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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

O que se espera do novo Governo?

25.11.15
      Espera-se decência e que não descolem da realidade. Os governantes da última década deixavam perplexas, tal o grau de manipulação, as pessoas minimamente informadas. O elenco governativo já conhecido parece receber boas opiniões. É evidente que uma década de queda acentuada requer tempo para reerguer o essencial, mas é fundamental que a sociedade perceba uma firme vontade de mudar.

António Costa é primeiro-ministro

24.11.15
      Cavaco Silva syrizou e seguiu o tortuoso guião. Reconheça-se a perseverança, e a coragem, de António Costa e os méritos de Catarina e Jerónimo. Abrem-se crises nos partidos da direita. A radicalização foi penalizada e até Merkel a dispensa na imprescindível nova fase europeia; espera-se.   Post editado no facebook há cerca de uma hora com base

dos adiamentos de Cavaco Silva

23.11.15
        Prefiro continuar a pensar que Cavaco Silva syrizou e que estas coreografias servem para que também os "seus" não lhe apontem a porta mínima. A opção de dar tempo aos "seus" para fotocópias, varridelas para debaixo das carpetes e últimos jobs, é demasiado antipatriota para um PR; como seria também impensável que Cavaco Silva "desse tempo" a António Costa para conseguir um melhor acordo com os partidos à sua esquerda; afinal, um Governo em plenas funções é (...)

e ainda fazíamos chacota dos gregos

20.11.15
        A Grécia marcou umas legislativas recentemente, houve campanha eleitoral e votação; três dias depois deram posse ao Governo. Por cá é o que se vê. O PR fala em crise política. Qual crise? Onde é que a democracia não está a funcionar? Parece que a muito custo Cavaco Silva lá se decidiu a ouvir todos os presidentes das juntas de freguesia, mas com duas condições: audiências mínimas de uma hora e não mais do que três por dia.  

dos grandes aparelhos partidários

16.11.15
      "Funções governativas também significam 4000 empregos; são a prazo, mas bem remunerados e com bons contactos. A crispação é mais acentuada em quem sai e os chefes fazem o seu papel", disse um politólogo na TSF. Não fixei o nome, mas percebi que tinha um doutoramento em oligarquias.      

do dia seguinte ao histórico

11.11.15
      O Shakespeare estava numa agitação incomum. O meu vizinho, o dono, esclareceu-me: o PAN reivindicou, em pleno momento histórico, alterações na dedução em IRS e o Shakespeare, um pastor alemão, parece que intuiu que vai ter mais biscoitos. É espantoso. Fui ver os partidos que ficaram atrás do PAN e dei com o Livre, Marinho e Pinto, Garcia Pereira e por aí fora. O povo é sábio e, afinal, de extremos a votar. Se a história relatada é, no mínimo, estranha, (...)

Passos e as cooperativas de ensino

10.11.15
      "A despesa com as cooperativas de ensino foi, nestes quatro anos, de 600 milhões. Inferior aos 900 milhões de 2007 a 2011", disse ontem Passos Coelho no parlamento (considerou-as não-públicas; baralha-se). Não se pode dar crédito a estes números, mas parecem próximos do real. Os governos de Barroso e Santana Lopes alargaram repentinamente as cooperativas de ensino "ilegais", os de Sócrates tornaram o financiamento escandaloso e os de Passos e Portas assumiram, mais (...)

ajudar cavaco silva a terminar o mandato?

09.11.15
      Ouvi há pouco Passos Coelho, e terminada a campanha eleitoral, ser coerente: o seu Governo teve as limitações da troika mas executou as "transformações da sociedade". Ou seja, a "destruição criadora" fez do além da troika o seu programa.   Foi também hoje que li que Merkel, Schäuble e Dijsselbloem estão "preparados para trabalhar com qualquer Governo legítimo". Em 23 de Outubro de 2015 escrevi assim (com o risco de me citar): "Ao excluir o BE e a CDU de (...)

do fim da mobilidade especial

08.11.15
      O anunciado "fim da mobilidade especial na administração pública" é um momento emocionante para milhares de pessoas. Os tempos são de tal ordem, que nem percebi se é o cinismo de Passos e Portas ou se é já o possível Governo das esquerdas. Por incrível que possa parecer, haverá medo que mudará de lado e regressará alguma decência à vida democrática das organizações.