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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

Do Travão da Economia

06.04.19
      A acumulação de riqueza numa minoria associada à impossibilidade de taxação do capital, impede a redistribuição dos ganhos económicos e a atenuação das desigualdades. Se conjugarmos o que foi dito com o sistemático "varrer para debaixo do tapete" das pequenas e grandes corrupções, temos uma explicação para a perigosa crise (ia a escrever decadência) das democracias ocidentais.

Para ler sentado

16.03.19
      Leia, sff, e tente adivinhar quem fez estas declarações antes de encontrar as soluções no parágrafo final. “Não é preciso ser altruísta para apoiar políticas que elevem a renda dos pobres e da classe média. Todos beneficiarão com essas políticas porque são essenciais para gerar crescimento mais alto, mais inclusivo e mais sustentado. Ou seja, para se ter crescimento mais duradouro será necessário gerar crescimento mais equitativo." "Há novos estudos que (...)

Da Economia e Da Riqueza

14.03.19
      A história da distribuição da riqueza é política. Não se reduz a mecanismos puramente económicos. Lê-se em dois clássicos: "Riqueza das Nações" de Adam Smith e "O capital no século XXI" de Thomas Piketti. A economia não é independente da filosofia moral e política.

Três anos depois

05.03.19
      Na revista do Expresso (p:42:13:11:2016), Joseph Stiglitz disse, antes da vitória de Trump e pensando nos dois lados do Atlântico, que não gosta do termo "populismo", embora se preocupe com a erosão do centro político. "O "populismo" mistura coisas muitos diferentes. Podemos chamar de populista um candidato que diz preocupar-se com os 90% de pessoas que um dado governo deixou para trás? Isso não é merecedor de crítica. O populismo até pode ser um remédio contra (...)

Para Evitar o Caminho da Escuridão

02.03.19
    Para que o crescimento económico seja "a maré enchente que fará subir todos os barcos", é preciso que o elevador social funcione para os pobres e para as classes médias. Se não existir para os pobres e for apenas descendente para as classes médias, está aberto o caminho dos radicalismos. Como se faz? Desde logo, e como alguém disse, libertando os países dos mercados financeiros, harmonizando as políticas fiscais (nos blocos como a Europa, para começar, e alargá-las (...)

Como evitar o caminho da escuridão?

28.01.19
    Para que o crescimento económico seja "a maré enchente que fará subir todos os barcos", é preciso que o elevador social funcione para os pobres e para as classes médias. Se não existir para os pobres e for apenas descendente para as classes médias, está aberto o caminho dos radicalismos. Como se faz? Desde logo, e como alguém disse, libertando os países dos mercados financeiros, harmonizando as políticas fiscais (nos blocos como a Europa, para começar, e alargá-las (...)

Nota de Economia

01.01.19
      Nota: "(...)O fármaco da dura austeridade, como observaram vários economistas, em vez de curar o doente, enfraquece-o de modo ainda mais implacável. Sem se interrogarem sobre os motivos que levaram as empresas e os Estados a endividarem-se - estranhamente, o rigor não faz mossa à corrupção que prolifera e aos chorudos ordenados de ex-políticos, administradores, banqueiros e conselheiros! -, os múltiplos orquestrares desta deriva recessiva não estão nada perturbados (...)

Professores na "nuvem humana"?

27.12.18
    "Podemos chegar a um futuro em que uma parte da força de trabalho desenvolverá diferentes tarefas para assegurar o seu rendimento - pode-se ser um motorista da Uber, um shopper do Instacart, um anfitrião do Airbnb e um Taskrabbit", Klaus Schwab (2017:46), "A Quarta Revolução Industrial".  Ou seja, é pertinente a interrogação (bem fundamentada) que coloca os professores contratados neste nível de precariedade. Aliás, o facto da profissão de professor não aparecer (...)

Da memória e da falta de professores

15.12.18
    Já lá estamos. Se ler o que se segue, identificará o sítio onde nos apressamos a chegar.   Em 27 de Fevereiro de 2018 escrevi assim:   A OCDE concluiu que há professores na Europa a precisar de tutorias e há quem pense de imediato em Portugal(...). Discordo. Há países onde já não há professores, tal os tratos a que o grupo (...)

Dois anos depois

14.12.18
      Na revista do Expresso (p:42:13:11:2016), Joseph Stiglitz disse, antes da vitória de Trump e pensando nos dois lados do Atlântico, que não gosta do termo "populismo", embora se preocupe com a erosão do centro político. "O "populismo" mistura coisas muitos diferentes. Podemos chamar de populista um candidato que diz preocupar-se com os 90% de pessoas que um dado governo deixou para trás? Isso não é merecedor de crítica. O populismo até pode ser um remédio contra (...)