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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

"Fabulário Amoral de Fauna e Flora"

25.07.19
  É uma interessante obra de pequenos contos. Côta Seixas criou um fabulário amoral, de Fauna e Flora, inesperado, por vezes desconcertante, e sempre junto à margem. Os depurados símbolos, e as metáforas, levam-nos ao lugar da solidão e da liberdade. Oitenta páginas que exigem leitura repetida. Só não se deglutem num fôlego, porque cada conto acompanha-se de um significativo desenho de Tiago Seixas. Parar, respirar, contemplar e seguir. Passado e futuro intermediados pelo (...)

Políticas Educativas e Avaliação dos Alunos

24.06.19
  Aparece-me várias vezes na superfície da mente a frase de Gonçalo M. Tavares: "A política parece cada vez mais uma administração de palavras e não de coisas. Não se trata já de transportar pesos, de “deslocar” acontecimentos de um lado para outro, trata-se antes, e primeiro, de um transporte de vocábulos". O escritor referiu-se à política em geral, mas o transporte pode-se aplicar à política educativa e ao limbo em que caiu a avaliação dos alunos (...)

"Nuvem Humana"?

19.06.19
  "Podemos chegar a um futuro em que uma parte da força de trabalho desenvolverá diferentes tarefas para assegurar o seu rendimento - pode-se ser um motorista da Uber, um shopper do Instacart, um anfitrião do Airbnb e um Taskrabbit", Klaus Schwab (2017:46), "A Quarta Revolução Industrial".  Ou seja, é pertinente a interrogação (bem fundamentada) que coloca os professores contratados neste nível de precariedade. Aliás, o facto da profissão de professor não aparecer nos (...)

Da Economia

24.05.19
      Nota: "(...)O fármaco da dura austeridade, como observaram vários economistas, em vez de curar o doente, enfraquece-o de modo ainda mais implacável. Sem se interrogarem sobre os motivos que levaram as empresas e os Estados a endividarem-se - estranhamente, o rigor não faz mossa à corrupção que prolifera e aos chorudos ordenados de ex-políticos, administradores, banqueiros e conselheiros! -, os múltiplos orquestrares desta deriva recessiva não estão nada perturbados (...)