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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

A História mudará no Século XXI?

22.12.18
   Rafael Valladares, historiador espanhol, tem um livro sobre a restauração da nossa independência - "A Independência de Portugal - Guerra e Restauração 1640 - 1680" é o título da obra, editado pela "A Esfera dos Livros" -."Ao contrário do que dizia a historiografia nacionalista dos séculos XIX e XX, a Restauração não foi um movimento geral da nação portuguesa contra Castela e muito menos contra a Espanha. Foi uma revolta das elites portuguesas, principalmente uma parte (...)

A fila dos professores é outra

09.12.18
  Os professores são sensatos. Nunca exigiram retroactivos (mais de 8 mil milhões de euros) e até a recuperação do tempo de serviço (600 milhões nas contas inflacionadas) admitiu um faseamento. Os professores, e não só, não exigem retroactivos, mas fartam-se de pagar retroactivamente. Explico-me.O crescimento económico não é a "maré enchente que subirá todos os barcos" porque a riqueza acumulada numa minoria não é taxada, nem redistribuída, e acentua as desigualdades. (...)

da história e dos factos

15.11.18
      Durante a invasão alemã, na segunda guerra mundial, estima-se que oitenta por cento dos franceses colaboraram com o regime nazi. Os vinte por cento sobrantes organizaram a resistência. No dia da derrota final do regime hitleriano, a maioria festejou com emoção a liberdade. Dá ideia que a Europa não aprende com a história ou a memória recua muito pouco; ou são os dois factos que se impõem.

dos direitos e da história

09.10.18
   A história da distribuição da riqueza é política. Não se reduz a mecanismos puramente económicos. Lê-se em dois clássicos: a "Riqueza das Nações" de Adam Smith ou "O capital no século XXI" de Thomas Piketti. Sempre foi questionável a noção de que a economia é uma ciência independente da filosofia moral e política. A foto, e a sua história, remete-nos para a complexidade do problema: há sempre uns quantos que aspiram enriquecer à custa do trabalho dos (...)

A trilogia de Centeno: lapso por desatenção, conversão ou taticismo?

29.08.18
  Há uma dicotomia no aproveitamento europeu dos impérios: Grécia, Itália, Espanha e Portugal (nem todos na mesma escala) não mantiveram muitas das riquezas materiais até à actualidade; pelo contrário, Holanda, Bélgica, Noruega, Reino Unido, Suécia, Alemanha e França (e ainda a Suiça e o Luxemburgo) mantêm os domínios essenciais. E não basta olhar para a bandeira das multinacionais europeias bem sucedidas. Há ainda negócios de biliões que passam pela energia e existem (...)