Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Manoel de Oliveira (1908 - 2015)

05.04.15, Paulo Prudêncio
        Chego ligeiramente atrasado ao anúncio do falecimento (2 de Abril de 2015) do Mestre do cinema português, mas confesso que não me preparei para o sucedido.   Vi, seguramente, mais de uma dezena de filmes do grande cineasta (sempre em salas vazias). O realizador rasgou fronteiras e tem algumas obras que me recordam um dos meus (...)

viver

19.11.10, Paulo Prudêncio
      "A mais elevada forma de arte é a arte de viver", é uma opinião, que partilho, do cineasta iraniano Abbas Kiarostami. Aquele que é um dos meus cineastas preferidos dá uma interessante entrevista ao suplemento Ípsilon do Público de hoje. E acrescenta: "Mas a arte pode transformar a mais grosseira "arte de viver" numa forma mais elevada e ainda mais verdadeira do que a originalidade da vida". Bem sabemos como a arte de viver implica o relacionamento com os outros: o inferno ou o conforto será a eleição decisiva. Mas a arte, nas suas mais variadas expressões, pode desempenhar o papel que estava destinado à religião.

vitória do amor

29.06.10, Paulo Prudêncio
            O amor nem sempre vence o poder, mas é o único caminho para a sabedoria. É mais ou menos assim que Abbas Kiarostamitermina mais uma obra-prima. O cineasta iraniano filma quase sem efeitos especiais, (...)

Copie Conforme

15.04.10, Paulo Prudêncio
  Copie Conforme é o novo filme de um dos meus realizadores preferidos o cineasta iraniano Abbas Kiarostami. A nova fita vai concorrer na fase mais a doer da Palma de Ouro do Festival de Cannes deste ano. Não sei porquê, mas a coisa promete. Pode saber mais aqui.

afinal estava em itália

18.10.09, Paulo Prudêncio
              Soube pelo suplemento ípsilon que Abbas Kiarostami estava em Itália. Afinal um dos meus realizadores preferidos filmava na Toscânia enquanto decorria a revolução verde no Irão que, e segundo a opinião de Kiarostami, foi feita pelos filhos da primeira revolução.   O suplemento do (...)

abbas kiarostami

30.06.09, Paulo Prudêncio
  Faz quinze ou dezasseis anos, mais ou menos, claro, que acompanho o genial cinema de Abbas Kiarostami.No princípio, e se bem me lembro, parecia-me uma excentricidade esta coisa de ver cinema iraniano, mas rapidamente percebi que a linguagem cinematográfica de Kiarostami era um desafio permanente. A validade do argumento, a capacidade de contar a história e a excelência das imagens - apesar dos parcos meios ao seu dispor, considerando, claro, a exorbitância de meios e de (...)