Em busca do pensamento livre.

Terça-feira, 23.10.18

 

 

 

Sempre desconfiei. Uma pessoa lê cada notícia, que não restarão grandes dúvidas:

"Há vida em Marte? Ainda não é certo mas novo estudo alarga potencial de vida no planeta vermelho"



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Quarta-feira, 18.04.18

 

 

 

Ainda alguém duvida da importância de aumentar a carga curricular da Educação Física? Ora leia: "Neurociências: Quanto mais depressa se corre, mais depressa se aprende. Em experiências em ratinhos no Centro Champalimaud percebeu-se que melhoravam a sua capacidade de aprendizagem se os fizessem correr mais depressa. Pensa-se que o mesmo poderá acontecer nos humanos.(...)"



publicado por paulo prudêncio às 20:43 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Sábado, 17.02.18

 

 

 

Pensei noutra pessoa, mas afinal foi Greta Garbo a autora da célebre frase: "É bom que falem de nós, nem que seja para dizer bem".

 

greta garbo desenho

 

 



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Domingo, 12.06.16

 

 

Presidências e trivelas



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Quarta-feira, 25.05.16

 

 

 

"Nessa altura, ela estava no facebook. Sei sempre quando entra ou sai. Nunca viste a coluna da direita no computador ou no tablet? Consegues saber quem está e há quanto tempo", dizia-se em tom excessivamente audível na mesa ao lado. A conversa a quatro foi por ali fora sempre à volta da vida alheia. Nem a atenuação de uma voz mais-vida-própria, que remetia a possibilidade das presenças contínuas para tablets ou smartphones ligados com app's abertas ou com browsers na mesma situação em computadores, descansava as outras três almas. O frenesi do voyeurismo era tão sôfrego, que os vigiados já devem ter saliências no topo da cabeça, vulgo antenas, para a acusação evernet. Que raio de vidas, realmente.

 

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Quinta-feira, 10.03.16

 

 

 

 

Draghi afirma "que entregar dinheiro directamente às pessoas é um conceito muito interessante”. Quem diria. O processo dá que pensar, realmente: os bancos recebem juros para pedir emprestado. Espera-se que o dinheiro chegue mesmo à economia e que não sirva apenas a deficitária contabilidade bancária.

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publicado por paulo prudêncio às 18:47 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Sexta-feira, 25.12.15

 

 

 

Simplificação, acesso à informação, melhor gestão do tempo e por aí fora são ideias associadas ao desenvolvimento tecnológico. Apesar de tanto avanço, impressionam as dificuldades criadas no uso de aparelhos triviais. Ligar um televisor com uma "box", o que exige dois comandos, tornou-se uma aventura. O antigo On/off, seguido dos botões dos canais e do volume, foi substituído por um comando para o televisor destinado à busca do canal (que nem sempre é o mesmo) que "vê" a box, deixando o som num volume que permita uma boa audição quando se usar o segundo comando: o da box. Uma simples troca de comandos pode deixar o utilizador à deriva. 



publicado por paulo prudêncio às 18:25 | link do post | comentar | partilhar

Terça-feira, 28.07.15

 

 

 

 

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Academia de Ciências de Lisboa. Fevereiro de 2015. Do dever de repetir.



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Quinta-feira, 23.07.15

 

 

 

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"Só saem duques e cenas tristes", dizia-me alguém a propósito da sucessão de personagens que têm saído em sorte. Já há muito que não ouvia esta expressão dos jogos de cartas, mas sorri e fiquei a pensar, realmente, no género duque que sempre se presta a cenas tristes.



publicado por paulo prudêncio às 18:29 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Quarta-feira, 10.06.15

 

 

 

Os povos deste mundo são, há umas três décadas, metidos numa espécie de roleta com as incontestadas regras dos casinos bancários. Os ultraliberais não se cansam de advogar esse fim da história libertador da humanidade. Nesse sentido, não se percebe a irritação pelo facto do ministro das finanças grego, o tal de Varoufakis, ser um especialista em jogos de computador aplicados à política económica. Não sei, nem há quem saiba, como a coisa estará daqui a uns meses, mas regista-se a ousadia e a coragem (insinuar que Merkel e Schäuble se detestam é dominar o lance, como ontem fez Varoufakis). Podem perder, é certo que assim é, também não vão seguramente vencer em toda a linha, mas não era a mesma coisa e nada será como antes.

 

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Quarta-feira, 05.11.14

 

 

 

Merkel afirmou que Portugal tem licenciados a mais e acredita-se que o tenha intuído nos inúmeros contactos com o Governo. Passos Coelho repetiu à exaustão o excesso e Nuno Crato parecia concordar com a ideia dos enchidos a mais.

 

Nuno Crato aparece hoje a "afirmar que Portugal não tem licenciados a mais" e já há quem considere a atitude corajosa. Aliás, os elogios vêm do sítio que encontra uma outra medida positiva no consulado de Crato: a "exclusão" da equivalência de Relvas.

 

Crato estava em Valpaços numas jornadas do PSD e só pode estar em rota de colisão com o partido. Os partidos apreciam as "relvices" e não devem admirar as "coisas boas" de Crato. Para os partidos, com excepções em todos, claro, é simples e empreendedor: se há um lugar de assessor para maiores de 35 anos, indicam uma pessoa com 28 e argumentam que é precoce. Se a função exige uma licenciatura em direito, apresentam um quase licenciado em turismo argumentando que a frequentou num estado de direito. Em regra, o assessor filiado apenas apresenta o cartão partidário e uma carta de recomendação do chefe respectivo. Nuno Crato deve estar bem escaldado com essa malta.

 

Claro que nada disto atenua o radicalismo ideológico nem os preconceitos que levaram ao experimentalismo que terraplenou o sistema escolar.

 

 

 



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Terça-feira, 11.06.13

 

 

 

 

Estava, na última sexta-feira, à conversa com a CJ e o LR quando a CJ introduziu um tema que desconhecíamos: Vitor Gaspar justificara a ausência de investimentos com a meteorologia. Ficámos incrédulos e o riso acentuou-se quando o LR se recordou de uma estória semelhante: "O Willkommen Mr. Chance (de 1979 e vai em alemão porque sim)" com Peter Sellers.

 

Já vai ver o vídeo, e ler um resumo do filme, e perceber como um jardineiro isolado do mundo real, compulsivo no zapping televisivo, lento e monocórdico no discurso e que falava literalmente de jardins, conseguia impressionar os poderosos deste mundo que "liam" os seus discursos como metáforas (o LR disse-me há pouco que são mais alegorias com uma ou outra metáfora, o que no caso Gaspariano é ainda mais perigoso) políticas.

 

E não é que a seta vermelha que encontrei no Público do dia seguinte fez a mesma associação? Asseguro que foi uma coincidência, mas é muito significativo.

 

 

 

 

 

 

"Imaginemos que um homem foi criado, desde que se lembra, na casa de um homem rico, em Washington, DC, onde aprendeu a cuidar dos jardins e a aguardar que as refeições lhe fossem servidas por uma empregada, Louise, sendo esta a sua rotina, dia após dia, ano após ano, até aos seus cinquenta anos. Sem autorização para sair da propriedade, sem documentos para comprovar a sua existência legal, esse homem vive completamente a sua identidade de jardineiro, conhecendo o mundo apenas através dos inúmeros televisores com que o misterioso “senhor idoso” dono da casa, ao longo dos anos, o presenteou. Habituado a observar e a imitar o que vê, mas não a agir nem a interagir com pessoas, controla a realidade mudando de canal constantemente, mantendo uma expressão neutra e um discurso pausado, vazio e monocórdico. Agora imaginemos que o “senhor idoso” morre, que a empregada Louise se vai embora e que a casa é fechada, à ordem dos advogados encarregados de fazerem o inventário. E que quando os advogados chegam, encontram aquele homem na sala, sentado à mesa, a mudar os canais do televisor enquanto espera que a Louise lhe sirva o almoço. “Being There”, título original do romance de Jerzy Kosinski e desta longa-metragem, é o título certo e um grande título.

 

Finalmente despejado, aquele homem, Chance, pisa a rua, aos cinquenta anos, pela primeira vez na sua vida. À primeira vista, nada de mal se nota nele. Pelo contrário, está bem vestido, talvez demasiado bem vestido e certamente num estilo demasiado clássico, com aquele chapéu de feltro cinzento, aquela mala de crocodilo, o sobretudo e o guarda-chuva, mas, se o seguirmos com o olhar enquanto o vemos passar e o observarmos melhor quando ele está de costas, revelam-se-nos as calças curtas de mais que descompõem grosseiramente a ilusão de boa apresentação das restantes roupas do “senhor idoso” que ele era autorizado a vestir. Gelamos pela redefinição de solidão dada por aqueles passos sem destino, por aquelas perguntas patéticas, pelas tentativas de mudar a realidade desagradável com o telecomando de televisor que trazia no bolso.

 

Mais pungente ainda se torna tudo isto se soubermos que o actor que interpreta esta quase não-entidade, esta espécie de cidadania de grau zero de consciência, é Peter Sellers, celebrizado por figuras incrivelmente cómicas como Harry em “O Quinteto Era de Cordas” (1955), Clare Quilty em “Lolita” (1962), o Doutor Estranho Amor no filme com o mesmo nome (1964), o detective chinês Sidney Wang em “Um Cadáver de Sobremesa” (1976) e, sobretudo, o inspector Jacques Clouseau na série de filmes da Pantera Cor-de-Rosa (1963-1978).

 

Por esta composição, Peter Sellers recebeu a sua terceira nomeação para um Óscar (a primeira foi para o de melhor curta-metragem, a segunda foi para o de melhor actor principal em “Doutor Estranho Amor”), novamente para o de melhor actor principal, mas pela sua única interpretação num filme dramático, avaliada por muitos críticos como tendo sido a melhor de toda a sua carreira. Não só não ganhou o Óscar (em nenhuma das ocasiões) como, cerca de dois anos depois de concluída a rodagem de “Bem-Vindo Mr. Chance”, morreria em consequência de ataque cardíaco, aos 54 anos.

 

É natural que o excelente cómico tenha ofuscado o actor dramático desta obra estranha de um Chance, "gardner" (jardineiro) transformado acidentalmente em Chauncey Gardiner, a cujo discurso vazio os poderosos acrescentam sentido, mas quer a vitória de um, quer a derrota do outro são peças preciosas para o cinéfilo dos filmes sem idade."

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 11:24 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Sábado, 25.05.13

 

 

 

 

 

 

 

Compreende-se a posição da instituição presidência da República e o jornalista já se desculpou. Mas esta polémica não deixa de ser um bocado estratosférica. Para além do estado da nação, há todo um oceano de ofensas mais graves que só não são notícia porque os autores não se notam tanto.

 

O quarto poder está mais do que consolidado e quem não aparece nas suas teias não existe, sabemos isso.

 

Mas a web 2.0 e as redes sociais, e apesar de fenómenos relativamente recentes, influenciam os estatutos sociais e podem alterar as regras do jogo mediático. Se o presidente usa o facebook para as suas mensagens também deve ler, e processar, o que por lá se publica.



publicado por paulo prudêncio às 18:28 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Sexta-feira, 10.05.13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O ciclo do vazio.

Já voltam.

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 09:01 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Quarta-feira, 08.05.13

 

 

 

 

 

Perguntava-me, um amigo da mesma idade e com frequência escolar na mesma cidade, pelos exames da 4ª classe e de acesso ao liceu. E não é que não me lembro mesmo? A sério e até nem tenho razão de queixa da memória (a dos anos mais recentes até justificava alguns apagões). Foi aborrecido porque nem deu para prolongar a viagem no tempo.


Mais à noite dei com dois deputados, um da maioria (PSD, pareceu-me) e outro da oposição (fora do arco do poder), a esgrimirem os exames do 4º ano. O primeiro justificava-se com a chegada (usava com ênfase o finalmente) da prestação de contas que trará autonomia às escolas e o segundo contra-atacava com a antecâmara do ensino dual. Tenham ou não razão e qualquer que seja a escolha da nação, só podemos concluir que o país endoideceu. Riam-se muito os dois e o moderador contagiava-se.


Fiz há pouco uma aula de cycling (bicicleta de ginásio, em grupo e com música). As escolhas musicais são quase sempre recomendáveis e o Smoke on the Water dos Deep Purple foi uma delas. Foi nessa altura que desenhei este post e nem a música da época ajudou a memória, embora me tenha alertado que é bem possível que a malta dos debates ande a tomar umas coisas para escapar às chamas da realidade.






publicado por paulo prudêncio às 19:10 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Quarta-feira, 01.05.13

 

 

 

 

 

O ministro Álvaro da economia, e é pena mas não encontro um linque, apresentou números - com um brilho nos olhos e um ar de obra feita - estonteantes do ensino dual. Pelo menos os oitenta e tal por cento de empregabilidade (é aconselhável ler este post sentado) ficaram-me na mente.

 

Este ministro é mais uma obra, realmente: nem vou discutir mais uma terraplenagem do que existia com ligação a empresas portuguesas e não alemãs ou suíças (CEF´s, curriculos alternativos, PIEF´s e mais uma parafernália de arriscadas decisões de combate ao abandono escolar); o que mais me espanta é a empregabilidade instantânea.

 

O senhor tomou posse há menos de dois anos, deve ter demorado uns tempos a implementar a epifania, mas já consegue apresentar números estratosféricos de frequência e oitenta e tal por cento de empregabilidade (bem sei que se pode defender com a frequência de dez alunos e com a promessa de oito empregos por um mês que seja) num país com um milhão de desempregados e milhares de jovens adultos forçados a emigrar.

 

Isto recorda-me os comprovadamente tresloucados M. Rodrigues, V. Lemos e J. Sócrates com a má propaganda e a febre eleitoralista que descredibilizaram as novas oportunidades.

 

Aliás, M. Rodrigues escreve no Público uma crónica, "Abril na Educação", com dados certeiros e consensuais na defesa da escola pública. Como é que uma pessoa que começou a arrasar a escola pública escreve um texto destes? Pois é. A nossa bancarrota também tem uma dose de culpa nacional e dá ideia que temos azar com a sucessão de governantes ensandecidos. A sugestão de bipolaridade pode servir para acelerar o despiste médico.

 

Como bem me dizia noutro dia um amigo insuspeito de parcialidades: "O Sócrates precisa mesmo de psiquiatria". Tinha razão. Não é só ele e com todo o respeito pela especialidade médica.



publicado por paulo prudêncio às 15:25 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Quarta-feira, 27.02.13

 

 

 

 

 

 

Há muito que nem sei o que responder a quem interroga o valor do dia seguinte às manifestações, greves e por aí fora. São interrogações que acabam na mesma família da que desvaloriza a ideia de protesto com a acusação da não apresentação de propostas. A História tem mostrado que vale muito protestar e os últimos dias têm sido férteis em sinais.

 

O protesto pelo protesto é tão válido com um qualquer caderno de propostas. O fenómeno do Grillo-italiano é mais uma evidência. Mesmo quando propõe 1000 euros de retribuição mínima ou 20 horas de trabalho semanal, sabe que está no domínio da comédia e que a brincar, a brincar se podem dizer coisas muito sérias. Quando exige o fim da imunidade parlamentar continua a fazer tremer o status quo

 

Impressionei-me com o apoio de Joseph Stiglitz ao Grillo-italiano. O comediante eleito financiou a sua campanha e até tem um iate e um ferrari. O eleito diz que só critica e não governa e ponto final. E já há quem diga que pode ter colocado alguma gente nos eixos e mesmo que um novo Monti forme Governo.



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Terça-feira, 26.02.13

 

 

 

O Governo disse hoje à FNE (UGT) que não haverá despedimentos (mobilidade só para voluntários) nem mais horas de trabalho para os professores e que vai rever o regime jurídico da formação contínua de professores e desburocratizar o trabalho nas escolas, libertando os docentes para a componente lectiva.

 

Tanta "generosidade" até dá para nos beliscarmos. Estão assustados com qualquer coisa ou saciaram-se com os cortes verificados e convenceram-se que a coisa está consolidada.

 

Seja lá como for, o que queremos saber é se a tradicional FNE adere ao "que se lixe a troika" ou se está apenas na função de terceiro secretário de Estado?



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Quinta-feira, 22.11.12

 

 

 

O Parlamento Europeu aprovou hoje, por larga maioria, a proposta que vai obrigar a que o presidente da Comissão seja eleito por todos os cidadãos, através da apresentação de listas, já em 2014.

 

Belisquei-me. A União Europeia vai abdicar da nomeação ou do voto colegial para a escolha do presidente da Comissão?

 

Bem, aquelas pessoas ensandeceram, radicalizaram ou estão a inspirar-se numa espécie de resistentes portugueses que mais pareciam os famosos habitantes da invencível Gália.

 

De uma coisa podem estar seguros: vão ter a resistência dos descomplexados competitivos portugueses e é bom que tenham decidido em Estrasburgo sem qualquer inspiração num dos bairros mais chiques da vida parisiense ou com consulta à CEO da FLAD. Não adianta fazerem perguntas ao actual MEC porque essa macro estrutura eliminou do pensamento assuntos mais dados ao radicalismo.

 

 

Sucessor de Barroso será eleito por todos



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Domingo, 18.11.12

 

 

 

 

 

 

É o post 6000 (foram acompanhados por 17829 comentários). Tinha o hábito de dar conta dos totais de audiências (visitas e páginas vistas), mas já não sou capaz de o fazer com rigor. Por um lado porque não me preocupei com isso de início, mas também porque fui depurando os contadores até ficar com o que mais me interessava para evitar a supressão do tempo. Já são muito anos a olhar para écrans de computadores.

 

Passo pelo Apollofind, pelo menos um vez por semana, e fico a saber o essencial. Ontem fiz esse exercício para copiar uma tabela das visitas para este post. Percebi que 2219 pessoas chegaram por sua iniciativa (self referring/bookmarker), outras 1120 conduzidas pelo google e que as restantes foram aconselhadas por blogues e sites que lincam o Correntes.

 

E foi aqui que voltei a dar conta da crise que atravessamos.

 

Já confessei que me tento divertir com o Sporting e com os Lakers e que pior do que se tem passado com estes clubes só mesmo a condição de cidadão português. Mas essas confissões não deviam permitir que o Correntes recebesse centenas de visitas no mesmo dia provenientes da Coluna das Águias Gloriosas (se olharem para a tabela e somarem ficam com uma ideia, porque a coisa ainda se prolonga mais para baixo). A ligação fez-se por causa de um vídeo sobre corrupção e a propósito das práticas bélicas entre os dois clubes mais adversários do Sporting e atenuou a humorada perplexidade.

 

Enfim.

 

Obrigado a todos os que passam por aqui.

 

 

 

 



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25 de Abril de 2004
Autor:
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