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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Continuidade na Educação

A mudança de uma das secretarias de estado parece indicar a consolidação da municipalização

21.10.19, Paulo Prudêncio
  As nomeações para as pastas governativas traduzem a continuidade das políticas educativas. A mudança de uma das secretarias de estado parece indicar a consolidação da municipalização da educação. Descentralizar é civilizado, mas fazê-lo em Portugal é objecto dos mais fundamentados receios. Em grande parte dos municípios a educação será a área mais pesada e exigirá competências democráticas. E é exactamente por isso que os receios são fundamentados. Seria (...)

Do dia seguinte de Mário Centeno

05.12.17, Paulo Prudêncio
        Com a possibilidade de Mário Centeno presidir ao Eurogrupo, os analistas apressaram-se na desvalorização associada à impossibilidade de o Governo dar asas às ideias iniciais. A concretização da presidência desorientou-os; e não são os únicos. Mas mais: quem contraria os seus raciocínios, é de imediato arrumado na prateleira dos ingénuos. Ou seja, advogam o imobilismo e o fim da história. Esse cinismo nem se deve confundir com desistência, porque, em regra, (...)

do tempo de humanidade(s); e de artes

02.12.17, Paulo Prudêncio
      O sistema escolar desespera por um tempo de humanidade(s) - e de artes -: nos currículos, mas simultaneamente na ideia de escola. Se o Governo já cumpriu uma agenda e tenta a oxigenação do algoritmo de Costa&Centeno no sítio, quem diria, que o travou e desprezou, é tempo de olhar para o futuro do sistema escolar contrariando a absolutização do presente imposta recentemente. À desumanização da ideia de escola instituída por Sócrates&Rodrigues,seguiu-se a (...)

Do Procedimento por Défices Excessivos

22.05.17, Paulo Prudêncio
      É um dia importante e responsabiliza a política pela imperdoável austeridade a eito iniciada em 2010. Agora, espera-se que o crescimento económico seja a "maré enchente que subirá todos os barcos" e não apenas os iates. Há uma barca quatrocentista (antecessora da caravela até 1434) a afundar-se com 2 milhões e 500 mil marinheiros no limiar da pobreza (meio milhão de crianças) e até o navio-escola, que viu atirados ao mar - no período austero de fortes ventos offs (...)