E a luz dos astros?
21.10.25, Paulo Prudêncio
As sociedades polarizaram-se e as redes sociais ampliaram os fanatismos e os excessos de pertença: somos os melhores, somos os primeiros, os nossos primeiro e por aí fora. Classifica-se pessoas que nem se conhece e o que é preciso é ter trincheira. Desconvocou-se o mais elementar respeito pelo outro e pela sua liberdade. O ódio é o ruído de fundo crescente, tão ubíquo como outrora o silêncio. É um vórtice diário e barulhento. Transformou o espaço público num ringue à (...)
