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Correntes

em busca do pensamento livre

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Um deputado do PS mente sobre os professores

30.11.18
      Na declaração de voto, o deputado Paulo Trigo Pereira, do PS, mentiu no recente debate sobre o orçamento. Depois de mais de um ano de intensa discussão, até custa a acreditar que alguém diga que os sindicatos de professores reivindicaram retroactivos em relação aos anos de congelamentos que superariam a última antecipação do pagamento ao FMI: oito mil milhões de euros. É fazer as contas. Mas leia o tal deputado: "

da EDP e das manigâncias

06.06.17
      As manigâncias das "elites" foram péssimas para o país e as justificações já enjoam. Qual é o argumento de Mexia para usar a EDP (empresa pública) e patrocinar (2010) Manuel Pinho numa cátedra na Universidade de Columbia? É natural que seja uma das linhas da investigação. Manuel Pinho passou do BES para o Governo, donde saiu em 2009.   No ano do patrocínio (2010), e como exemplo a que estava mais atento, o Compromisso Portugal (de Mexia) advogou o (...)

arquivo de repetições: e depois não queremos os trump´s

22.03.17
   Se os eleitores ficarem "totalmente" indiferentes à banalização do mal ou da mentira, uma democracia deve preocupar-se com a saúde. Há muito que se teme o fenómeno. É que um dia os eleitores "acordam" e viram-se para fora do mainstream.As declarações do presidente do Eurogrupo são muito graves. É incontestável. É muito mau para a Europa. Mas há quase três anos declarou um mestrado com uma designação que não existia. Podia ser engano administrativo. Não foi. Não (...)

arquivo de repetições: estarão os eleitores completamente alheados ou fingem que não percebem?

27.09.15
    Se os eleitores ficarem "totalmente" indiferentes à banalização do mal ou da mentira, uma democracia deve preocupar-se com a saúde. Sabemos da antiga presença da mentira em campanhas eleitorais, mas há limites. Quando o INE inscreve 4,9 mil milhões de euros no défice de 2014 que atinge uns tresloucados 7.2%, é inadmissível que Passos, sem mexer um músculo da face, anuncie uma vitória através dos juros a receber pelo Estado. O Estado emprestou ao fundo de resolução (...)

mas por que é que as aulas começam mais tarde?

10.09.15
        "Mas este ano as aulas do não superior começam tão tarde", dizia-me alguém que habitualmente apontava as escolas como o principal problema do "sistema solar". É verdade: o Governo atrasou o início das aulas para que o caos nas colocações de professores obtenha um silêncio mediático. A história do calendário escolar regista alguns absurdos e acrescenta mais um. Alguém imagina a devastação que provocaria, a exemplo do ano anterior, a abertura dos telejornais com (...)