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Correntes

em busca do pensamento livre

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Tasca do Cais

12.08.19
    (Hipopótamo da Gorongosa :) como pode verificar aqui.  Agradeço a correcção ao Vasco Galante, director de comunicação do parque e editor do blogue linkado)   Nasci virado para o mar e os "meus" rios ligavam-me ao desconforto do lodo, ao perigo dos (...)

Leões e Caçadores

03.02.19
        "Até que os leões inventem as suas próprias histórias,  os caçadores serão sempre os heróis das narrativas de caça."        Provérbio africano.    Mia Couto (2012:6).  A confissão da leoa.  Editorial Caminho.  Versão amostra.

até que inventem

23.07.18
          "Até que os leões inventem as suas próprias histórias,  os caçadores serão sempre os heróis das narrativas de caça."        Provérbio africano.    Mia Couto (2012:6).  A confissão da leoa.  Editorial Caminho.  Versão amostra.  

E Jaime Neves entregou-me o "crachá" de Comando (na imagem)

20.07.18
      Reedição a propósito dos desenvolvimentos das recentes mortes  de instruendos dos Comandos.      As praxes nos cursos de Comandos eram toleradas; os excessos nem tanto. Mas eram, e são, espaços incontroláveis. E é exactamente nesse domínio, na coacção constante, violenta e não programada, sobre os jovens instruendos, que tudo começa como é retratado na muito boa peça do Público que tem um título realista: "

gorongosa, para uma teoria da paz restaurada

25.06.18
      Reedição no dia da comemoração do 43º aniversário da independência da República Popular de Moçambique.       (1ª edição em 20 de Fevereiro de 2008)     Aproximava-se a independência de Moçambique quando fiz uma visita que guardo em lugar seguro.   Integrei uma selecção que representava a futura nação. Percorremos as principais cidades e realizámos jogos de basquetebol integrados nos festejos. O dia 25 de Junho de 1975 foi eleito para o momento (...)

a 20 Kms da Zika

03.02.16
        Moçambique festejou a independência (Junho de 1975) e mudei de nacionalidade por naturalidade (e naturalmente) e residência (sem direito a passaporte). Como constava (já em 1976) que os jovens da minha idade seriam enviados para a URSS, RDA ou Cuba para estudos superiores, a fuga como refugiado era a alternativa. Apesar do risco de denúncia, o passaporte português (ilegal, claro) era a única solução.   A viagem de Maputo para Lisboa tinha escala em Atenas e Geneve, d (...)