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Correntes

em busca do pensamento livre

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Onde Estão?

23.01.19
      De 2007 a 2015, o financiamento à banca (BPN, BES Novo Banco e BANIF), custou (fonte BdP) 12.600 milhões ao défice orçamental e 20.000 milhões à dívida pública. Aguardam-se os dados até ao início de 2019, mas é público que a CGD custou cerca 4.000 milhões em 2016 e 3.000 milhões em 2017. Também é seguro afirmar que os bancos valem cerca de 20% do valor injectado. É importante conhecer devedores, mas é curial recuperar capital. E com o que vamos vendo, e (...)

"Em política, o ódio é melhor do que um diploma”

18.01.19
      Há uns dois ou três anos que acompanho as muito boas séries da RTP2. É o que está a acontecer com a interessantíssima "Baron Noir" (segunda-feira será o episódio 6, da T1, por volta das 22h15) sobre o PS francês e o ambiente fratricida nos partidos políticos. E como em todas as sociedades existe caciquismo, arrivismo e afins, não estranhamos. Numa semana com a agenda mediática dominada pelo tráfico de influências e pela disputa partidária num grande partido, (...)

Salamandra

03.08.18
      Salamandra é o título de mais uma boa série exibida pela RTP2. A 2ª série termina hoje e promete. Salamandra é o nome de uma sociedade secreta que domina o poder na Bélgica, principalmente através do negócio de diamantes africanos (Belgas e Holandeses são há muito poderosos na matéria). Paul Gerardi é um investigador determinado e não raramente apelidado de "louco (...)

11 cozinhas

31.07.18
    É tal o desvario imobiliário na zona histórica de Lisboa, que uma casa com 11 cozinhas esteve à venda por quase 6 milhões de euros. O assunto mediatizou-se e revelou - na defesa e no ataque - o tradicional e nefasto clubismo: é nos clubes como nos partidos, nos países, nas cidades, nos bairros, nas escolas e até nas praias. E, como se vai percebendo, o fenómeno aprende-se de pequenino e parece em crescendo. Vá lá: o vereador proprietário das 11 cozinhas demitiu-se.

Última hora para a cimeira governo vs professores

11.07.18
      "Mudar de maioria governativa implica trocar 4.000 empregos. Mas as máquinas têm ainda mais do que isso espalhado pelo país." Quando ontem ouvi que aumentaram os recibos verdes e que o acréscimo se deve "aos empregos partidários como formadores do IEFP e às avenças nas autarquias" (muito no espírito Tutti-Frutti), não só relacionei o acontecimento com os "4.000 empregos" como percebi o silêncio da generalidade dos partidos. Mas achei boa a sugestão de trocar (...)