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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

"Portugal é dos países onde os professores mais se queixam da indisciplina", concluiu a OCDE há uma década e repetiu-o este ano em que a idade da reforma ...

02.12.25, Paulo Prudêncio
Título: "Portugal é dos países onde os professores mais se queixam da indisciplina", concluiu a OCDE há uma década e repetiu-o este ano em que a idade da reforma volta a aumentar. Texto: "A indisciplina reina nas salas de aula e coloca Portugal no primeiro lugar do tempo perdido para começar uma aula. Os seus professores são, na Europa, os mais desgastados e os que mais preenchem burocracia inútil. São vítimas de uma organização de trabalho que os adoece, mas são os melhores (...)

Na educação, temos um Governo na linha do executivo de José Socrates

11.11.25, Paulo Prudêncio
  Na educação, temos um Governo na linha do executivo de José Sócrates (ou, em geral, "na de Passos Coelho com patine José Sócrates"). E antes do mais, e para lá do primeiro-ministro ter um perfil com semelhanças que tantos não se cansam de sublinhar, também recebe a cooperação estratégica de Cavaco Silva e o apoio de toda a direita. Mas na educação, onde, objectivamente, também regista a anuência de toda a direita, o Governo não só mantém intactos quatro eixos (...)

O Orçamento do Estado português não pára de desinvestir na Educação. Mas isso não tem qualquer interesse. O que interessa é a burqa e o niqab.

20.10.25, Paulo Prudêncio
Enquanto o vestuário de 0,0000000001% das mulheres que residem em Portugal ocupa a bolha político-mediática e as redes sociais (parece que os demagogos chefiados por mais um da escola tutti-frutti não tiveram o resultado esperado nas recentes autárquicas e usam a burqa e o niqab - "símbolos do machismo, da humilhação da mulher e do extremismo religioso que adultera as origens"- para acicatar as hostes dominadas pelos algoritmos do ódio), o Orçamento do Estado português não (...)

Não são as profissões que fazem as pessoas; são as pessoas que fazem as profissões

04.10.25, Paulo Prudêncio
  Não são as profissões que fazem as pessoas; são as pessoas que fazem as profissões. Esta conclusão poética devia ser atendida por quem desvaloriza uma profissão a partir de um preconceito ou de uma experiência infeliz ou desagradável. Eleve-se um movimento inovador, como o cubismo no início do século passado, que coloque os elementos da cena em todos os ângulos possíveis (a ideia em título é minha; a parte do poema que está na imagem cubista tem outra ideia).