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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

E Jaime Neves entregou-me o "crachá" de Comando (na imagem)

20.07.18
      Reedição a propósito dos desenvolvimentos das recentes mortes  de instruendos dos Comandos.      As praxes nos cursos de Comandos eram toleradas; os excessos nem tanto. Mas eram, e são, espaços incontroláveis. E é exactamente nesse domínio, na coacção constante, violenta e não programada, sobre os jovens instruendos, que tudo começa como é retratado na muito boa peça do Público que tem um título realista: "O instrutor dos Comandos avisou-nos: vou tornar-me num animal (...)

bandeira branca por um dia

23.06.17
            (Este texto foi escrito em Junho de 2004. Resolvi reescrevê-lo e reeditá-lo)       Passei uma tarde encantadora. Foi um descanso merecido para um corpo que vai aturando maçaduras diversas. O dia soalheiro ajudou, a cadeira de jardim encorpou-se de vez e as leituras estavam a condizer. Se a perfeição existe, estive lá perto. Foram momentos de um prazer indizível. Argumentei-me em cadeia com sínteses que me elevaram as motivações. Tenho tardes assim. (...)

da suspensão dos cursos de Comandos

09.09.16
      Fui Comando. Por obrigação numa tropa para voluntários (começou nessa altura a objecção de consciência). Condicionado a dar o melhor para ser oficial e não ir parar a soldado sem graduação e sem especialidade. Éramos 87 no curso de oficiais e sobraram 7. Na prova mediatizada (prova de choque) éramos cerca de 500: ao segundo dia estavam cerca de 250 na enfermaria improvisada. Era tal a violência e alienação, que se traficavam tampinhas de cantil com água a 500 (...)

bandeira branca hasteada por um dia

20.09.12
                  (Este texto foi escrito em Junho de 2004. Resolvi reescrevê-lo e reeditá-lo)       Passei uma tarde encantadora. Foi um descanso merecido para um corpo que vai aturando maçaduras diversas. O dia soalheiro ajudou, a cadeira de jardim encorpou-se de vez e as leituras estavam a condizer. Se a perfeição existe, estive lá perto. Foram momentos de um (...)

por um dia

25.01.12
        Passei uma tarde encantadora. Foi um descanso merecido para um corpo que vai aturando maçaduras diversas. O dia soalheiro ajudou, a cadeira de jardim encorpou-se de vez e as leituras estavam a condizer. Se a perfeição existe, estive lá perto. Foram momentos de prazer indizível. Argumentei-me em cadeia e fiz sínteses que elevaram as motivações. Há tardes assim.   (...)

é raro, mas pode acontecer

04.10.11
    Pedir a um especialista em algoritmos que exerça minas e armadilhas é arriscado. Sei do que falo: fui comando por imposição e especialista em minas e armadilhas por obrigação; confesso: ainda bem que não se verificou qualquer situação real. As actividades de implosão são delicadas e não permitem enganos. Parece, realmente, que estamos perante um caso raro no que se refere ao nosso MEC. A prometida implosão só está a acontecer - a continuar, claro - nas escolas e (...)

das bandeiras/parte I

01.11.09
    (Este texto foi escrito em Junho de 2004. Resolvi reescrevê-lo e reeditá-lo. Talvez se percebam as razões).       Passei uma tarde encantadora. Foi um descanso merecido para um corpo que vai aturando maçaduras diversas. O dia solarengo ajudou, a cadeira de jardim encorpou-se de vez e as leituras estavam a condizer. Se a perfeição existe eu estive lá perto. Foram momentos de um prazer indizível. Argumentei-me em cadeia e fiz sínteses que me elevaram as motivações. Tenho (...)

das bandeiras/parte II

01.11.09
    Sempre me confundiu a ideia de pátria. Um mal ou um bem necessário? Será que os homens têm sempre que encontrar um meio que os divida? Ou será uma necessária ideia de aglutinação? Seria possível a ideia de rebelião sem a ideia de pátria? Nunca fui capaz de querer mais a alguém em função da sua pátria de nascimento ou de adopção. Nunca me pareceu superlativo.   Isto pode parecer ingenuidade, eu sei, pode parecer um total desconhecimento da natureza humana, eu sei, (...)

acordo ortográfico e mia couto

03.06.08
          Encontrei um texto muito interessante sobre o acordo ortográfico. O texto é do escritor moçambicano Mia Couto: uma pessoa muito autorizada para falar sobre o assunto.   Ora leia.   "Venho brincar aqui no Português, a língua. Não aquela que outros embandeiram. Mas a língua nossa, essa que dá gosto a gente namorar e que nos faz a nós, moçambicanos, ficarmos mais Moçambique. Que (...)