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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

"O velho e o mar"

15.06.22, Paulo Prudêncio
"O Velho e o Mar"”, de Ernest Hemingway (1952), é uma obra-prima do Nobel da Literatura de 1954. Li-o, a primeira vez, na adolescência (a minha época do "Moby Dick", de Herman Melville o autor do fascinante “Bartleby”). Recordo-o como contemporâneo das letras que Bob Dylan, o Nobel da Literatura de 2016, musicava. São "romances" paralelos, se me permitem. A actualidade certifica o fenómeno. "O Velho e o Mar"” retrata a amizade de um velho e pobre pescador com um rapaz. (...)

Uma Memória com data: 13 de Junho de 2009

22.07.19, Paulo Prudêncio
  António Costa disse, em 2015 na SICN e em pré-campanha eleitoral, que "os professores foram vítimas de uma guerra injusta, que prometo que não se repetirá, decretada num conselho de ministros de que fiz parte em 2006". Como uma guerra tem instrumentos, e como os que o Governo de Sócrates usou estão quase todos por reverter, esperava-se muito mais de um Governo que ainda beneficiou do apoio parlamentar do BE e PCP. Recordo um momento muito difícil em Junho de 2019.   Professores de Portugal, Uni-vos! (...)

A Falta de Professores Mais de 10 Anos Depois

19.02.19, Paulo Prudêncio
    Não sei se terá paciência para ler. Mas atrevo-me a dizer que é um texto que antecipou com fundamento a falta de professores.  Escolas sem oxigénio.  Texto publicado em 11 de Fevereiro de 2008. Estive presente numa reunião de professores, realizada numa das escolas das Caldas da Rainha, para escutar um movimento que nasceu na blogosfera e que se destina a manifestar a mais veemente discordância com o regime que se prevê que venha a organizar a avaliação dos (...)

E se só os ouvíssemos em 2020?

09.11.18, Paulo Prudêncio
      A cidadania democrática exige liberdade, primado das leis democráticas, voto por sufrágio directo e universal, partidos políticos e campanhas eleitorais. Dito isto, sublinhe-se que não há semana sem um estudo que identifique problemas graves (alguns com exigências financeiras) que afectam os professores e, de resto, a escola pública, os seus alunos e os restantes profissionais. São conclusões subscritas pelos partidos políticos todos (quando estão na oposição), pelo P (...)

da blogosfera e das memórias

22.09.18, Paulo Prudêncio
    Quatro anos depois (e esta memória chegou-me pelo facebook), leio este recorte do DN e mais me convenço que a nossa sociedade educativa tem uma tendência para os movimentos circulares. Ou seja, andamos, andamos muito até, mas voltamos quase ao ponto de partida. A clássica blogosfera é um resgisto dessa evidência.        

Ideologias e memórias

07.08.18, Paulo Prudêncio
      Foi há mais de vinte anos (22) que assisti a uma genial conferência de Eduardo Prado Coelho sobre corporeidade. A determinada altura, o conferencista afirmou: "Uma ideologia encerra sempre um conjunto de princípios inconfessáveis". Sei que a polémica à volta da bondade das ideologias é interminável. Também sei que a conclusão do saudoso Prado Coelho encerra uma dose elevada de cinismo. Mas a afirmação é, no mínimo, um belo ponto de partida para uma (...)

gorongosa, para uma teoria da paz restaurada

25.06.18, Paulo Prudêncio
      Reedição no dia da comemoração do 43º aniversário da independência da República Popular de Moçambique.       (1ª edição em 20 de Fevereiro de 2008)     Aproximava-se a independência de Moçambique quando fiz uma visita que guardo em lugar seguro.   Integrei uma selecção que representava a futura nação. Percorremos as principais cidades e realizámos jogos de basquetebol integrados nos festejos. O dia 25 de Junho de 1975foi eleito para o momento (...)

para além das provas e do inferno da medição

07.06.18, Paulo Prudêncio
      A aula terminou. Uma das tarefas, a estação de salto em altura, ficou organizada para a aula seguinte. Os alunos que usavam o meu Ipad (wi-fi desligado)para o registo de imagens (úteis como informação de retorno imediato na análise do salto e que apago de seguida) e de outros dados de organização de uma competição, concluíam procedimentos. Um aluno colocou uma bola de rítmica no chão a uns 5 metros da fasquia e disse-me que a derrubaria com um remate de futebol. (...)

haja memória

05.05.18, Paulo Prudêncio
           Luís Afonso   PS: Os professores da escola pública (PEC) têm memória e registam a hipocrisia que se passeia neste momento de implosão. Recordam-se do período 2005-2008. O desporto nacional preferido era malhar nos PEC. Aliás, o primeiro-ministro da altura sentia que era o "chefe que a direita gostaria de ter". Era apoiado pela direita, pela generalidade da opinião publicada e por alguns "privados" escolares e afins. Os socialistas terceira via ou neoliberais (...)

O Velho e o Mar (4)

24.12.17, Paulo Prudêncio
                              (1ª edição em 25 de Dezembro de 2012)       O romance "O Velho e o Mar"” (The old man and the sea), de Ernest Hemingway (1952), é uma obra-prima.  Li-o pela primeira vez na adolescência, na época do "Moby Dick", de Herman Melville - o autor do também fascinante “Bartleby” -, e julgo que nunca mais o voltei a ler.    É a história de um velho e pobre pescador que tinha uma forte amizade com um rapaz. Há muito que não (...)

os últimos 3 minutos

17.11.17, Paulo Prudêncio
      É evidente que há toda uma história para se perceber melhor o vídeo. Mas são os últimos 3 minutos de um atleta incrível: Kobe Bryant.    

da auto-estima

30.07.17, Paulo Prudêncio
            (Este texto não é inédito. Foi reescrito. O original foi publicado neste blogue em 27 de Maio de 2004)     Não foi fácil. Só ao terceiro encontrei a auto-estima. Passei pelo que estava mais à mão, o da Porto Editora, um só volume, e nada. Fui ao grande dicionário da língua portuguesa, do Círculo de Leitores, seis volumes, e zero. Não desisti. Recorri ao Houaissda língua portuguesa, também do Círculo de Leitores, seis volumes, seguramente os mais (...)

dos modelos e da memória

19.11.16, Paulo Prudêncio
      Escrevi assim em 30 de Março de 2011:   Vi ontem um debate na TVI24, moderado por Constança Cunha e Sá, com a participação de Medeiros Ferreira, Santana Lopes e Fernando Rosas. Santana Lopes introduziu a avaliação de professores para condenar a oposição. Medeiros Ferreira foi taxativo: o problema estava no modelo. Uma coisa que nasce errada acaba por (...)

"O velho e o mar" e o Nobel da literatura

14.10.16, Paulo Prudêncio
       "O Velho e o Mar"”, de Ernest Hemingway (1952), é uma obra-prima do Nobel da Literatura de 1954. Li-o, a primeira vez, na adolescência (a minha época do "Moby Dick", de Herman Melville o autor do fascinante “Bartleby”). Recordo-o como contemporâneo das letras que Bob Dylan, o Nobel da Literatura de 2016, musicava. São "romances" paralelos, se me permitem. A actualidade certifica o fenómeno. "O Velho e o Mar"” retrata a amizade de um velho e pobre pescador com (...)

O visitante 2 milhões

26.08.16, Paulo Prudêncio
        Um leitor que chegou ao Correntes por "mote próprio", às 08h57 do dia 26 de Agosto de 2016, é o visitante 2 milhões (no Apollofind) desde 2012 como se vê na imagem acima e na coluna direita do blogue. Há cerca de quatro anos troquei o contador Sitemeter pelo Apollofind. Tenho pena de não ter um contador para (...)

À volta da memória; e da história

22.08.16, Paulo Prudêncio
        Impressiona, em acontecimentos recentes, a pressa com que se pretende escrever a história com um revisionismo risível. A eliminação, ou adulteração, da memória tornou-se um hábito. Imagine-se, então, o que poderá acontecer quando tratamos o passado mais longínquo. É muito interessante a entrevista da revista do Expresso (20 de Agosto de 2016) a Sanjay Subrahmanyam - "considerado um dos grandes historiadores indianos e - pasme-se - um especialista sobre a presença (...)

História com RAM

16.05.16, Paulo Prudêncio
        Foi com o "país de tanga" de Barroso (2002) que o plano inclinou. Classificou os funcionários públicos (700 mil na administração central) como "culpados pelo despesismo" com os professores (175 mil) na primeira linha.   Mais tarde, em 2007, o país apresentava três indicadores: dívida de 67% do PIB, défice inferior a 3% (2.8% ou menos em cumprimento das regras europeias) e um crescimento de 2,3 ou 2,4%. Os número de funcionários públicos era semelhante a 2002, Em (...)