Em busca do pensamento livre.

Quinta-feira, 12.04.18

 

 

 

 

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Cópia de 1216278

  

Luís Afonso



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Sábado, 24.03.18

 

 

 

 

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Cópia de Captura de Tela 2018-03-23 às 21.52.59

 

Luís Afonso



publicado por paulo prudêncio às 09:54 | link do post | comentar | partilhar

Domingo, 18.03.18

 

 

 

1210239

Cópia de 1210239

 

Luís Afonso



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Quinta-feira, 08.03.18

 

 

 

 

 

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Domingo, 04.03.18

 

 

 

Diversos inamovíveis (alunos por turma, aumentos nos horários, carga curricular, regras para aposentação, hiperburocracia e desconfiança nos professores, modelo de agrupamento de escolas, estatuto da carreira e sociedade ausente), exigem que a maior parte dos professores se centre num único objectivo em nome da dignidade: que as aulas não se afastem muito do que seria possível. Só quem nunca passou uns anos a leccionar, é que confundirá o que escrevi com corporativismo.

 

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 Nota: alunos e outros profissionais escolares subscrevem a resposta "aos planos" do desenho do Quino; interrogação adaptada ao tempo do texto.



publicado por paulo prudêncio às 12:33 | link do post | comentar | partilhar

Sábado, 03.03.18

 

 

 

 

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Cópia de 1205943

 

Luís Afonso



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Quinta-feira, 01.03.18

 

 

 

As regras da aposentação associadas a diversos inamovíveis (alunos por turma, aumentos nos horários, burocracia, modelo de agrupamento de escolas, sociedade ausente e estatuto da carreira), exigem que a maior parte dos professores se centre num único objectivo para salvar a dignidade: que as aulas não se afastem muito do que seria possível. Só quem nunca passou uns anos a leccionar, é que confundirá o que escrevi com corporativismo.

 

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Nota: desenho do Quino. Diálogo adaptado ao tempo do texto.

 



publicado por paulo prudêncio às 19:42 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Sábado, 24.02.18

 

 

 

"A formação da personalidade apoia-se na sua negação", é uma verdade educativa intemporal. Por mais que os destinatários reajam (e é bom que o façam), o "não" é desejado, necessário e útil.

Outra verdade prende-se com a necessidade do "não" escolar aos encarregados de educação (não educacional, organizacional e curricular, obviamente) e que a lógica do "cliente tem sempre razão" tem eliminado. É evidente que haverá encarregados de educação mais "tudólogos" ou necessitados da sensatez do não escolar, que confundem o "outro" com o "igual" na educação das crianças e jovens e que desvalorizam a importância destas questões para a saúde da democracia como sublinharam Hannah Arendt e muitos outros. A gravidade acentua-se se a desinformação atingir autoridades escolares.

 

3ª edição.

 

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publicado por paulo prudêncio às 10:21 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Sábado, 17.02.18

 

 

 

Pensei noutra pessoa, mas afinal foi Greta Garbo a autora da célebre frase: "É bom que falem de nós, nem que seja para dizer bem".

 

greta garbo desenho

 

 



publicado por paulo prudêncio às 09:57 | link do post | comentar | partilhar

Sexta-feira, 16.02.18

 

 

 

 

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Antero



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Quarta-feira, 14.02.18

 

 

 

1201024

Cópia de 1201024

 

Luís Afonso



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Domingo, 28.01.18

 

 

 

 

Leia devagar, sff, e adivinhe quem fez as declarações seguintes antes de encontrar a solução no último parágrafo.

  1. “Não é preciso ser altruísta para apoiar políticas que elevem a renda dos pobres e da classe média já que todos beneficiarão. São políticas essenciais para gerar crescimento mais alto, mais inclusivo e mais sustentado. Portanto, um crescimento duradouro exige que seja mais equitativo."
  2. "Novos estudos demonstram que a subida em 1% da renda dos pobres e da classe média aumenta até 0,38% o crescimento do PIB em 5 anos. Em contrapartida, elevar em 1% a renda dos ricos reduz o crescimento do PIB em 0,08%. As nossas constatações sugerem que – contrariando a sabedoria popular – os benefícios da renda mais alta "espalham" para cima e não para baixo. Para além de outras variáveis, os ricos gastam uma fracção menor da renda e isso reduz a procura agregada e enfraquece o crescimento. Também se demonstra que a desigualdade excessiva de renda reduz o crescimento económico e torna-o menos sustentável."

São declarações de Christine Lagarde, em Junho de 2015 (Bruxelas), baseadas no boletim oficial do FMI de 17.06.2015 que integra o estudo (FMI"Causes and Consequences of Income Inequality: A Global Perspective". Se Maquiavel estivesse por cá, explicaria: "disse ao Príncipe: faz a maldade toda em pouco tempo e depois confessa-a; afirma-te neoliberal no início e social-democrata para sempre no fim; confia na sabedoria popular."

Notas:

1ª edição deste post foi em 04.02.2016. Esta 2ª edição deveu-se ao acontecimento em imagem (@Luís Reis Ribeiro do dinheiro vivo). Em Davos, no recente 24.01.2018, "Lagarde diz a Costa e Centeno que Portugal é um excelente exemplo". Convenhamos que é preciso descaramento. É claro que não se deve desprezar o pagamento antecipado da parte mais onerosa da dívida.

 

Repeti este post com alguns ajustamentos para o partilhar noutras redes sociais.

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Terça-feira, 23.01.18

 

 

 

 

Leia, sff, e tente adivinhar quem fez as declarações seguintes antes de encontrar a solução no parágrafo final.

  1. “Não é preciso ser altruísta para apoiar políticas que elevem a renda dos pobres e da classe média. Todos beneficiarão. Essas políticas são essenciais para gerar crescimento mais alto, mais inclusivo e mais sustentado. Ou seja, para se ter crescimento mais duradouro será necessário gerar crescimento mais equitativo."
  2. "Novos estudos demonstram que elevar num (1) ponto percentual a parcela da renda dos pobres e da classe média aumenta o crescimento do PIB dum país até 0,38 pontos percentuais em cinco anos. Em contrapartida, elevar num (1) ponto percentual a parcela da renda dos ricos reduz o crescimento do PIB em 0,08 pontos percentuais. Nossas constatações sugerem que – contrariando a sabedoria popular – os benefícios da renda mais alta "espalham" para cima e não para baixo. Para além de outras variáveis, constata-se que os ricos gastam uma fracção menor da sua renda o que reduz a procura agregada e enfraquece o crescimento. Os nosso estudos anteriores demonstram que a desigualdade excessiva de renda reduz, na verdade, a taxa de crescimento económico e torna-o menos sustentável com o tempo."

São declarações, em Bruxelas, de Christine Lagarde, em Junho de 2015, baseadas no boletim oficial do FMI de 17 de Junho de 2015 que integra o estudo, também de Junho de 2015 e do mesmo FMI"Causes and Consequences of Income Inequality: A Global Perspective". Se Maquiavel estivesse por cá, teria explicação: "disse ao Príncipe: faz a maldade toda em pouco tempo e depois confessa-a; sei lá: afirma-te neoliberal no início e "social-democrata para sempre" no fim; confia na sabedoria popular."

 

2ª edição.

1ª edição em 04 de Fevereiro de 2016.

 

Nota: Davos (24.01.2018): "Lagarde diz a Costa e Centeno que Portugal é um excelente exemplo".

 

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Domingo, 21.01.18

 

 

 

 

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Cópia de 1194758

 

Luís Afonso



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Domingo, 14.01.18

 

 

 

 

 

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Cópia de 1192944

 

Luís Afonso



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Domingo, 07.01.18

 

 

 

 

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Cópia de 1190967

 

Luís Afonso



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Terça-feira, 02.01.18

 

 

 

 

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Cópia de 1189550

 

 

Luís Afonso



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Quinta-feira, 28.12.17

 

 

 

Falemos de coisas óbvias: as organizações políticas, como os partidos, são imprescindíveis à democracia que as deve financiar com transparência; qualquer desvio nos métodos alimenta os inimigos da democracia e indigna os seus defensores. O que foi dito sobre a indignação exclui os arrependidos em modo depois da hora difícil de escrutinar.

 

democracia

 

 



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Segunda-feira, 25.12.17

 

 

 

Do douradinho dos saques - um desenho do Antero em Dezembro 2013.

 

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Domingo, 17.12.17

 

 

 

"Ex-ministra "chumba" em avaliação polémica" (título no 1º caderno do Expresso, 2017/12/16:18). Os professores só podem sorrir com este "chumbo" de Maria de Lurdes Rodrigues. "Dos 289 docentes do ISCTE avaliados,(...)6 tiveram inadequado.(...).A ex-ministra, uma das inadequadas, queixou-se do esforço e dispêndio de tempo que este sistema obriga.(...)Não preenchi a plataforma. Estou convencida de que quem as desenhou, colocando nos docentes o ónus do seu preenchimento, não pensou no tempo de trabalho despendido.(...)" A jornalista Isabel Leiria refere que a ex-ministra "defende que a avaliação não pode transformar-se num processo burocrático" e recorda - em jeito de contraditório algo humorado - que "em 2008, e sobre o modelo de avaliação dos professores, uma das críticas mais ouvidas prendeu-se com a carga burocrática que a construção de fichas e instrumentos de avaliação implicavam para os professores".

É um momento precioso para recuperar mais um desenho do Antero que retrata a época em que a ex-ministra ameaçava perseguir os professores que desobedeciam.

 

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Inauguração do blogue
25 de Abril de 2004
Autor:
Paulo Guilherme Trilho Prudêncio
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