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Correntes

em busca do pensamento livre

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rever a matéria dada

28.08.17
        A troika e as avaliações, os fanatismos ideológicos, o casino financeiro, os offshores, os paraísos fiscais instalados, e há muito, em países europeus, o experimentalismo a que sujeitaram Portugal, a febre dos mercados e os jogos de sombras que capturaram o orçamento do Estado, são algumas das razões que transportaram a manipulação para o auge.   Por mais que os mentores confessem erros, não existirá desculpa histórica. O prolongamento da crise de 2008 reforça a (...)

Revisões

18.08.16
      A troika e as avaliações, os fanatismos ideológicos, o casino financeiro, os offshores, os paraísos fiscais também, e há muito, instalados em países europeus, o experimentalismo a que sujeitaram Portugal, a febre dos mercados e os jogos de sombras que capturaram o orçamento do Estado são algumas das razões que transportaram a manipulação para um auge.   Por mais que os mentores confessem erros, não existirá desculpa histórica. O prolongamento da crise de 2008 (...)

o público errou

02.09.14
      Este post é de 24 de Setembro de 2012. É impressionante como se esfumou o argumento que o MEC usava para disfarçar os cortes a eito no sistema escolar.       O que sobra é uma falta de respeito pela escola pública, pelos seus profissionais, alunos e encarregados de educação, que me leva a repetir a interrogação: "mas estas pessoas nunca mais são elevadas para uma qualquer fundação?"        

da saga de nuno crato

11.12.13
        Nuno Crato, na análise aos recentes resultados PISA, interpreta de um modo que permite concluir: mesmo sem a troika, Crato optaria pelos cortes curriculares, pelo aumento do número de alunos por turma e pela terraplenagem no esforço do sistema escolar nas últimas duas décadas. Refugia-se nos sete ministros do MEC na última década como se isso não advogasse que os progressos (...)

da velocidade e da história

08.12.13
        Vivemos tempos tão velozes que nem as "narrativas históricas" escapam à voracidade. Bastam uns dois a três anos para que o revisionismo histórico se tente impor com a adulteração dos factos e a manipulação dos dados disponíveis. Não é nada de novo, mas o que apenas me surpreende é a velocidade com que se vão ajustando os discursos à volta dos testes PISA; tomando como exemplo esses relatórios por continuarem na agenda mediática.   Sobre Mandela passa-se (...)

contra a função pública

18.11.13
         O discurso contra a função pública é antigo e acentuou-se nos últimos anos. É um tratamento injusto e faz parte do ciúme social nas sociedades pouco desenvolvidas ou em crise. O actual Governo, coordenado em boa parte pelo lado pato-bravista dos partidos que o compõem, revelou esse sentimento e usou-o para dividir os portugueses.     Só quem está ao serviço dos lóbis que nos desgraçaram é que dá uma imagem diferente da Irlanda da que se

de desplante em desplante - um MEC em roda livre

12.11.13
        Sabia-se que não existiam "(...)dados socioeconómicos para as privadas(...)" (onde se incluem as cooperativas financiadas integralmente pelo Estado), mas também se sabia que "(...)A maioria esmagadora das pessoas interpreta os rankings como sendo a manifestação da qualidade de uma escola. Os dez primeiros têm uma publicidade fabulosa.(...)" e que "(...)nesse dia os jornais vendem mais…(...)".

a manipulação está no auge

29.09.13
          A troika e as avaliações, os fanatismos ideológicos, a corrupção e as fortes influências dos mentores, o casino financeiro, os offshores, os paraísos fiscais instalados em países do eurogrupo, as diversas campanhas eleitorais, o experimentalismo a que sujeitaram Portugal, a febre dos mercados, os jogos de sombras do bloco central e por aí fora, são alguma das inúmeras (...)