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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

Capa Sim, Capa Não

05.01.19
   Os professores são definitivamente o assunto de 1ª página. O Expresso da semana passada abria com um PR mãos largas, "Marcelo quer que Governo dê mais aos professores", que o próprio se apressou a desdizer e a possibilitar versões e mais versões. Agora, que regressam negociações, o Expresso avisa: "Professores podem ficar sem mais nada."   Nota: a notícia da OCDE é sei lá o quê. 

Perguntas sobre o tempo de serviço

03.01.19
      Recebi o seguinte email de Mário Silva (com o assunto "primeiras perguntas idiotas de 2019"):   "Na China existe um país e dois sistemas (político comunista e económico capitalista); em Portugal, existe um país e 3 sistemas educativos: continente, Madeira e Açores. Assumindo que os docentes dos Açores e Madeira vão recuperar os 9 anos de tempo de serviço e os do continente apenas 2 anos, surgem várias dúvidas: - se um professor das ilhas concorrer para o continente, (...)

Professores na "nuvem humana"?

27.12.18
    "Podemos chegar a um futuro em que uma parte da força de trabalho desenvolverá diferentes tarefas para assegurar o seu rendimento - pode-se ser um motorista da Uber, um shopper do Instacart, um anfitrião do Airbnb e um Taskrabbit", Klaus Schwab (2017:46), "A Quarta Revolução Industrial".  Ou seja, é pertinente a interrogação (bem fundamentada) que coloca os professores contratados neste nível de precariedade. Aliás, o facto da profissão de professor não aparecer nos (...)

O contorcionismo à volta do tempo de serviço

26.12.18
      O contorcionismo à volta do tempo de serviço dos professores explica-se no que levamos de milénio: é o grupo profissional mais numeroso na administração pública e, pela natureza das funções, o alvo mais apetecível da inveja social. A segunda variável parece mesmo inultrapassável, embora não se confirme nos inquéritos confidenciais sobre o crédito das profissões onde os professores ocupam os lugares cimeiros. Tem ainda duas características que irritam o mainstream

Acordaram

08.12.18
      Se existisse um programa decente para aposentações de professores (um grupo profissional que ainda há poucos anos se reformava entre os 56 e os 58 (52 no pré-escolar e 1º ciclo) com 35 anos de serviço), dá ideia que as escolas perdiam mais de 40 mil imediatamente. Mas quanto mais tarde se enfrentar a "organização de trabalho que adoece os professores", pior. O DN resume um estudo da OCDE que apresenta os números baixíssimos de aposentações em 2018 e nos anos anteriores: "