Em busca do pensamento livre.

Domingo, 12.08.18

 

 

 

 

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Quino



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Sábado, 06.08.16

 

 

 

 

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 Quino



publicado por paulo prudêncio às 09:57 | link do post | comentar | partilhar

Quarta-feira, 20.08.14

 

 

 

 

Não é recente a sensação de que o país está no pano verde. Os saldos no GES, mais propriamente no BES e nas empresas da saúde e dos seguros, deixam valores da comunidade à mercê do casino puro e duro. E convenhamos: os estados licenciaram os privados para o trio referido com base em dois pressupostos: geriam melhor, faziam mais com menos, portanto, e garantiam uma superioridade ética.

 

A exemplo dos "negócios" da água ou da luz, os denominados "pinga-pinga", o trio em questão obedecia a um simples raciocínio: os licenciados sentavam-se em cima do que recebiam (depósitos das poupanças, doenças ou seguros obrigatórios) e era impossível que saíssem a perder.

 

A entrada da troika coincidiu com a chegada ao poder de uma confessada ideologia radical crente nas virtudes do mercado desregulado. A propagação foi rápida e apoiada em tudo o que era mainstream. Mas mais: quem os antecedeu, achou que ficava "bem-seguir-a-ideologia-única". Os resultados estão aí e não há quem impeça o saque.



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Domingo, 03.08.14

 

 

 

 

Depois de uma semana quase sem qualquer ligação à rede, o regresso, mesmo que fugaz, deixa-nos rapidamente enojados com o contexto do BES. Esta malta da "alta" finança é mesmo despudorada: na forma como saca e na lata com que argumenta. E o que mais custa é ouvir as declarações dos serviçais e dos opositores do costume.

 

Até os pássaros se deviam indignar.

 

 

 

 

 

Pássaro europeu. Julho de 2014.

 

 

 

 



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Quarta-feira, 23.07.14

 

 

 

 

 

Metade da redução de pessoas na administração central, entre 2001 e 2013, foi em cortes a eito em professores do ensino não superior. Cerca de 49000 pessoas saíram desse sector, sendo que perto de 22000 eram educadores e professores dos ensinos básico e secundário. Uma razia comprovada, derivada do aumento do número de alunos por turma, da diminuição da carga curricular dos alunos, dos agrupamentos de escolas e do aumento dos horários dos professores.

 

Há um estudo interessante a fazer.

 

Se aumentou significativamente a rubrica dos consumos intermédios do Estado, podemos considerar que as 20 e tal mil pessoas a menos que não são professores passaram a despesa por outsourcing. Ou seja, deixou de fazer o Estado para dar lugar a empresas com boa convivência no aparelhismo partidário.

 

 

 

 

 

 

 



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Terça-feira, 03.06.14

 

 

 

 

As encenações dos condutores do Governo no verão passado ficaram caríssimas às contas do país e o género irrevogável ficará na história universal da irresponsabilidade (da infâmia também?). É evidente que o radicalismo de Gaspar e Passos acrescentado da célebre carta do primeiro deixaram estupefactos até os que definem os limites do possível.

 

Mas a malta do Governo não aprendeu e começa a encenar qualquer coisa parecida, usando outra vez o TC, com o oportunismo de apanhar a oposição a meio caminho de qualquer coisa. Se for essa a táctica, talvez se estejam a esquecer que os eleitores estão atentos e que o pior resultado eleitoral da história verificado recentemente pode descer para números "impensados".

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 21:31 | link do post | comentar | ver comentários (6) | partilhar

Segunda-feira, 17.02.14

 

 

 

 

 

 

Victor Gaspar revela, nesta entrevista ao Público, a estratégia que obrigou Portugal a uma austeridade destruidora. Teria sido melhor se o quarto elemento da troika se tivesse dedicado à meteorologia e à reparação de erros nas folhas excel. É uma entrevista política de um homem que se declara sem qualquer paciência para "questões de pura política".

 

 

 



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Sábado, 04.01.14

 

 

 

 

Um presidente politicamente eunuco

 

 

 



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Segunda-feira, 04.11.13

 

 

 

 

 

 

Daqui.



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Sábado, 02.11.13

 

 

 

 

 

A primeira página do Expresso sublinha vícios antigos.

 

 

 

 

 

 

O CDS continua na senda dos sound bites (Portas é especialista em off e em on) e na jogada habitual de um pé com o PSD e outro com o PS. É uma forma da direita radical, e dos interesses, portuguesa travestir-se de centrista. Desta vez o CDS foi ainda mais descarado se tivermos em conta a grave situação do país e o facto de ter começado o jogo ao fim de poucos meses de Governo. 

 

O chefe da troika reformou-se aos 61, foi contratado de seguida e defende o aumento da idade da reforma. É mais um exemplo de valha-nos sei lá o quê. Temos o fisco português a sortear carros (o casino financeiro vai tomando conta dos espaços todos e parece a obra de deus no MEC), o crack volta a ser a droga da moda (é barata, vicia depressa e acelera o tempo até à morte) e Moçambique regressa às primeiras páginas como um lugar algo inseguro.

 

Saliento a notícia que lerá melhor na imagem seguinte. É também o regresso da malta da bolha imobiliária. Haverá, naturalmente, outros investidores. Será quase certo que virá capital de "lavandaria" e mesmo passadinho a ferro. Não seria má ideia se comprassem as concessões das auto-estradas. Bem sei que depois não ganhariam com os juros da dívida, mas tanta guloseima pode acabar mal. Sei lá. Mas voltando às auto-estradas, compravam aquelas em que o Estado se afundou com a passagem de 20 veículos por hora, mas como só passam 2 os contribuintes pagam os 18 em falta. Se esta malta comprar a coisa a 10 por hora, e se se baixarem portagens e combustível, a economia crescerá e até obterão lucros porque os 10 do contrato serão ultrapassados.

 

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 16:35 | link do post | comentar | partilhar

Segunda-feira, 28.10.13

 

 

 

 

 

 

Depois de mais de uma década de trapalhadas que ajudaram a descredibilizar ainda mais o Governo do país, o vice-primeiro-ministro, que ainda em Junho de 2013 ajudou a que a imagem de Portugal descesse mais um grau abaixo de zero, vem desta vez anunciar o fim da recessão técnica (querem ver que ainda vai reivindicar louros?) e advogar uma colagem à Irlanda em detrimento da Grécia.


Só temos que nos envergonhar. Já somos conhecidos por termos uma das classes políticas mais corruptas da Europa e agora temos de aturar esta terraplenagem da história (até da recente, da que provocou a crise financeira de 2008).

 

Esta ideia de proclamar a preferência por um programa cautelar à Irlandesa em desfavor de um segundo resgate à grega é uma manipulação que apenas indica quem tem melhores relações com o pessoal dos casinos financeiros que domina os paraísos fiscais dos EUA, da Grã-Bretanha e da Holanda. Os "irrevogáveis" jogam uma única peça no tabuleiro: a protecção das dívidas aos credores privados que se alimentam dos orçamentos dos Estados e que transferem, como nunca na história, recursos das classes média e baixa para a alta.



 



publicado por paulo prudêncio às 13:25 | link do post | comentar | ver comentários (8) | partilhar

Quinta-feira, 17.10.13

 

 

 

 

 

 

Em 16 de Julho de 2011, num post que intitulei "Não faças aos outros", escrevi assim: "(...)Na primeira ida de Pedro Passos Coelho a Bruxelas, a mensagem portuguesa foi clara: não somos a Grécia. Não gostei; menos ainda do aplauso nacional. E depois já se sabe: quem abre hostilidades não pode esperar amabilidades em troca; menos ainda na diplomacia internacional(...)."

 

Na semana passada, Portugal, e pela voz do eurogrupo, ficou nivelado pela Grécia e os laudos foram para a Irlanda e para a Espanha. Hoje soube-se que os dirigentes gregos ainda têm uma réstia da independência que escapou de vez ao nosso Governo ao recusarem mais cortes adicionais exgidos pela troika. A diplomacia internacional continua sem tréguas e o Governo português não merece o "melhor povo do mundo". É, não somos a Grécia. Já os ultrapassámos no ranking dos protectorados.

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 20:40 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Terça-feira, 15.10.13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

As relações entre Angola e Portugal conhecem uma fase que se relaciona com a nossa condição de protectorado. Nem os dirigentes políticos da Guiné-Bissau, como dizem os angolanos, permitem tamanha devassa do seu país. Estamos, ainda na inspiração angolana, mais abaixo do que a Guiné-Equatorial. É toda uma malta como uma cultura meritocrática muito estratificada.

 

"Desde 9 de Janeiro de 2013 que é preciso visto para entrar em Moçambique, disse-me alguém da TAP. A embaixada de Moçambique em Lisboa só emite 30 vistos por dia e as filas de espera formam-se às 04h00 da madrugada, acrescentou. O visto só é concedido com uma série de garantias, tal a degradação da vida em Maputo para muitos dos portugueses."

 

Ainda estará na memória, mesmo que curtíssima, o que se fazia no aeroporto da Portela com a proibição de entrada aos moçambicanos e angolanos que nos imploravam refúgio. Mas que grande lição da história. Muitos, como os que estão na imagem, advogaram a proibição e depois estimularam os seus compatriotas a passarem pela humilhação made-in-mozambique como se fosse uma oportunidade. Aos oportunistas nunca escapa o conceito de oportunidade, como se observa com as trapalhadas de Rui Machete que podia muito bem figurar na imagem.







publicado por paulo prudêncio às 19:45 | link do post | comentar | ver comentários (10) | partilhar

Sábado, 20.07.13

 

 

 

 

Não sei se Passos Coelho é um testa de ferro, mas é um adepto do Estado mínimo; o radicalismo ideológico abençoou o seu programa. Não sei se Passos Coelho é manipulado, mas rodeou-se dos que acreditaram no modelo "Singapura" que revolucionaria a nação portuguesa. Essa crença ultraliberal é partilhada por governantes europeus e adapta-se aos casinos bolsistas e dos offshores. Já pouco interessa onde começam uns e acabam outros, socialistas da terceira via incluídos. O que as democracias desejam é que saiam de vez, e depressa, de cena, como se comprova no primeiro caderno, página 10, do Expresso até entre familiares e amigos.

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 13:32 | link do post | comentar | ver comentários (3) | partilhar

Quarta-feira, 17.07.13

 

 

 

 

São tantos e tão graves os casos de corrupção como o BPN, que só não acontece nada aos mais do que conhecidos mentores (haverá muitos na sombra, claro) porque o regime está num pântano mais lamacento do que o traçado pelos piores cenários.

 

Temos de aceitar como conhecedoras as opiniões dos que dizem que as actuais conversações do arco da governação, com a bênção presidencial, estão marcadas pelo que foi dito no primeiro parágrafo e pelos financiamentos que se aproximam do género QREN.

 

 



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Terça-feira, 09.07.13







publicado por paulo prudêncio às 13:25 | link do post | comentar | partilhar

Quarta-feira, 03.07.13

 

 

 

 

Estive o dia todo quase sem notícias. Passei por três sites e fotografei os títulos da primeira página referentes à crise política para fazer este post. O tal guião da reforma do Estado que Portas elaborou evidencia bem por onde começar. Uma pessoa passa os olhos pelos títulos e sorri, abana a cabeça e belisca-se muito. Portas foi mandatado pelo CDS para reunir com Passos Coelho para estudar um novo programa de Governo? Esta malta, muito agarotada, tem piada.











publicado por paulo prudêncio às 22:20 | link do post | comentar | ver comentários (7) | partilhar

Segunda-feira, 08.04.13

 

 

 

 

 

As hostes governativas, ancoradas no para além da troika e no radicalismo do Estado mínimo, devem, em nome do equilíbrio e da sensatez, dar um intervalo à ganância, reconhecer o falhanço para onde arrastaram o país e regressarem à oposição. A comissão europeia e o presidente da República estão comprometidos com o desaire, em Portugal e na Europa, e devem dar lugar, logo que possível, ao outro lado da equação.

 

E se nada disso acontecer e se este radicalismo ideológico, que não foi sufragado nem sequer no memorando da troika, mantiver o caminho desequilibrado que liberta de sacrifícios a sacrossanta banca e as rendas monopolistas?

 

A imaginação não me apresenta uma revolução no sentido clássico - sei que a realidade me pode surpreender - pois parecem-me outros tempos. 

 

Podíamos começar por um impedimento ao presidente da República por manifesta incapacidade, mas não sei, nem vou ver, se está previsto na Constituição. Sei que o presidente pode fazê-lo ao primeiro-ministro, mas não sei se terá condições para se autoflagelar.

 

Olho para Europa desde que começou a crise e vejo de tudo. Países resgatados, países sem resgate, eleições no fim das legislaturas, eleições a meio das legislaturas, presidentes demitidos até por plágio académico, países meses a fio sem Governo e por aí fora. Por isso me espantam as vozes que nos dizem que por aqui não, não pode haver eleições outra vez. Parecem-me argumentos de quem tem pressa para terminar um qualquer saque.

 

Publiquei durante a tarde o não à austeridade de Paul Krugman. Agora é Joseph Stiglitz quem volta a alertar que a austeridade agrava a situação.

 

Confirma-se o domínio da União Europeia pelas forças financeiras ficando a certeza que o único "resgate" que falta, o da própria comissão europeia e quiçá do Governo alemão (se os alemães podem alvitar sobre a nossa democracia, nós também temos o direito de o fazer sobre a deles), terá de ser testado o mais breve possível. Por cá deve ser feito o possível e o mais sensato será colocar quem governa na oposição na primeira oportunidade.



publicado por paulo prudêncio às 19:33 | link do post | comentar | partilhar

Sábado, 16.03.13

 

 

 

 

 

O programa que quem manda na Europa impôs a Portugal foi um fracasso absoluto. Nem com um "bom aluno" mais do que entusiasmado a coisa teve qualquer resultado positivo; bem pelo contrário. A impossibilidade de desvalorização da moeda é um ligeiro álibi técnico e a crise europeia, e os efeitos da globalização e do comércio mundial, explica parte da desgraça. Mas a soberba inicial do Governo (que se apressou a dizer que não éramos a Grécia num gesto de falta de solidariedade inclassificável) impede a utilização desses argumentos e a realidade preenche a tragédia.


Resta a demissão do executivo e a nomeação doutro primeiro-ministro ou a marcação de eleições. Um próximo Governo terá a tarefa há muito enunciada: o perdão da dívida. A Europa e o mundo financeiro não se podem desresponsabilizar da situação portuguesa ou então parece preferível seguir os que defendem a saída do euro com um qualquer recomeço que permita uma solidariedade mínima.

 






publicado por paulo prudêncio às 09:07 | link do post | comentar | ver comentários (14) | partilhar

Sexta-feira, 22.02.13

 

 

A aliança PS-PSD



publicado por paulo prudêncio às 09:33 | link do post | comentar | partilhar


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25 de Abril de 2004
Autor:
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