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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

Do jogo infinito

09.02.17
    No seu grave recanto, os jogadores Deslocam os peões. O tabuleiro Tem-nos até à alva do altaneiro Âmbito em que se odeiam duas cores.   Dentro irradiam mágicos rigores As formas: torre homérica, ligeiro Cavalo, alta rainha, rei postreiro, Oblíquo bispo e peões agressores.   Quando os jogadores se houveram ido, Quando o tempo os tiver já consumido, Nem por isso terá cessado o rito.   A leste se ateou uma tal guerra Que hoje se propaga a toda a terra. Como o outro, este (...)

Editorial (28)

17.03.16
                                  Gosto da ideia de blogue. Racionalizo o mundo e liberto a alma. Os blogues são uns clássicos das redes sociais. Tento não entrar em qualquer obrigatoriedade e apenas os picos do exercício de cidadania exigiram alguns excessos. Reduzi a divulgação nas redes sociais e não repetirei alguns (...)

Composição escrita num exemplar da gesta de beowulf (2)

04.06.15
        Pergunto a mim próprio que razões Me movem a estudar sem uma esperança De precisão, enquanto a noite avança, A língua desses ásperos saxões, Já gasta pelos anos a memória Deixa cair a em vão repetida Palavra e é assim que a minha vida Tece e destece sua exausta história Será (disse-me então) que de algum modo Secreto e suficiente a alma sabe Que é imortal e que o seu vasto e grave Círculo abarca tudo e pode tudo. Pra lém deste cuidado e deste verso Espera- (...)

do universo

11.12.14
          Pergunto a mim próprio que razões Me movem a estudar sem uma esperança De precisão, enquanto a noite avança, A língua desses ásperos saxões, Já gasta pelos anos a memória Deixa cair a em vão repetida Palavra e é assim que a minha vida Tece e destece sua exausta história Será (disse-me então) que de algum modo Secreto e suficiente a alma sabe Que é imortal e que o seu vasto e grave Círculo abarca tudo e pode tudo. Pra lém deste cuidado e (...)

COMPOSIÇÃO ESCRITA NUM EXEMPLAR DA GESTA DE BEOWULF

27.07.14
              Pergunto a mim próprio que razões Me movem a estudar sem uma esperança De precisão, enquanto a noite avança, A língua desses ásperos saxões, Já gasta pelos anos a memória Deixa cair a em vão repetida Palavra e é assim que a minha vida Tece e destece sua exausta história Será (disse-me então) que de algum modo Secreto e suficiente a alma sabe Que é imortal e que o seu vasto e grave Círculo abarca tudo e pode tudo. Pra lém deste (...)

do poeta

19.10.12
        No seu grave recanto, os jogadores Deslocam os peões. O tabuleiro Tem-nos até à alva do altaneiro Âmbito em que se odeiam duas cores. Dentro irradiam mágicos rigores As formas: torre homérica, ligeiro Cavalo, alta rainha, rei postreiro, Oblíquo bispo e peões agressores. Quando os jogadores se houveram ido, Quando o tempo os tiver já consumido, Nem por isso (...)