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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

O Orçamento do Estado português não pára de desinvestir na Educação. Mas isso não tem qualquer interesse. O que interessa é a burqa e o niqab.

20.10.25, Paulo Prudêncio
Enquanto o vestuário de 0,0000000001% das mulheres que residem em Portugal ocupa a bolha político-mediática e as redes sociais (parece que os demagogos chefiados por mais um da escola tutti-frutti não tiveram o resultado esperado nas recentes autárquicas e usam a burqa e o niqab - "símbolos do machismo, da humilhação da mulher e do extremismo religioso que adultera as origens"- para acicatar as hostes dominadas pelos algoritmos do ódio), o Orçamento do Estado português não (...)

Qual dos segmentos de recta na imagem é maior?

14.07.25, Paulo Prudêncio
  Qual dos segmentos de recta na imagem é maior? Responda antes de ler a resposta no próximo parágrafo. À primeira vista, parecem diferentes por causa do sentido das setas. Mas são do mesmo tamanho. São semelhantes. A impressão do seu tamanho relativo é dominada por uma poderosa ilusão no primeiro olhar (Daniel Kahneman (2011) em "Pensar, Depressa e Devagar"; a imagem, que já  usei noutras publicações, está na página 39). De facto, e num tempo com tanta manipulação da (...)

No país e no mundo

24.06.25, Paulo Prudêncio
      A definição para os dois sistemas que parecem regular a nossa mente, pode resumir-se como "imediato ou depressa" para o sistema 1 e "elaborado ou devagar" para o sistema 2. É evidente que a formulação não é assim tão linear, mas podemos começar por analisar o problema da página 38, na imagem, da obra de Daniel Kahneman (2011), "Pensar, Depressa e Devagar", que se aplica a muitas situações da nossa vida e ao que se está a passar no país e no mundo.

A grande sombra é sempre a mesma

04.02.25, Paulo Prudêncio
  O crescimento económico nunca é a "maré enchente que subirá todos os barcos". A riqueza acumulada numa minoria não é taxada, nem redistribuída, e acentua as desigualdades. Os governos não têm força para contrariar a grande sombra; e ainda há, e cada vez mais, os que a promovem. A história da distribuição da riqueza é política. Não se reduz a mecanismos puramente económicos. Lê-se em dois clássicos: "Riqueza das Nações" de Adam Smith e"O capital no século XXI" (...)

Como esvaziar os Ku Klux Klan´s desta vida (2)

20.02.24, Paulo Prudêncio
Steven Levitt é muito considerado no âmbito das ciências económicas norte-americanas. O seu livro Freakonomics (2006) faz perguntas pouco“académicas e obtém resultados surpreendentes. Achei muito interessante a história que motivou o descrédito da organização Ku Klux Klan. Stetson Kennedy, um lutador pelos direitos cívicos, infiltrou-se, a meio da década de 1940, no Ku Klux Klan para o estudar. Nessa época, "todas" as crianças viam na televisão, antes do jantar, o (...)

Heurística em 3d (2)

19.02.24, Paulo Prudêncio
A heurística, como arte de inventar ou descobrir, pode também manifestar-se em desenhos a três dimensões ou em gráficos com linhas ou barras. A figura que se vê a seguir, e o problema colocado, recorda-me as manipulações de vária ordem dos ideólogos do Estado mínimo. O seu discurso anti-professor, e anti-funcionário público em geral, não sofre oscilações, por mais que se comprovem as inverdades nos números ou nos factos. Foi o caso recente do relatório FMIou das (...)

A Economia

13.05.23, Paulo Prudêncio
Nota: "(...)O fármaco da dura austeridade, como observaram vários economistas, em vez de curar o doente, enfraquece-o de modo ainda mais implacável. Sem se interrogarem sobre os motivos que levaram as empresas e os Estados a endividarem-se - estranhamente, o rigor não faz mossa à corrupção que prolifera e aos chorudos ordenados de ex-políticos, administradores, banqueiros e conselheiros! -, os múltiplos orquestrares desta deriva recessiva não estão nada perturbados com o facto (...)

Como acabar com os Ku Klux Klan´s desta vida

15.03.23, Paulo Prudêncio
O inovador Steven Levitt é muito considerado, e há muito, no âmbito das ciências económicas norte-americanas. O seu livro Freakonomics (2006) faz perguntas pouco“académicas e obtém resultados surpreendentes.  Achei interessante a história sobre o que motivou o descrédito da organização Ku Klux Klan. Stetson Kennedy, um lutador pelos direitos cívicos, infiltrou-se, a meio da década de 1940, no dito movimento para o estudar. Pois bem. Numa época em que "todas" as (...)

Freakonomics (dezasseis anos depois)

07.01.23, Paulo Prudêncio
Faz cerca de dezasseis anos que publiquei este post.   Steven Levitt é considerado uma mente brilhante, objectiva e inovadora no âmbito das ciências económicas norte-americanas. O seu livro “Freakonomics” está na berra. Li-o em duas tardes e gostei. Steven Levittfaz perguntas pouco“ académicas” e obtém resultados surpreendentes. A ideia de que a legalização do aborto contribuiu para a acentuada descida da criminalidade na sociedade norte-americana, deve ter deixado (...)