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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Porque se Falha na Redução das Desigualdades e dos Efeitos Pandémicos

01.12.20
As desigualdades emergem nas pandemias, reflectem-se nas respostas colectivas e são um espelho das nações. E recorde-se, ainda como ponto prévio: o rating dos países é essencial para os desafios de curto e médio prazos, porque, se for bom, permite dívida a juros favoráveis e estimula défices baixos ou superavits. No entanto, não admite repetidas recessões. Responde melhor nas crises se decorrer da consistência histórica na transformação de políticas, empresas e (...)

Desigualdades

14.05.20
Se a analítica da actualidade integra os efeitos da pandemia, também clarifica a consistência de problemas sociais. Aliás, as crises sublinham as desigualdades. Escolhi dois factos que estão na génese da tensão política, e que a crise apenas trouxe à superfície do debate, mas que se diluirão na espuma dos dias: enquanto "nos lares e nos hospitais - onde a maioria dos trabalhadores são mulheres - e na generalidade da linha da frente a maioria dos trabalhadores ganha pouco mais (...)

Explicações

19.09.19
  A acumulação de riqueza numa minoria associada à impossibilidade de taxação do capital, impede a justa redistribuição dos ganhos económicos e a atenuação das desigualdades. Se conjugarmos o que foi dito com o sistemático "varrer para debaixo do tapete" das pequenas e grandes corrupções, temos uma explicação para a perigosa crise das democracias ocidentais.

das agências de raiting (as AR)

21.12.17
        Quando as AR baixaram as classificações de Portugal, muitos consideraram-nas, e bem, instrumentos da ideologia política responsável pelo aumento das desigualdades. Ou seja, enquanto uns viam as AR ao serviço dos 1%, das multinacionais e dos offshores, outros defendiam a sua existência. Nesta fase, os primeiros elogiam as contas do país e os segundos perderam voz.  Na selva financeira vigente, Portugal recuperará alguma soberania se reduzir a dívida e (...)

dos impostos e das desigualdades

20.09.16
      A partir da revolução tecnológica (RT), a produtividade de cada pessoa triplicou mas aumentou o desemprego estrutural. É um dado fundamental para a discussão sobre impostos e desigualdades. A RT originou outra discussão fundamental: os robots devem descontar para a segurança social? Num nível mais imediato, temos a taxação dos mais ricos, os tais 1%, que, surpreendentemente, origina sempre uma contestação inflamada de uma parte dos 99%.