Em busca do pensamento livre.

Segunda-feira, 17.09.18

 

 

 

As escolas abrem sempre em Setembro (o actual ministro da educação declarou que, há uns poucos anos, abriram em Outubro ou Novembro; é um equívoco estranho, uma vez que aberturas em Outubro datam da década de setenta do século passado e Novembro nem deve constar dos registos). Mas mesmo que muitas decisões de planeamento, que deveriam conhecer-se em Janeiro, só sejam publicadas em Julho ou Agosto, o ano lectivo começa sempre dentro das salas de aula. Em que condições é o que nunca se chega a apurar. No ano seguinte, volta-se quase à estaca zero como se nada tivesse acontecido. Escolas em regime de instalação, mesmo que com 50 anos de história, é assunto trivial. É evidente que a gestão das escolas obedece há muito a critérios de antecipação, para que as surpresas não alterem a periodicidade anual do mito de Sísifo para semestral ou trimestral.



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Sábado, 15.09.18

 

 

 

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Sexta-feira, 14.09.18

 

 

 

Os órgãos de comunicação social (OCS) usam títulos "pouco rigorosos" para captar audiências ou servir agendas (veja-se o recente caso OCDE). Mas não são só os OCS. Os programas escolares, e de outras áreas, obviamente, caem em algo semelhante no uso mediático. Por exemplo: títulos que incluam Sucesso Escolar, Inclusão ou Flexibilidade Curricular, são, desde logo, irrefutáveis. Mesmo quem desconheça os conteúdos, usará politicamente os "troféus" ou, no caso das oposições, silenciará o contraditório.

A história mostra que há programas com resultados opostos ao enunciado em título. Há um erro comprovado numa asserção elementar: as condições de todos os intervenientes. A inclusão ou o sucesso escolar, por exemplo, têm de se projectar com preocupações nas condições de realização de alunos, professores e outros profissionais.

Há história e explicações suficientes para não se repetirem erros. A revolução francesa introduziu o conceito de igualdade numa fase em que terminava a 1ª revolução industrial. Nos séculos seguintes, e duas revoluções industriais depois, percebeu-se que o conceito não se aplica à escolaridade de crianças e jovens. Ou seja, os alunos não são "iguais", na hierarquia da maioria das decisões e escolhas pedagógicas, aos professores (e, noutro nível, aos pais e encarregados de educação); e a democracia, e a anti-tirania, digamos assim, exige que assim seja. A 4ª revolução industrial em curso, e a generalização do uso das tecnologias, afirma uma certeza: são as pessoas que vão fazer a diferença. Mas a maré de incertezas volta a dar espaço aos que confundem papéis escolares e deitam por terra as melhores intenções. As decisões, e nos diversos níveis, desses desconhecedoras da história (e da história da pedagogia) reforçam os estudos recentes que antevêem resultados que podem oscilar entre extremos (do muito positivo ao caótico).

 

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 Estacionamento público de bicicletas.

Amesterdão.



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Quinta-feira, 13.09.18

 

  

• Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória
(http://dge.mec.pt/…/Projeto_Autonomia…/perfil_dos_alunos.pdf)

• Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania
(http://dge.mec.pt/estrategia-nacional-de-educacao-para-cida…)
• Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho
(http://dge.mec.pt/…/educacao-inclusiva-decreto-lei-no-54201…)
• Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho
(http://dge.mec.pt/noti…/autonomia-e-flexibilidade-curricular)
• Despacho Normativo n.º 10-B/2018 - Organização do ano letivo
(http://www.dge.mec.pt/…/despacho-normativo-no-10-b2018-orga…)
• Aprendizagens Essenciais do Ensino Básico
(http://www.dge.mec.pt/…/homologacao-das-aprendizagens-essen…)
• Regulamentação das ofertas educativas do ensino básico previstas no n.º 2 do artigo 7.º do Decreto-Lei n.º 55/2018
(https://dre.pt/application/conteudo/115886163)
• Portaria n.º 226-A/2018, de 7 de agosto, procede à regulamentação dos cursos científico-humanísticos

(https://dre.pt/application/file/a/115941797)

• Aprendizagens Essenciais do Ensino Secundário
(http://www.dge.mec.pt/…/homologacao-das-aprendizagens-essen…)

 

Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar

 

Resumo obtido no facebook do CFAE Centro Oeste.



publicado por paulo prudêncio às 09:35 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Domingo, 09.09.18

 

 

 

Decorre mais uma tentativa de institucionalizar a antiga interdisciplinaridade. Não há nada de novo, nem sequer no universo vocabular. Há quase um século que a "escola" percebeu essa necessidade. Se compararmos com as recentes "reformas" anteriores - 1992 (área-escola) ou 1998 (área de projecto) - esta é menos "ousada" por receios financeiros. Esperava-se que se aprendesse com as componentes críticas anteriores: hiperburocracia, consubstanciada em inutilidades informacionais, e reuniões de agenda repetida. Mas teme-se que não. Por exemplo, as "aprendizagens essenciais" (uma competência macro que, a exemplo dos programas ou provas nacionais, tem indicadores que reduzem o grau de imprecisão e generalidade no país) não são localizáveis. São aprendizagens essenciais (e não, por exemplo, alternativas) exactamente por isso. Desde logo, um aluno pode mudar de escola sem ter de recomeçar um qualquer ciclo de escolaridade. A publicitação das "aprendizagens essenciais" é feita exclusivamente no site do Ministério da Educação e a operacionalização na gestão dos programas. A localização dos critérios e instrumentos de avaliação nem sequer pode ser muito diferenciada para as "aprendizagens essenciais". Iniciar um processo de construção de modelos de "aprendizagens essenciais" por agrupamento, escola, ano, disciplina, turma e alunos (recorrendo, em regra, às infernais grelhas e porta-folhas) é uma evidência, e uma inutilidade, a caminho da entropia informacional e um contributo essencial para o "burnout" dos profissionais. As experiências anteriores foram conclusivas: as variáveis inovadoras determinantes não se centram tanto no ensino ou nas didácticas, mas no domínio da organização e gestão e na relação com os sistemas de informação.

 

IMG_1768

 Nemo Science Museum. Amesterdam.

 



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Sábado, 08.09.18

 

 

 

Passei pelos principais sites dos OCS portugueses e não encontrei, nas primeiras páginas, qualquer referência às notícias de ontem a propósito dos professores. Afinal, o Público tinha uma referência. Pela imagem, que é de circunstâncias anteriores, percebe-se que não existiu grande interesse.

 

Captura de Tela 2018-09-08 às 11.41.37

 



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Sexta-feira, 07.09.18

 

 

Recebi por email devidamente identificado:

 

"Lembram-se da Iniciativa Legislativa de Cidadãos para a contagem de todo o tempo de serviço dos professores? Depois de reunir 20.839 assinaturas, foi admitida a debate como projecto-lei e recebeu o número PJL/944/XIII/3. Após a admissão, estranhamente, os proponentes foram notificados de que 3555 assinaturas foram consideradas inválidas. Para corrigir a borrada pela qual são responsáveis, os serviços da AR, magnanimamente, concederam mais 90 dias, contados a partir de 8 de Agosto. Quando o prazo terminar a 9 de Novembro, o Orçamento do Estado para 2019 estará decidido. Quem acredita no Pai Natal considera normal o estrangulamento da iniciativa na secretaria. Eu não! Parabéns aos parlamentares e aos partidos que foram poupados ao incómodo. Bela chapelada!

O apontamento é de Santana Castilho e naturalmente que faz pensar, mesmo aqueles que andam mais desatentos.

A verdade precisa de ser dita e se a ILC não é um assunto encerrado ao nível das assinaturas é por exclusiva responsabilidade da Assembleia da República e do seu gabinete informático,  que criou uma aplicação incompetente que deveria prevenir/impedir eventuais erros.

É mau demais o que aconteceu e não julguem que a equipa que está a trabalhar na ILC baixou os braços. Apesar das nuvens que pairam no ar sobre como foi atingido o valor das 3555 assinaturas (4000 para evitar outro filme) que ainda são necessárias, a verdade é que o objetivo é para atingir e depende apenas de nós.

Estamos por isso, além do formato digital que já conhecem, a recolher assinaturas em formato de papel. Todos aqueles que queiram colaborar connosco, devem enviar um email para blogcomregras@gmail.com a solicitar a morada de entrega das assinaturas que não é publicada por motivos óbvios.

Lembro que a Iniciativa Legislativa de Cidadãos é uma iniciativa de e para todos os professores e a sua assinatura pode fazer a diferença.

Por favor não abdiquem de lutar por aquilo que é nosso – 9 anos, 4 meses e 2 dias."



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Quinta-feira, 30.08.18

 

 

 

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Antero

 

 

 



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Domingo, 19.08.18

 

 

 

Repare-se na primeira página do Expresso.

 

Captura de Tela 2018-08-18 às 11.28.04

 

E na do Público (sublinhei a vermelho).

 

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publicado por paulo prudêncio às 10:29 | link do post | comentar | partilhar

Sábado, 18.08.18

 

 

 

São três frases sobre a juventude. Convido-o ao seguinte exercício: leia as frases e depois, e só depois, olhe para o nome dos autores:

 

  • "A nossa juventude é mal educada, zomba da autoridade e não tem nenhuma espécie de respeito pelos mais velhos. As nossas crianças de hoje não se levantam quando um ancião entra numa sala, respondem aos pais e tagarelam em vez de trabalhar. São simplesmente más" 

  • "Não tenho nenhuma esperança para o futuro do nosso país, se a juventude de hoje lhe assumir o comando amanhã, porque esta juventude é insuportável, sem compostura, simplesmente terrível"

  • "Esta juventude está corrompida até ao mais profundo do coração. Os jovens são malfeitores preguiçosos. Não serão nunca como a juventude de antigamente. Os de hoje não serão capazes de manter a nossa cultura".

 

Vamos lá aos autores:

 

  • 1ª frase: Sócrates, 470-399 a.c..

  • 2ª frase: Hesíodo, 720 a. c..

  •  3ª frase: escrita num jarro de argila nas ruínas de Babilónia: cerca de 3.000 a.c.

 



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Segunda-feira, 13.08.18

 

 

 

É evidente que um modelo de gestão não justifica tudo. Sempre existiu gente "pequenina" quando tem um qualquer poder. Mas não restam dúvidas: o que existe propicia desmandos porque instituiu um ambiente não democrático.

"Três em cada quatro professores dizem que já foram vítimas de assédio moral. Estudo envolveu 2003 professores do pré-escolar ao superior. As direcções das escolas são apontadas como as principais responsáveis. Dirigentes não se revêem no que é relatado. Fenprof diz que em muitos estabelecimentos há "autoritarismo".

 

Captura de Tela 2018-08-12 às 15.00.19

 



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Quinta-feira, 09.08.18

 

 

Estamos longe de concluir sobre os efeitos do domínio da máquina sobre o homem.

Recupero uma passagem interessante.

 

 

 

 

DeLillo, Don (2010:92). "Submundo". Sextante Editora. Lisboa.

 

 



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Segunda-feira, 06.08.18

 

 

Houve um Governo particularmente nefasto para os serviços nacionais de saúde e escolar: incluía Correia de Campos. Talvez fosse o ministro mais decisivo para a alteração dos modelos de gestão dos dois sectores e para a ideia de agrupamentos a eito. Em 24 de Maio de 2011 escrevi assim:

(...)Há tempos fiquei estupefacto com a sua falta de rigor e com o seu populismo. Num debate televisivo, Correia de Campos estava eufórico com os últimos resultados PISA e disse que o novo modelo de gestão escolar tinha uma grande responsabilidade na melhoria. Como se sabe, os testes foram realizados em Abril de 2009 e o modelo de gestão só entrou em vigor em Maio do mesmo ano. No mínimo, a responsabilidade seria do modelo que este PSterraplenou.(...) 

A revista do Expresso (4 de Agosto de 2018) tem uma muito boa entrevista ao médico José Fragata com a seguinte passagem (pág.58):

"Falta-me agilidade de gestão, a autonomia é zero. A junção de hospitais em grandes centros hospitalares, de Correia de Campos, não foi feliz. Os hospitais perderam a sua personalidade, substituída por uma marca que não existe. As pessoas vêm para serem operadas em Santa Maria, não no Centro Hospitalar de Lisboa central. Éramos um hospital com identidade própria e agora somos uma sucursal."

Aliás, o PS ficou prisioneiro destas políticas na saúde e na educação. É uma tragédia que também capturou as forças representadas no parlamento, com as do antigo arco governativo a cavalgarem os interesses associados e as restantes a aplaudirem temerosas com a ideia de exclusão do poder.



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Sábado, 04.08.18

 

 

 

É realmente elucidativo do estado a que isto chegou no ambiente democrático das escolas. Os inspectores escolares escreveram ao ministro da educação a criticar ordens recebidas durante a greve de professores. Vale a pena ler a seguinte notícia sobre o assunto:

"É por tudo isto, que o SIEE há anos defende que a IGEC deve depender de uma dupla tutela -- do Governo e da Assembleia da República -- de forma a reforçar a sua autonomia, a credibilidade e a transparência, minorando os riscos de instrumentalização e governamentalização!", explicam.



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Quarta-feira, 01.08.18

 

 

 

Era interessante apurar o número de professores que se sindicalizaram no S.TO.P. Aliás, era também interessante saber se essa decisão correspondeu ao "abandono" dos sindicatos mainstream. Se foi evidente a incomodidade dos sindicatos tradicionais com a ILC e com o S.TO.P, é capaz de ser surpreendente a origem sindical dos aderentes ao S.TO.P (considerando que a novel e digital organização obteve um número significativo de sindicalizados contrariando a maioria dos existentes que têm mais dirigentes do que sócios).



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Sexta-feira, 27.07.18

 

 

 

A disciplina imposta pelo euro (legitimada pelo tratado orçamental), que norteia o Governo, é um caminho nunca antes navegado. São já reconhecidos erros graves (pelo FMI, por exemplo) nessas políticas austeritaristas e na gestão das dívidas soberanas. Portugal, e apesar de ser uma pequena economia, foi um dos países mais prejudicados por causa dos receios sistémicos. Quando se diz - leia nos meus lábios - que "não há dinheiro", pretende-se meter gelo no sobreaquecimento dos cidadãos embora se navegue na incerteza. O que irrita as pessoas, é que o "não há dinheiro" nunca se aplica aos grandes contratos, nem sequer nas falências de pequenos bancos quando a decisão era óbvia; e como depois se comprova mas não se "aprende". Ou seja, e repitamos, os orçamentos de estado são para todos e a política favorece os mais fortes. Tem sido este o fatalismo de socialistas e populares europeus e a direita radical não pára de crescer e de ameaçar com o fim do "euro" e da própria União Europeia.



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Quarta-feira, 25.07.18

 

 

 

É este o resultado da comissão técnica? É isto que têm para dizer depois destas greves? Os sindicatos dizem que o Governo não tem dados rigorosos? Li várias notícias e concluí: a mesa negocial está em-estado-de-fingimento (ou a gozar?) e depois admira-se com a radicalização vigente com tendência a agravar-se. O Expresso apresenta o problema assim "Proposta para recuperar dois anos e 9 meses de tempo de serviço custa 180 milhões de euros. No final da reunião sobre os custos do descongelamento e da recuperação de tempo de serviço, o Governo voltou a reafirmar as suas contas e os sindicatos mantiveram as suas dúvidas.(...)Negociação política só em Setembro.(...)".



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Terça-feira, 24.07.18

 

 

 

Foi a 17 de Abril de 2018 que Mário Centeno afirmou que "o Orçamento de 2019 depende menos de mim do que imaginam". Como ontem afirmou, a propósito dos professores, que o “o OE é para todos os portugueses”, concluo que aguarda pela comissão técnica, que vai definitivamente apurar os números da recuperação do tempo de serviço, para ter uma influência equitativa no orçamento. Aliás, a justiça é a única questão orçamental: ou seja, a distribuição é sempre para todos a justiça é que nem por isso.

 

Nota: é curial que o desempenho da comissão técnica seja tornado público até ao final de Julho de 2018; como acordado. Espera-se a publicitação dos números e dos instrumentos de gestão utilizados.



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Segunda-feira, 23.07.18

 

 

 

No final do século passado, discutiu-se muito a gestão flexível dos currículos e as aulas de 90 minutos. Concluiu-se o óbvio e estabeleceu-se um consenso: as disciplinas têm necessidades horárias diferentes e os anos de escolaridade mais ainda. Há, como sempre houve, espaço para inovar e adequar o tempo das aulas às disciplinas e aos anos de escolaridade. Só vejo uma finalidade em se fazer tábua rasa (e com esta carga curricular) e regressar aos anos 1990 com aulas de 50 minutos para todas as disciplinas em todos os anos: lançar mais turmas nos horários dos professores de uma parte das disciplinas.



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25 de Abril de 2004
Autor:
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