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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Novembro será novamente o mês da explosão da indignação?

27.10.23
Os professores explodiram de indignação e exaustão em Novembro de 2022. Ninguém os poderá acusar de terem cruzado os braços. Rebocaram os seus intermediários, os sindicatos, e abalaram a inamovível inércia governativa. Há inúmeros sinais de uma nova explosão, que se tornou um movimento cíclico e estrutural desde 2008. São notórios os instrumentos de proletarização dos professores, de fuga a esse exercício fundador do ensino e de queda da escola pública. A situação (...)

A autocracia na escola também atinge os assistentes administrativos e operacionais

09.10.23
A escola pública adoeceu e adoece os seus profissionais. Entramos no 50º aniversário do 25 de Abril com a escola excluída do laboratório da democracia e com os seus profissionais entregues a uma selva de amiguismo, clientelismo e caudilhismo. No caso dos assistentes administrativos e operacionais, há ainda a passagem da sua vinculação profissional para os municípios com uma carreira desvalorizada e avaliada pelo trágico SIADAP. "(...)Greve de hoje já fechou 50 escolas. Sindicato fala em adesão acima de 65%. (...)

Os professores não param (nem confiam)

17.04.23
Os professores não param (nem confiam). Era expectável e não se prevê o fim da contestação (que tem a compreensão da maioria da população e a tradução em sondagens). É, naturalmente, o momento mais forte da luta dos professores nestas duas décadas. Se em 2008 os protestos antecipavam a "fuga" de professores e a perda da atractividade do exercício, nesta altura, e com a acumulação de brutais injustiças, é imprevisível estabelecer qualquer limite. Regressa hoje outro (...)

Descentralização versus desconcentração - o espelho do caos com 308 mini-ministérios da educação

18.03.23
Descentralização versus desconcentração - o espelho do caos quando os 308 mini-ministérios da educação assumirem em pleno o sector. Até haverá, como na Madeira e nos Açores, municípios a recuperar tempo de serviço dos professores para motivar candidaturas. É bom que se tenha em conta a cultura de caudilho municipal associada à partidocracia - alargou-se dos municípios às escolas e será uma combinação ainda mais explosiva. "Serviços mínimos nas escolas dividem autarquias.  (...)