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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

Fórmulas

26.05.19
  Em qualquer fórmula governativa, a recuperação de todo o tempo de serviço dos professores nesta legislatura teria o mesmo destino. A direita evocaria uma impossibilidade financeira e a esquerda uma possibilidade inatingível. A realpolitik ditou: o objectivo da esquerda é impedir a fuga de votos, como ficou claro na assinatura parlamentar de Outubro de 2017 (em que PS, PCP e BE, - e claro Verdes, PAN, PSD E CDS -, e depois em acordo com os sindicatos, acordaram uma recuperação (...)

Da Solidão Dos Professores

25.05.19
    Há dias escrevi assim: "(...)Os professores são muitos e os credores do país, através da UE, sublinham a condição de protectorado muito endividado. Nada mudaria se PSD e CDS formassem Governo e BE e PCP syrizavam se não "amadurecessem". Os professores, que estão irremediavelmente sós, ainda respiram, apesar de serem o grande problema da nação e o único motivo que justifica dramáticas eleições antecipadas e coligações de pasmar.(...)" Digamos de outro modo: em (...)

Infelizmente Não Há Luar!

19.05.19
      O crescimento económico ainda não será a "maré enchente que fará subir todos os barcos" e usemos a escola como exemplo. Quem inscreve a ambição escolar da família, e ainda um bom estatuto sócio-económico, aprende em qualquer sistema e com mais ou menos interdisciplinaridade ou exames. "Só" precisa de currículos sensatos e de aulas exigentes. Esses, sempre integraram o "primeiro mundo". O nosso eterno problema é elevar os que "não querem aprender". O fenómeno (...)

Quando 28=82

15.05.19
  É inaceitável, e em qualquer ponto de vista, que dirigentes escolares com salários pagos pelo erário público, funcionários públicos ou não, escolham alunos com base nos resultados escolares esperados. Se nos privados - falta saber se são privados financiados pelo estado - 82% dos alunos são escolhidos com esse critério, os 28% nas escolas públicas não é menos chocante.

Substância

12.05.19
      No vórtice em que vivemos, ampliado pela ubiquidade das notícias falsas que se estabeleceram nos órgãos de comunicação social e nas redes sociais, prevalece o efémero que se esgota em minutos, horas ou dias. Não há espaço mediático para a substância das coisas. As vitórias e as derrotas políticas têm a mesma vigência. Os professores viveram os dois estados numa luta desigual. Acima de tudo, e como os professores são muitos, as forças que controlam o OE não (...)