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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

Faltarão professores no futuro próximo?

06.06.18
      Faltarão professores se persistirmos na degradação da carreira. Aliás, já se sente a falta. Apenas algumas disciplinas ou ciclos registam um número de candidatos que satisfaz as necessidades. Mas sejamos claros: somos um país pobre (em grande parte por causa da corrupção), com baixos salários e com ofertas de emprego muito pouco atractivas. É o que explica a existência de professores nas listas de espera. Resumamos: ainda há professores por falta de alternativa. Mas (...)

um pico de eduquês

08.04.15
       Nuno Crato revelou toda a impreparação em Maio de 2013. Daí para cá tem sido ainda mais penoso, uma vez que a demisão lhe está vedada e os "equívocos" sucedem-se. Dois anos depois, sabe-se que o seu MEC acrescenta o eduquês hiperburocrático, que tanto criticava, vezes dois: dezenas de objectivos, centenas de descritores e milhares de metas para o português, com a sublime contagem de 40 palavras lidas por minuto no 1º ciclo. Vale a pena ler a "Educação afunda-se com Nuno Crato no convés (...)

um crato das arábias

05.09.14
          Já sabíamos que há jovens portugueses, espera-se que estejam desiludidos ou em vias disso, nas fileiras jihadistas e agora ficamos a saber que Nuno Crato é das arábias ou pelo menos tem influências das terras da Mesopotâmia.   Quando ouvi o ministro dizer que os professores foram para as filas dos centros de emprego a 1 de Setembro porque quiseram e que tinham 90 dias para o fazer, considero estranho que Crato não saiba que os desempregados começam a ser (...)

do conceito pós-moderno de emprego

02.02.14
          Há quem investigue dos 20 e pouco aos 40, ou mais, anos de idade, com bolsas sucessivas, mas esses não estão, para Nuno Crato, empregados. São uma espécie de párias. São pessoas a quem se está a prestar um favor de valor avaliável ao dia e que não merecem qualquer tipo de vínculo. Não merecem imaginar, sequer, que estão empregados.   O conceito de emprego evoluiu "para o não pode ser para a toda a vida através da necessidade imperativa de adaptação, de (...)

mais uns milhares de professores inconstitucionais

01.09.13
          Se uma pessoa trabalhou 10 a 15 anos consecutivos para uma qualquer organização e se amanhã tem que se dirigir a um centro de emprego porque ficou sem vínculo laboral, é porque foi despedida. Ponto final. Se esse gesto for repetido por milhares de pessoas da mesma condição profissional, é um despedimento colectivo e novo ponto final.    Foi exactamente isso que aconteceu nos últimos três anos aos professores e que se repete amanhã. Os cortes a eito, mais alunos (...)