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Correntes

em busca do pensamento livre

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A Reprovação como Distracção

17.11.19
  Uma população mais escolarizada e menos pobre vai reduzindo, naturalmente, o insucesso e abandono escolares. É também o caso português. Contudo, e infelizmente, ainda registamos quase 35% dos alunos a necessitarem de 10 ou 11 anos para concluírem os 9 primeiros anos de escolaridade (nada de incomum na regulação dos sistemas massificados; e sublinhe-se o paralelismo com a Bélgica, o Luxemburgo ou a Espanha), apesar de se reconhecer à escola portuguesa, a primeira da Europa no "faz- (...)

Enquanto isso, Assiste-se ao Empobrecimento de Escolas e Hospitais Públicos

13.11.19
O que pode ler neste post são factos e tendências que traçam realidades que, a médio e longo prazos, empobrecerão os serviços públicos num país com duas velocidades: escolas e hospitais para ricos e para pobres. Enquanto a mediatização diária expõe um panorama desolador e indisfarçável nas escolas e hospitais públicos, os privados das mesmas áreas florescem. Por exemplo, o Hospital da Luz, privado e gerido por um grupo chinês, aumentou em grande e moderníssima escala a (...)

Do Óbvio

31.10.19
  Sem a recapitalização do Novo Banco havia superávit de 0,3% do PIB. E depois a culpa é sempre dos professores, porque são muitos, embora o discurso teime, e teimará, na "ausência" da meritocracia.

Quanto Pior

30.10.19
  Dá ideia que a popularidade de Trump, Boris e Bolsonaro aumenta com as tiradas inenarráveis diárias; e percebe-se que muitas vezes são genuínos num surrealismo perigosíssimo para a democracia. Como é isto possível? Desde logo, com as origens da crise de 2008 e com o comportamento de inúmeros governantes dos países ocidentais como é exemplo o ex-primeiro-ministro português (eleito com maioria absoluta momentos da antes da referida crise); e isto é independente do (...)

Do Futuro Próximo

28.10.19
  Fica a sensação que vamos assistir a mudanças de pasmar nas organizações partidárias. O que nos últimos quatro anos consideravam como sensato será no futuro próximo objecto das mais radicais posições. Dará ideia que de Setembro de 2019 para Dezembro de 2019 passaram quatro anos, e não quatro meses, de forte crescimento económico ou de necessidade de austeridade. Nota: há um dado a ter conta que justificará as mudanças mais optimistas: se a banca deixar de recorrer ao (...)