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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

Da força do jornalismo de investigação

13.12.17
      "As denúncias que, há mais de um ano, chegavam ao ministério desapareceram. Uma das últimas originou o inquérito em curso da inspecção do trabalho. Entretanto, o jornalismo de investigação mediatizou o assunto e em 48 horas demitiram-se um SE e a presidente da Raríssimas e o ministro do trabalho é chamado ao parlamento pelo seu partido". Concordo com esta observação radiofónica. O jornalismo de investigação tem muita força. Já o comprovou noutras causas perdidas (...)

De Trump e da indiferença perante a crueldade

05.02.17
      "(...)Pior do que a crueldade, sempre gratuita, é esta indiferença perante a crueldade. As pessoas que resolvem olhar para o lado, fugir com o rabo à seringa, pretendendo não ver. As pessoas que têm horror da resistência. Os facilitadores. Os cúmplices. Os assalariados. Os corrompidos. Os cobardes. Os amorais. Os neutros. O que assusta em Trump não são as políticas de Trump. O que assusta é a crueldade, traço evidente para quem viu os episódios de "O Aprendiz" (...)

já assinei

16.10.12
        As petições têm proliferado e os seus autores consideram-nas, naturalmente, justas e pertinentes; o excesso tem sempre desvantagens, mas é um sinal dos tempos. Tenho ideia que a maioria resume-se ao preenchimento de um pequeno espaço mediático e são raras as que atingiram um objectivo mais ousado. Assinei uma petição "em defesa da manutenção da qualidade do (...)

cor-de-rosa

11.04.11
    Raramente contacto com a chamada imprensa cor-de-rosa. Faço uma aproximação através duma página do suplemento P2 do Público. No sábado, o Público fazia referência a uma atitude interessante do actual primeiro-ministro inglês. Sabemos como os britânicos estão à beira da explosão e como os políticos profissionais têm sido apanhados em flagrante ganância e despautério. Dei algum desconto e registei o acontecimento.   O senhor viajou para Málaga numa low-cost, (...)

vão matar-te

04.02.11
      Conheci o Paulo Moura através de um amigo comum. Foi no século passado. Veio à nossa escola falar com alunos sobre jornalismo "arriscado". Almoçámos e conversámos muito sobre os riscos do antigo jornalismo denominado de independente. O Paulo Moura é uma pessoa que vai onde quase ninguém quer ir. Já o seguia, mas fiquei ainda mais atento. Hoje, como pode ler aqui, está no (...)