competição, concluíam procedimentos. Um aluno colocou uma bola de rítmica no chão a uns 5 metros da fasquia e disse-me que a derrubaria com um remate de futebol. Repetiu a acção 3 vezes e em todas atingiu o objectivo. Os alunos do Ipad registaram as imagens da terceira numa sequência esclarecedora e inesquecível.

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Domingo, 20.05.18

 

 

 

(  )

 

 

 



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Autor:
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