Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

do tal prefácio

16.06.11
    Muitas linhas se escreveram sobre o prefácio do primeiro-ministro indigitado no livro de Castilho (2011), "O ensino passado a limpo". Entre a concordância com uma série de ideias que merecem consenso entre os que mais se bateram contra os desmiolos recentes, pode ler-se o seguinte na página 9: "(...)Por fim, é importante reconhecer que os últimos anos têm trazido (...)

queda na real

06.06.11
      Uma enorme franja do PS embeveceu-se com os aplausos da direita, só Lacan explicará bem a coisa, e maquinou uma série de "reformas" com um denominador comum: sistemas que previam tudo menos a existência de pessoas.   Não foi preciso muito tempo para caírem na real. Acordaram com um país na bancarrota e com a esquerda varrida eleitoralmente. Se o único argumento de autoanálise que lhes resta é apontarem como papões os parceiros de 2005 a 2008, bem se podem (...)

derrota histórica

05.06.11
    Pouco mais de 5 anos depois, este PS consegue desbaratar o seu eleitorado e sair pela porta pequena. Deixa o país entregue a uma maioria de direita acompanhada por um presidente da mesma área política. Digamos que este resultado foi desenhado tão de início que as suas consequências eram inevitáveis: quem começou a governar com tanto aplauso da direita, só podia esperar que o eleitorado acabasse por mudar apenas com base nas questões de personalidade do ainda primeiro-ministro.

fim de um capítulo

05.06.11
    Seis anos depois, e com muito sofrimento pelo meio, um conjunto significativo de professores portugueses tem o coração a rejubilar de dever cumprido. Nunca tinha vivido nada assim. O dia 5 de Junho de 2011 fica marcado pelo fim de um capítulo trágico para o poder democrático da escola no seu mais amplo significado. Amanhã iniciar-se-á uma nova fase. Espera-se que o (...)

dois momentos

05.06.11
    Na dura luta dos professores portugueses, existiram vários momentos que nunca esqueceremos. Lurdes Rodrigues foi cínica com os votozinhos e o Secretário Pedreira gozou, em pleno parlamento, com a dor dos professores; chamou-lhes coitadinhos. A pena do genial Antero retratou-os assim:          

se

05.06.11
    Há pouco tempo, Pacheco Pereira, um insuspeito de simpatizar com as causas defendidas pelos professores, escreveu assim a propósito de José Sócrates: "(...)mas também algum corporativismo à mistura, como se passa com os professores, os únicos que o venceram até agora.(...)".   Pois é. Se o ainda chefe do governo de gestão perder estas legislativas, há um conjunto de professores, (...)