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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Para lá das alternativas (2)

08.02.24, Paulo Prudêncio
"Uma sociedade pós-heróica necessita de uma política que se exerça para lá da alternativa enfática entre o poder e a impotência. Tanto o discurso ideologicamente voluntarista como o derrotismo neoliberal ressoam de tempos heróicos em que mandar era entendido como mandar absolutamente com uma disposição soberana, sem verdadeiros interlocutores, sem respeito pela complexidade social. Mas há vida política no poder limitado e na impotência política bem gerida. A falência da (...)

Do que acontece

15.05.18, Paulo Prudêncio
    "(...)quem se limita ao que está a acontecer nem sequer compreende o que acontece (...)"   A ideia foi escrita em 2011. Será que alguém compreende o que está acontecer em 2018? Daniel Innerarity (2011:49), em "O futuro e os seus inimigos", escreveria a mesma frase ou a imprevisibilidade (Trump, Coreias, Israel, Irão, Síria, Rússia, 4ª revolução industrial, alterações climáticas e por aí fora) é tão avassaladora que tudo pode acontecer e já nem se coloca a (...)

para lá das alternativas

08.02.18, Paulo Prudêncio
        "Uma sociedade pós-heróica necessita de uma política que se exerça para lá da alternativa enfática entre o poder e a impotência. Tanto o discurso ideologicamente voluntarista como o derrotismo neoliberal ressoam de tempos heróicos em que mandar era entendido como mandar absolutamente com uma disposição soberana, sem verdadeiros interlocutores, sem respeito pela complexidade social. Mas há vida política no poder limitado e na impotência política bem gerida. A (...)

da actual situação política em Portugal

24.11.16, Paulo Prudêncio
        "Uma sociedade pós-heróica necessita de uma política que se exerça para lá da alternativa enfática entre o poder e a impotência. Tanto o discurso ideologicamente voluntarista como o derrotismo neoliberal ressoam de tempos heróicos em que mandar era entendido como mandar absolutamente com uma disposição soberana, sem verdadeiros interlocutores, sem respeito pela complexidade social. Mas há vida política no poder limitado e na impotência política bem gerida. A (...)

do discurso político

02.10.16, Paulo Prudêncio
      A "supressão do futuro" (nada se sabe do amanhã) é uma exigência do discurso político sério. É tão rigoroso afirmar que dentro de quarenta anos não haverá pensões de reforma como prometer para o mesmo tempo uma pensão vitalícia à nascença. Vivemos a "absolutização do presente". Portanto, a ocupação mediática com a possível falência das pensões serve uma agenda política que pretende acentuar as desigualdades a favor dos tais 1%. O desconhecimento do (...)

também para o futuro dos professores

03.09.16, Paulo Prudêncio
      "No reino dos seres vivos, o ser humano é o único que sabe que há futuro. Se os humanos se preocupam e esperam é porque sabem que o futuro existe, que ele pode ser melhor ou pior e que isso depende, em certa medida, deles próprios.(...)"       3ª edição. Daniel Innerarity (2011, p:09).  "O futuro e os seus inimigos".  Lisboa: Teorema.

quem se limita

11.07.16, Paulo Prudêncio
        "(...)quem se limita ao que está a acontecer nem sequer compreende o que acontece.(...)"      Daniel Innerarity (2011:49).  "O futuro e os seus inimigos".  Lisboa: Teorema.

sociedade pós-heróica

10.07.16, Paulo Prudêncio
      "Uma sociedade pós-heróica necessita de uma política que se exerça para lá da alternativa enfática entre o poder e a impotência. Tanto o discurso ideologicamente voluntarista como o derrotismo neoliberal ressoam de tempos heróicos em que mandar era entendido como mandar absolutamente com uma disposição soberana, sem verdadeiros interlocutores, sem respeito pela complexidade social. Mas há vida política no poder limitado e na impotência política bem gerida. A (...)

da europa e do futuro

06.07.16, Paulo Prudêncio
      "O homem perdeu, no pensamento político europeu dominante, a posição de centralidade no organismo social e foi remetido para o exterior, passando a fazer parte do meio ambiente do sistema. Tornou-se uma causa para o aparecimento de problemas constantes e de complexidades crescentes." A lógica defendida por Niklas Luhman tem que ser encarada pelas democracias europeias e pelas suas organizações. Os sistemas de informação, e o capitalismo de génese taylorista, estão (...)

do pós-capitalismo?

26.02.16, Paulo Prudêncio
        "O homem perdeu, no pensamento político europeu dominante, a posição de centralidade no organismo social e foi remetido para o exterior, passando a fazer parte do meio ambiente do sistema. Tornou-se uma causa para o aparecimento de problemas constantes e de complexidades crescentes." A lógica defendida por Niklas Luhman tem de ser encarada pelas democracias europeias e pelas suas organizações. Os sistemas de informação, e o capitalismo de génese taylorista, que (...)

da vida política

14.09.15, Paulo Prudêncio
        "Uma sociedade pós-heróica necessita de uma política que se exerça para lá da alternativa enfática entre o poder e a impotência. Tanto o discurso ideologicamente voluntarista como o derrotismo neoliberal ressoam de tempos heróicos em que mandar era entendido como mandar absolutamente com uma disposição soberana, sem verdadeiros interlocutores, sem respeito pela complexidade social. Mas há vida política no poder limitado e na impotência política bem gerida. A (...)

para lá da alternativa

22.03.15, Paulo Prudêncio
        "Uma sociedade pós-heróica necessita de uma política que se exerça para lá da alternativa enfática entre o poder e a impotência. Tanto o discurso ideologicamente voluntarista como o derrotismo neoliberal ressoam de tempos heróicos em que mandar era entendido como mandar absolutamente com uma disposição soberana, sem verdadeiros interlocutores, sem respeito pela complexidade social. Mas há vida política no poder limitado e na impotência política bem gerida. A (...)

dos seres vivos

21.03.15, Paulo Prudêncio
        "No reino dos seres vivos, o ser humano é o único que sabe que há futuro. Se os humanos se preocupam e esperam é porque sabem que o futuro existe, que ele pode ser melhor ou pior e que isso depende, em certa medida, deles próprios. (...)"       2ª edição. Daniel Innerarity (2011, p:09). "O futuro e os seus inimigos". Lisboa: Teorema.

limites

01.12.14, Paulo Prudêncio
      "(...)quem se limita ao que está a acontecer nem sequer compreende o que acontece.(...)"   Daniel Innerarity (2011:49). "O futuro e os seus inimigos".  Lisboa: Teorema.      

No Reino

19.11.14, Paulo Prudêncio
      "No reino dos seres vivos, o ser humano é o único que sabe que há futuro. Se os humanos se preocupam e esperam é porque sabem que o futuro existe, que ele pode ser melhor ou pior e que isso depende, em certa medida, deles próprios.(...)"       2ª edição. Daniel Innerarity (2011, p:09). "O futuro e os seus inimigos". Lisboa: Teorema.      

da sociedade pós-heróica

05.01.14, Paulo Prudêncio
        "Uma sociedade pós-heróica necessita de uma política que se exerça para lá da alternativa enfática entre o poder e a impotência. Tanto o discurso ideologicamente voluntarista como o derrotismo neoliberal ressoam de tempos heróicos em que mandar era entendido como mandar absolutamente com uma disposição soberana, sem verdadeiros interlocutores, sem respeito pela complexidade social. Mas há vida política no poder limitado e na impotência política bem gerida. A (...)

reino

29.05.13, Paulo Prudêncio
              "No reino dos seres vivos, o ser humano é o único que sabe que há futuro. Se os humanos se preocupam e esperam é porque sabem que o futuro existe, que ele pode ser melhor ou pior e que isso depende, em certa medida, deles próprios. (...)"       2ª edição. Daniel Innerarity (2011, p:09). "O futuro e os seus inimigos". Lisboa: Teorema.

no reino

03.04.13, Paulo Prudêncio
        "No reino dos seres vivos, o ser humano é o único que sabe que há futuro. Se os humanos se preocupam e esperam é porque sabem que o futuro existe, que ele pode ser melhor ou pior e que isso depende, em certa medida, deles próprios. (...)"     2ª edição. Daniel Innerarity (2011, p:09). "O futuro e os seus inimigos". Lisboa: Teorema.

governar

11.05.12, Paulo Prudêncio
      Há algumas reflexões fundamentais nestes tempos de globalização que devem ser consideradas pelas formas de governo nas mais diversas escalas. Há dias escrevi este post sobre a cultura de agrupamento a propósito do actual modelo de gestão escolar e lembrei-me de acrescentar a seguinte leitura:     "(...)Governar é permitir a coordenação temporal entre uma multidão de sujeitos, sistemas, sociedades e culturas que vivem num tempo plural. Do ponto de vista civilizatório tratar-se-ia, como propôs Mireille Delmas-Marty (2006), de ordenar o (...)

nem sequer compreende

27.03.12, Paulo Prudêncio
      "(...)quem se limita ao que está a acontecer nem sequer compreende o que acontece.(...)"     Daniel Innerarity (2011:49). "O futuro e os seus inimigos". Lisboa: Teorema.