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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Afinal, os eleitores discordam de quem diz que as pessoas de esquerda têm uma qualquer doença contagiosa

13.10.25, Paulo Prudêncio
Afinal, os eleitores discordam de quem diz que as pessoas de esquerda têm uma qualquer doença contagiosa. Do ponto de vista da educação e pensando também no futuro, o que é factual é que as ainda vigentes, e comprovadamente desastrosas, políticas educativas dos governos de José Sócrates foram subscritas por toda a direita (incluindo os que transitaram para os novos e extremados partidos) e mantidas ou agravadas sempre que governou. Há, portanto, que erguer a democracia, (...)

Sobre a não candidadtura presidencial de António Sampaio da Nóvoa

14.08.25, Paulo Prudêncio
Apoiei, publicamente e há dez anos, a candidatura presidencial de Sampaio da Nóvoa. Foi a primeira vez que apoiei um candidato integrando publicamente o movimento. Percebi a agressiva divisão dentro do PS, nomeadamente da corrente que apoiou Maria de Belém. Não fosse isso, e talvez houvesse uma segunda volta e tudo podia acontecer. Mas foi uma campanha inesquecível. Subscrevo este post do Paulo Guinote sobre a não candidatura presidencial de António Sampaio da Nóvoa. Finalmente! (...)

A trágicomedia do país nas mãos dos votantes no Chega

25.03.25, Paulo Prudêncio
Antes do mais, há sempre que considerar quem defende que os países funcionam melhor sem Governo e que o tempo é tão veloz que o que levaria anos a saltar à vista ocorre em poucos meses. Por exemplo, quem diria que em Maio de 2025 o país terá que esperar pelas decisões dos votantes do Chega da eleição anterior para saber quem vai governar. Recuando a 2022 e à maioria absoluta do PS que caiu vertiginosamente, a sucessão de casos, casinhos e outras coisas eticamente não (...)

O trumpismo não pode condenar as eleições em Moçambique ou na Venezuela

12.11.24, Paulo Prudêncio
Um defensor do trumpismo não pode condenar as eleições em Moçambique ou na Venezuela. Ou melhor: pode, porque um entusiasta de Trump pode defender tudo e o seu contrário. Vamos lá repetir o óbvio. Como ponto prévio, sublinhe-se que Trump venceu, em 2024 e inequivocamente, as eleições presidenciais nos EUA. A transição de Biden para Trump decorrerá democraticamente. Biden respeitará as regras. Em 2020, Trump perdeu para Biden. Não aceitou os resultados, nem apareceu na (...)

Parece o triunfo da boçalidade

06.11.24, Paulo Prudêncio
Independentemente de tantas análises que se possam fazer, há uma espécie de triunfo da boçalidade que se vai disseminando pelas democracias ocidentais. Para além do mais, os erros mais reconhecidos do mainstream e do capitalismo selvagem são também da responsabilidade dos que agora usam a boçalidade para captar ressentidos e excluídos.  Parece que nos EUA não haverá pesos e contra-pesos o que terá resultados imprevisíveis. (já agora, Trump, o seu círculo e os seus (...)

Conversa Sobre Educação

22.09.21, Paulo Prudêncio
Um vídeo com uma Conversa Sobre Educação (tem que clicar em continuar a ler para chegar ao vídeo). O Movimento "Vamos Mudar" (Caldas da Rainha), convidou-me para um dos seus programas "As Quintas da Mudança". A agradável conversa com Conceição Henriques foi do global ao local e da história à actualidade. É uma análise da educação - não apenas a escolar - nos diversos níveis e que se aplica a qualquer localização. Como habitualmente, arquivo o vídeo no blogue e partilho-o.  

Da Culpa da Geração Erasmus

28.05.19, Paulo Prudêncio
    A tal geração Erasmus votou em números muito reduzidos (é o que se diz por aí) para espanto de alguns que se apressaram a culpar a escola. Acusam os jovens adultos de ingratidão (como se empregos com um mínimo de qualidade estivessem ao virar da esquina).Não me parece uma conclusão rigorosa. O que podemos afirmar com segurança, é que os números da abstenção nas eleições europeias terão uma qualquer relação com uma sociedade que exacerbou o individualismo. Nesse (...)

A Culpa Foi dos Professores

27.05.19, Paulo Prudêncio
    A culpa foi dos professores: a abstenção foi a mais alta da história porque os professores não foram votar; a direita sofreu uma derrota histórica porque se associou à luta dos professores; o BE subiu porque captou o voto dos professores (afinal, os professores votaram ou não?); o PCP baixou porque os trabalhadores ficaram com ciúmes da insistência dos sindicatos de professores; o PS subiu dois pontos em relação a 2014 porque não cedeu aos professores. Enfim. Ficava (...)