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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

"Pensar, Depressa e Devagar"

30.06.20
Pus-me a resolver o problema e passei quase exactamente pelas fases descritas por Daniel Kahneman (2011:30), em "Pensar, Depressa e Devagar", Temas e Debates, Círculo de Leitores, Lisboa. É interessante resolver a multiplicação proposta e só depois continuar a leitura. 2ª edição do post.    

Da Actualidade e dos Salários

05.03.20
  2ª edição. Importa recordar que a queda dos salários deve ser acompanhada da queda dos lucros e das rendas; e com muito cuidado com a perigosa deflação. Já Adam Smith via essa queda como uma decisão circunscrita às leis e à política. Se analisasse o que se passou em Portugal, seria tão taxativo como Joseph Stiglitz: houve uma transferência inédita de recursos financeiros das classes média e baixa para a banca desregulada e foi esse radicalismo que provocou o (...)

A Desconfiança e as Heranças

18.02.20
A desconfiança nos professores, que se instituiu em má burocracia, começou há mais de década e meia e disseminou-se a partir daí. O "eduquês organizacional" alimentou-se também do modo digital. Os ficheiros que circulam nas redes escolares são intratáveis e atingiram valores não mensuráveis. Aquele anúncio da PT, que afirmava a capacidade em sediar na Covilhã toda a informação do planeta, não considerou o sistema escolar. A cultura anti-professor desenvolvida nos (...)

Superavit

12.01.20
Há muito que se conhece a frieza dos credores que jogam no casino das dívidas, como também se percebeu que não era rigorosa a narrativa de que as dívidas não se pagam. Para além de tudo, um não pagamento ou reestruturação radical provoca efeitos sistémicos imprevisíveis. Também é só meia-verdade afirmar que não se pagam dívidas na totalidade porque os juros são um negócio fantástico que convém alimentar, porque existe a necessidade de contrair dívida para o (...)

Da Ascensão da Extrema-Direita

02.01.20
  A riqueza acumulada numa minoria não é taxada, nem redistribuída, e acentua as desigualdades. O crescimento económico não será a "maré enchente que subirá todos os barcos" porque os governos não têm meios jurídicos para contrariar o neoliberalismo vigente em modo global e agrava-se porque a história da distribuição da riqueza é política e, repitamos, lê-se em dois clássicos: "Riqueza das Nações" de Adam Smith e "O capital no século XXI" de Thomas Piketti. Apesar (...)

Economia Numa Nota (repetição)

01.01.20
  Nota: "(...)O fármaco da dura austeridade, como observaram vários economistas, em vez de curar o doente, enfraquece-o de modo ainda mais implacável. Sem se interrogarem sobre os motivos que levaram as empresas e os Estados a endividarem-se - estranhamente, o rigor não faz mossa à corrupção que prolifera e aos chorudos ordenados de ex-políticos, administradores, banqueiros e conselheiros! -, os múltiplos orquestrares desta deriva recessiva não estão nada perturbados com o (...)

“Freakonomics” e a Actualidade; também por cá

21.12.19
Steven Levitt é considerado uma mente objectiva e inovadora no âmbito das ciências económicas norte-americanas. O seu livro “Freakonomics” foi muito comentado em meados da primeira década deste século. Recordo-me que o li em duas tardes e gostei. Steven Levitt fez perguntas pouco académicas e obteve resultados surpreendentes. Achei interessante a história sobre o que motivou o descrédito da organização Ku Klux Klan. Stetson Kennedy, um lutador pelos direitos (...)