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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

Da memória e da falta de professores

15.12.18
    Já lá estamos. Se ler o que se segue, identificará o sítio onde nos apressamos a chegar.   Em 27 de Fevereiro de 2018 escrevi assim:   A OCDE concluiu que há professores na Europa a precisar de tutorias e há quem pense de imediato em Portugal(...). Discordo. Há países onde já não há professores, tal os tratos a que o grupo (...)

concursos de professores e a ilusão dos números

01.06.18
   "O número de professores que requereu a reforma é o mais baixo de sempre", concluía-se novamente num debate radiofónico. A causa está identificada: idade da reforma aos 66 anos com penalizações indecorosas nas antecipações, num grupo profissional que se reformava entre os 56 e os 58 (52 no pré-escolar e 1º ciclo) com 35 anos de serviço.Como a degradação da carreira está inamovível - contagem do tempo de serviço, componente não lectiva em modo inútil, (...)

"na educação é permitida a ultrapassagem pela direita"

10.05.18
      Contributo de Mário Silva.   "Na educação é permitida a ultrapassagem pela direita. Durante anos, a indecência dos vários governos obrigou muitos profs a trabalhar sob regime de contrato a prazo quando a legislação obrigava a integrar no quadro. Em 2017, foi feito um concurso extraordinário para integrar legitimamente esses profs, mas com a resolução de uma ilegalidade criou-se uma injustiça para os profs do quadro (de carreira). A portaria n.º 119/2018 publicada (...)

do "impensado" e dos concursos de professores

27.04.18
        Dá ideia que as polémicas à volta dos concursos de professores são propositadas. Repetir um erro é sempre um qualquer sinal. Ou seja, às vezes os erros até são propositados. Recordo-me da "bolsa de contratação de escola" (uma repetição), que nasceu por ideologia sustentada em incompetências diversas, que só por impreparação, e desconhecimento da história, foi teimosamente para a frente e terminou em desastre. Mas há mais erros de palmatória que se repetem (...)

Dos concursos de professores e dos "privados" escolares

26.04.18
    Cresce a polémica à volta da possibilidade do tempo de serviço prestado em instituições "privadas" ter o mesmo valor concursal que o exercido em escolas públicas. O ministro da educação afirmou que a decisão foi negociada com os sindicatos e aguarda-se o contraditório. Há um argumento com muita força (não é o único, obviamente): as escolas "privadas" não contratam professores por concursos públicos e os professores das escolas públicas são prejudicados; basta (...)