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Correntes

em busca do pensamento livre

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em busca do pensamento livre

O Expresso antecipa-se?

31.12.17
   Parece que o PR vetará, diz o Expresso, a lei de financiamento dos partidos. Percebe-se. Os aparelhos partidários não andam com boas contas e é sensato o veto à ausência de limite para os donativos. Mas as "más contas" que se alastraram pelo país incluem a sobreposição dos interesses dos aparelhos e isso é demasiado visível. Como alguém dizia num debate na RTP3, "a justiça e a lei são desprezadas, mesmo em casos de dolo cometidos por personagens que sirvam os aparelhos". Para quem não se interessa pelo direito, fica uma definição de 

dos jotas carreiristas

19.04.15
    Concordo com Sobrinho Simões: "(...)apostaria(...)na extinção dos jotas e na desprofissionalização dos políticos(...)". A partidocracia capturou o Estado central mas também as autarquias. Penso que o mais nefasto a nível local é a acumulação de duas ausências nos jotas carreiristas: profissão fora da política e escritos. Como alguém disse, já nem se trata de pedir uns papers "científicos". A exigência mínima são uns escritos com objectivos que possam avaliar (...)

partidocracia tomou conta do país

16.03.15
   A notícia refere-se aos serviços centrais e é "natural" que assim seja. Mas se percorrermos o país, a partidocracia local prevalece com as cores mais variadas. Os partidos são essenciais à democracia, só que a partidocracia é provocada pelo caderno de encargos partidário que atingiu a totalidade das decisões supostamente concursais ou de colégios eleitorais. Está instalado um sistema que gera medo. A principal missão de um próximo Governo - para além da pobreza, do (...)

da mosca e do cheque-ensino

26.02.14
     (Primeira edição em 9 de Setembro de 2013)  Quem disser que os comités centrais dos partidos do memorando da troika têm reuniões frequentes desde a assinatura (ou até antes disso) para tratarem de "altos" assuntos do Estado, não poderá ser classificado como gerador de uma teoria da conspiração. É natural que essas reuniões aconteçam, é natural que sejam secretas e é também natural que alguns consensos se estabeleçam aí. É natural também que as bancadas (...)

alternativas

14.04.13
    Com a forma como nos podemos informar na actualidade, a guerra colonial não duraria três meses, foi mais ou menos isto que disse Manuel Alegre na sua entrevista à revista que acompanha o Público de Domingo. É realmente impressionante a forma como a informação e a comunicação evoluíram nas últimas décadas. A mesma revista insere um crónica interessante de Vítor Belanciano que colei no post. Destaquei o lead porque é mesmo muito pertinente. Se olharmos para a (...)