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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

E a Imaginação?

28.02.19
    A agenda mediática inundou-se de desaceleração económica, em Portugal e na Europa, e o discurso dirigiu-se de imediato para os travões na carreira dos professores. Convenhamos que essa "impossibilidade" não esperava por este momento. Mas a pergunta que se impõe é outra: onde estão as propostas decorrentes da imaginação?

Os Professores e As Esperas

13.02.19
      O PR vetou a recuperação parcial do tempo congelado e apelou à criatividade. O Governo disse que reabrirá negociações. Faça-se um aviso técnico em tom irónico: não há preparação para apurar com rigor quanto custa a recuperação total do tempo de serviço; não vale a pena esperar pelos números. O tempo passa e nada acontece. Entretanto, aumenta a frequência de notícias com a falta de professores. E era fundamental que a sociedade conhecesse o desprezo (...)

Vence-os Pelo Cansaço, Terá Dito o Príncipe?

24.01.19
      Ouvi noutro dia e concordo: Maquiavel, no Príncipe, foi um generoso, ao contrário do espírito insinuado nas inúmeras vezes em que é nomeado; limitou-se a explicar, o que é diferente de propor ou concordar, o que observou. Se com os professores o Governo continua no registo "vence-os pelo cansaço", será melhor ler, ou reler, o Príncipe e não confiar no que dizem que lá está escrito. Os professores voltaram hoje aos protestos de rua através da acção dos (...)

professores descrentes, agastados ou radicalizados

06.10.18
      A generalidade dos professores está descrente, agastada ou radicalizada. Como alguém disse, "só os alunos dão ânimo aos professores". Há mais de uma década que é assim. A mediatização abre com greves, manifestações, vigílias ou protestos pontuais e é intervalada por analistas, jornalistas, comentadores, tudólogos e dirigentes políticos que se entretêm no "arremesso ao professor". Quando se prova que mentiram, nada é reposto. É uma devassa inigualável. Até (...)

da mesa negocial sobre os professores

25.07.18
      É este o resultado da comissão técnica? É isto que têm para dizer depois destas greves? Os sindicatos dizem que o Governo não tem dados rigorosos? Li várias notícias e concluí: a mesa negocial está em-estado-de-fingimento (ou a gozar?) e depois admira-se com a radicalização vigente com tendência a agravar-se. O Expresso apresenta o problema assim "Proposta para recuperar dois anos e 9 meses de tempo de serviço custa 180 milhões de euros. No final da reunião sobre os custos do descongelamento e da recuperação de tempo de serviço, o Governo voltou a reafirmar as suas contas e os sindicatos mantiveram as suas dúvidas.(...)Negociação política só em Setembro.(...) (...)

Governo e sindicatos em reflexão aturada

09.07.18
    O Governo e a plataforma de sindicatos de professores estão, desde 3 de Julho de 2018, em aturada reflexão para a reunião, de 11 de Julho de 2018, convocada por um executivo de agenda sobrelotadíssima. Os membros da mesa negocial passarão os próximos dois dias em exercícios de consultoria enquanto os professores contabilizam mais de trinta dias de greve aos conselhos de turma.