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Correntes

em busca do pensamento livre

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A Voz dos Implacáveis Credores

17.05.19
    Portugal não escapa à condição de "protectorado". É o estatuto de quem tem uma dívida astronómica e parco poder no universo das nações. Para os credores externos pouco interessa se foi por causa da corrupção. A corrupção é paga pelos "credores" internos. A voz dos implacáveis credores (com muita corrupção à mistura; essa sim, despesista) diz assim: "

"Há algum outro bom momento para discutir a dívida pública e externa?"

06.05.17
      Claro que há todo um poderoso spin que considerará a dívida pública e externa intocável e que encherá a agenda mediática com o anúncio do caos se um Governo europeu pensar em recuperar direitos dos cidadãos. Para esse spin, só há uma cartilha: cortar a eito nos 99%. É importante que grupos de economistas lancem a discussão. Aconteceu nas últimas semanas em Portugal. A discussão continua com o seguinte texto de opinião: "

mais dívida pública?!

07.09.14
      Em 2005, os cerca de 195.000 professores (cerca de 160.000 nas escolas públicas e de 35.000 nas cooperativas e nos privados) dos ensinos básico e secundário eram considerados os primeiros "responsáveis" pela dívida pública que estava em 90,7 mil milhões de euros (cerca de 60% do PIB).   Nem dez anos depois, esses professores são cerca de 130.000 (cerca de 100.000 nas escolas públicas e de 30.000 nas cooperativas financiadas pelo Estado e nos privados pagos pelos (...)

das crenças e de outras coisas mais

26.07.14
          Impressionaram-me os masoquistas da classe média que defenderam os corruptos (estou a pesar bem a escrita), e os seus serviçais, convencidos que eram liberais de direita ou de uma qualquer terceira via. E nesse grupo incluíram-se muitos professores. É claro que a coberto da ingenuidade navegou muito oportunismo.   Já ninguém duvida que "