Li, em tempos, no Público, numa interessante rubrica intitulada "o discurso que nunca foi feito", um texto escrito de Gonçalo M Tavares intitulado "sobre a politica contemporânea".
Escreveu duas epígrafes, uma de Harold Brodkey e outra de José Bragança de Miranda.
A de José Bragança de Miranda diz assim: "Sendo a politica um agir livre, tudo pode recomeçar, mas não de qualquer maneira nem em qualquer lugar".
"Tentandoultrapassar a espuma dos dias e ir (...)
A manipulação informativa na política teve um auge com o inesquecível ministro da informação do Iraque no derradeiro governo de Sadam; mas fez escola e a governação nas democracias não é alheia ao fenómeno. Já nem se questiona mudar o que é estrutural; é suficiente manipular com ênfase o discurso na realização do óbvio.
Li, em tempos, no Público, numa interessante rubrica intitulada "o discurso que nunca foi feito", um texto escrito de Gonçalo M Tavares intitulado " (...)
Do díario que Gonçalo M. Tavares está a escrever para o Expresso:
"4 de Abril
(...)
Um drone em cima de cada aluno até o aluno
aprender tudo.
De A a Z e do zero ao infinito.
Se o aluno não aprender, o drone envia um
pequeno choque eléctrico - diz alguém.
Ideia sensata, mas difícil tecnicamente - diz
outro.
Ideias perversas para um novo século que está
ansioso por começar antes do tempo."
Continua.
Li, em tempos, no Público, numa interessante rubrica intitulada "o discurso que nunca foi feito", um texto escrito de Gonçalo M Tavares intitulado "sobre a politica contemporânea".
Escreveu duas epígrafes, uma de Harold Brodkey e outra de José Bragança de Miranda.
A de José Bragança de Miranda diz assim: "Sendo a politica um agir livre, tudo pode recomeçar, mas não de qualquer maneira nem em qualquer lugar".
"Tentandoultrapassar a espuma dos dias e ir (...)