Em busca do pensamento livre.

Segunda-feira, 04.06.18

 

 

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Este é o post 10.000 com 27554 comentários. Para além da liberdade de edição, a escrita num blogue exprime emoções e aconselha e organiza os conhecimentos e o nosso mundo. Manterei o registo que tem orientado a linha editorial.



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Terça-feira, 01.05.18

 

 

 

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1º de Maio.

Milhares de trabalhadores nas ruas.



publicado por paulo prudêncio às 11:42 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Domingo, 15.04.18

 

 

 

Nasceu em 15 de Abril de 1928 e morreu em 2 de Abril de 2018. Maria Isabel de Oliveira Trilho, a minha mãe, faz hoje noventa anos e mantém a aura de serenidade, leveza, resiliência, discrição e bondade.

 

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Segunda-feira, 02.04.18

 

 

 

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 "Eu vim de longe
De muito longe
O que eu andei para aqui chegar
Eu vou para longe
Para muito longe
Onde nos vamos encontrar(...)"



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Domingo, 01.04.18

 

 

 

A Associação de Bancos Portugueses comprometeu-se a "recuperar o capital desviado (em fuga aos impostos e imparidades) para offshores e devolver já em Junho de 2018 uma parte significativa (20 mil milhões de euros) dos contributos do estado". O Governo usará esse excedente orçamental para liquidar dívidas (credores internacionais com identidade e funcionários públicos) e normalizar os sectores sociais.



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Quarta-feira, 14.03.18

 

 

 

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"O físico britânico Stephen Hawking, o famoso autor de “Breve História do Tempo”, morreu esta quarta-feira, aos 76 anos. Em 2014 resolveu contar a sua própria história, na qual dizia que tinha realizado quase tudo o que queria na vida, apesar de estar imobilizado numa cadeira de rodas e de só falar através de um sintetizador de voz. Republicamos o artigo que publicámos na altura da publicação do livro, no qual contava as circunstâncias em que descobriu a doença, quando tinha 21 anos.(...)"

 


publicado por paulo prudêncio às 14:18 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Domingo, 31.12.17

 

 

 

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Um bom 2018 a quem passar por aqui. 



publicado por paulo prudêncio às 14:25 | link do post | comentar | ver comentários (6) | partilhar

Quarta-feira, 29.11.17

 

 

 

 

 

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(imagem com autor desconhecido)

 

 

Uma lâmpada cheia de azeite vangloriava-se,

uma noite, perante os que passavam ao pé de si,

que era superior à estrela da manhã,

pois projectava uma luz mais forte que todas.

De repente, sacudida por um sopro de vento

que se levantou, apagou-se. Alguém, que a reacendeu,

disse-lhe: "Brilha, mas deixa-te estar calada, ó lâmpada;

a luz dos astros, essa, não morre".

Bábrio

 

Antologia da Poesia Grega Clássica (2009:465).

Tradução e notas de Albano Martins.

Lisboa, Portugália Editora.

(1ª publicação em 28 de Novembro de 2010;

desta vez é dedicada ao meu amigo Gil,

astrónomo amador e residente em A-dos-Francos,

que morreu em 25 de Novembro de 2017, e também ao

Zé Pedro (1956-2017) dos Xutos & Pontapés.)



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Quinta-feira, 05.10.17

 

 

 

 

 

 



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Sexta-feira, 23.06.17

 

 

 

 

 

 

(Este texto foi escrito em Junho de 2004. Resolvi reescrevê-lo e reeditá-lo)

 

 

 

Passei uma tarde encantadora. Foi um descanso merecido para um corpo que vai aturando maçaduras diversas. O dia soalheiro ajudou, a cadeira de jardim encorpou-se de vez e as leituras estavam a condizer. Se a perfeição existe, estive lá perto. Foram momentos de um prazer indizível. Argumentei-me em cadeia com sínteses que me elevaram as motivações. Tenho tardes assim. Mas hoje, uma das leituras fez-me viajar para longe das letras que os olhos percorriam. Fiz uma visita à minha memória. É um dos meus exercícios predilectos, pois não obedece a muitas formalidades nem aos necessários - para outros tipos de visitas, é claro - pormenores protocolares. A meu gosto. Entro por ali adentro, pesquiso à vontade e o tempo que quiser, realço o que mais me interessa, embora, e vezes sem conta, tropece em acontecimentos menos agradáveis. 

Foi hoje o caso. Lembrei-me do serviço militar. Vinte e poucos anos, muito poucos mesmo, e zero tiros no currículo. De uma hora para a outra raparam-me os caracóis, encheram-me de fardas e de sei lá mais o quê e disseram-me: vais ser comando; a honra suprema de um jovem português. Chamavam-me de Prudêncio, o meu último nome, coisa que até aí me parecia exclusivo do meu pai. Fui obrigado a fazer uma tropa de voluntários com detalhes engraçados: perguntavam-me:  - és voluntário?; respondia: - não. Mas nos papéis punham a cruz no sim e quando mais refilasse pior: aprendi rápido e sentenciei: - se tem de ser, vamos a isso.

Depois foi aquilo que se sabe. Mesmo com uma estrela aos ombros, já que ali éramos todos iguais, valha-lhes isso, a dureza e a brutalidade diárias sucederam-se até o horror se instalar. Lembro-me, entre tantas outras coisas tremendas, de saborear um naco de pão duro barrado com pelos da barba e sangue. Ou então, de me deitar em terrenos cravejados de balas que tinham acabado de cair. Violência acumulada em meses e meses sem fim. Valeu-me a ausência da guerra. Não sei o que faria dos "inimigos".

Como quero compreender os jovens que lutam nas diversas guerras. Humanos que são, jamais quererão ouvir o nome do palco do único e infeliz dos teatros: o das operações militares. 

Da parte que me toca, nunca mais "perdoarei", nem à Amadora nem a Santa Margarida, pelo facto de terem sido os solos dos meus horrores.


publicado por paulo prudêncio às 18:00 | link do post | comentar | ver comentários (15) | partilhar

Quarta-feira, 10.05.17

 

 

 

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Segunda-feira, 01.05.17

 

 

 

 

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Chicago, 1 de Maio de 1886

 

"Por que será que se riem quando digo que trabalho muito?", interrogou-se um humorista. Compreendi-o. Fazer rir, como de resto acontecia com a maioria das actividades culturais, ficava aquém de um conceito que considerava um banqueiro ou um facilitador de negócios como o grau elevado do exercício profissional. O valor do trabalho restante media-se pela "possibilidade" de sobrevivência para baixo; era disso que riam.

Já não é assim. Algo mudou no conceito, mas tardam as reversões. 

Os professores, por exemplo, gozam de boa reputação, como trabalhadores, nos inquéritos junto das populações, mas "irritam" o poder da última década e meia em Portugal. São uma espécie que incomoda e foram escolhidos, não apenas por serem muitos, como alvo a abater. Começou antes da chegada dos credores. Não é especulativo afirmar que estamos há anos a fio a registar quase diariamente essa degradação sem um qualquer sinal de reversão.



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Terça-feira, 25.04.17

 

 

 

Abril foi por acaso, mas fiz uma espera para que 25 fosse o primeiro dia. Gosto de ter um blogue - esses clássicos da publicação digital -  e que o "Correntes (em busca do pensamento livre)" faça anos hoje. Mantenho o ritmo diário de publicação. Este é o post 9494 e partilhei alguns textos no twitter ou no facebook. 13 anos depois, agradeço mesmo pela atenção.

 

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Segunda-feira, 10.04.17

 

 

 

Maria Helena da Rocha Pereira (1925-2017)

 

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Sábado, 07.01.17

 

 

 

Mário Soares, uma das referências, provavelmente a maior, da política portuguesa do século XX, morreu hoje, em Lisboa. Ouvi, ao longo de mais de 40 anos, as opiniões mais diversas sobre a sua acção política. Votei em Mário Soares na segunda volta da sua primeira eleição presidencial e para o segundo mandato.
Há palavras que me lembrarão Mário Soares: liberdade, democracia, tolerância, modernidade, Europa e coragem. Quem, como eu, era adolescente moçambicano em 1974, viveu as décadas seguintes em Portugal e ama a liberdade e a democracia, recorda-o com a melhor memória política e cívica.

Que descanse em paz.

 

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Sábado, 31.12.16

 

 

 

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Quinta-feira, 22.12.16

 

 

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Iniciei o blogue em 2004 e percorri os posts de Boas Festas. Guardo muito boas memórias deste blogue. Ainda ontem conversava sobre o desaparecimento dos postais analógicos de boas festas. A actualidade vai assumindo a voracidade da simplificação. Se a atmosfera relacional tem contorno diferentes, as emoções resistem às tendências e ligam as pessoas aos sentimentos de amizade e de respeito pelo próximo.

Dei uma volta por 2016. Em termos de saúde, que é afinal o mais importante, as notícias foram positivas. Em termos profissionais, foi mais um ano muito interessante na defesa da escola pública como valor inalienável da democracia e do Estado de direito.

Escolho sempre um vídeo significativo para este tipo de entradas. A esperança e o optimismo são recomendáveis. Quem veio ter aqui por acaso deve ver e ouvir o vídeo e, se for uma pessoa de boa vontade, pode crer que o que ficou escrito é para si também. Obrigado por passarem por aqui e por lerem.

Fique com o Time dos "Pink Floyd".

 

 

 

 

 



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Sábado, 26.11.16

 

 

 

Morreu um dos símbolos de uma época. Fidel Castro e Che Guevara desenvolveram, com uma coragem comovente, a ilha alternativa a dois blocos imperiais: EUA e URSS. O processo prolongou-se e transformou-se num regime totalitário com as características inerentes. Foi pena, mas nunca se saberá se podia ser diferente. Julgo que a história considerará as duas faces e espera-se que a humanidade aprenda com essa marcante experiência.

 

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Sexta-feira, 11.11.16

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 20:25 | link do post | comentar | partilhar

Sexta-feira, 26.08.16

 

 

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Um leitor que chegou ao Correntes por "mote próprio", às 08h57 do dia 26 de Agosto de 2016, é o visitante 2 milhões (no Apollofind) desde 2012 como se vê na imagem acima e na coluna direita do blogue. Há cerca de quatro anos troquei o contador Sitemeter pelo Apollofind. Tenho pena de não ter um contador para estes mais de 12 anos. Seria curioso analisar os fluxos e as audiências. Como se vê na imagem seguinte, não registo o IP dos visitantes nem sequer a localização. Sei como é que chegam ao blogue (com dia e a hora) e registo o critério de pesquisa no caso de terem googlado.

 

Obrigado a todos por passarem por aqui.

 

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publicado por paulo prudêncio às 11:43 | link do post | comentar | partilhar


Inauguração do blogue
25 de Abril de 2004
Autor:
Paulo Guilherme Trilho Prudêncio
Discordâncias:
Mais até por uma questão estética, este blogue discorda ortograficamente
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