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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

"Por Não Terem Entendido" - e Exportado para as Antigas Colónias

26.01.20
    "Os portugueses se atormentam, se perseguem e se matam uns aos outros, por não terem entendido que o Reino, tendo feito grandes conquistas, viveu por mais de três séculos do trabalho dos escravos, e que perdidos os escravos era preciso criar uma nova maneira de existência, criando os valores pelo trabalho próprio". Mouzinho da Silveira, 1832 (Citado por Eduardo Lourenço em "O labirinto da saudade", 1972:9) (1ª edição em 22 de Setembro de 2011)

Um Tango para a Liberdade

03.01.20
    A RTP2 apresentou, ontem e anteontem, os dois episódios da série "Um tango para a liberdade" que denuncia a cruel ditadura de Videla, equivalente à de Pinochet, num período tenebroso da América Latina. Impressionou-me o registo inicial do movimento das mães da Praça de Maio. A coragem da sua acção foi decisiva para o fim do pesadelo. Os argentinos designam como “dia do desprezo” a data do nascimento do genocida Videla.

É Outra, a Fila dos Professores

08.06.19
      Texto de 09 de Dezembro de 2018.   Os professores são sensatos. Nunca exigiram retroactivos (mais de 8 mil milhões de euros) e até a recuperação do tempo de serviço (600 milhões nas contas inflacionadas) admitiu um faseamento. Os professores, e não só, não exigem retroactivos, mas fartam-se de pagar retroactivamente. Explico-me. O crescimento económico não é a "maré enchente que subirá todos os barcos" porque a riqueza acumulada numa minoria não é taxada, nem (...)

Da História e dos Direitos

31.05.19
    Sempre foi questionável a noção de que a economia é uma ciência independente da filosofia moral e política. A foto, e a sua história, remete-nos para a complexidade do problema: há sempre uns quantos que aspiram enriquecer à custa do trabalho dos outros e o difícil, e belo, exercício democrático consiste em contrariar a natureza humana. Michael Sandel, em "O que o dinheiro não pode comprar", coloca a questão actual assim: "Quanto mais os mercados invadem esferas (...)