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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Carlos do Carmo (1939-2021)

01.01.21
Decorria o ano de 1972 ou 73, vivia na então Lourenço Marques (hoje, Maputo), e fui jantar à Pizzaria "La Bússola" que tinha uma lasagna única e música ambiente com sabor a liberdade. Foi aí que ouvi pela primeira vez "As canoas do Tejo" de Carlos do Carmo. Nunca mais me saiu do ouvido. E era uma época em que os jovens moçambicanos desprezavam, naturalmente, quase tudo o que vinha de Portugal e da metrópole, onde se incluía o fado. Zeca Afonso era a música portuguesa ouvida (...)

Em Pequeno

23.03.19
      "(...)Ficara muito impressionada com a história de um ministro, estava implicado o museu, estava implicada Pompeia. Imma disse-me em tom grave: sabes, mãe, que um ministro da educação, o ministro Nasi, um representante do povo há quase cem anos, aceitou como oferta de pessoas encarregadas das escavações de Pompeia uma estatueta de valor acabada de desenterrar? Sabes que ele fez decalques das melhores obras de arte encontradas em Pompeia, para decorar a sua villa de (...)

E Jaime Neves entregou-me o "crachá" de Comando (na imagem)

20.07.18
      Reedição a propósito dos desenvolvimentos das recentes mortes  de instruendos dos Comandos.      As praxes nos cursos de Comandos eram toleradas; os excessos nem tanto. Mas eram, e são, espaços incontroláveis. E é exactamente nesse domínio, na coacção constante, violenta e não programada, sobre os jovens instruendos, que tudo começa como é retratado na muito boa peça do Público que tem um título realista: "O instrutor dos Comandos avisou-nos: vou tornar-me num animal (...)