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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

Até Ao Fim

19.03.19
    Estou a terminar a muito boa tetralogia "A Amiga Genial", de Elena Ferrante. Já sinto alguma saudade, embora não preveja uma segunda leitura nos próximos tempos. Mas não sei. Li que se podia ficar pelo segundo volume: os outros dois seriam mais do mesmo. Discordo. É mesmo uma tetralogia. O quarto volume projecta ainda mais a densidade de uma obra marcante para a história recente da Europa (segunda metade do século XX).

decorando os detalhes

03.10.17
            Percebi que era habitual o detalhe. Gostei muito e registei. Lembrei-me de um texto que li em 2014. Fazem boa companhia. Ora leia.   "Comportamo-nos como se as pessoas de quem gostamos fossem durar para sempre. Em vida não fazemos nunca o esforço consciente de olhar para elas como quem se prepara para lembrá-las. Quando elas desaparecem, não temos delas a memória que nos chegue. Para as lembrar, que é como quem diz, prolongá-las. A memória é o sopro com que os (...)

outro concerto memorável - A Vida de Verdi

27.07.17
        Concerto às 21h30. Passámos pelo largo do Teatro Nacional de S. Carlos às 18h30 e já só havia dois lugares na zona frontal. Não os perdemos. Revezámo-nos até à hora marcada. O tempo é imparável e o lugar "ultrapassou" as melhores expectativas. O som esteve perfeito. Para além do referido no programa, o "Va, Pensiero" (vídeo mais abaixo), de uma beleza comovente (não ligue, acabei de ver o episódio 10 da série, RTP2, "Amor em Berlim" e estou (...)

Bosh

14.04.17
      Gosto de rever museus. Não me importo quando uma viagem se resume a esses espaços, aos alojamentos e a curtos passeios. A revisão permite aprender mais e atenua a busca do tempo perdido. O acervo do Prado é o que se sabe, mas permitam-me que escolha o tríptico "The Garden of Earthly Delights" de Hieronymus Bosch (El Bosco em espanhol), que justificou uma sessão interessante no último Folio de Óbidos.     Bosh, Museu do Prado. (

uma boa dupla

04.09.16
           Talvez o melhor livro de Italo Calvino (a cada leitura mais isso se acentua) e Joseph Stiglitz (justifica sempre quando é alguém do lado dos fracos e ponto final).