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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

eu, pessoalmente, penso

13.11.12, Paulo Prudêncio
        Só ao fim da noite vi o discurso de arrepiante servilismo de Passos Coelho em relação a Merkel. Senti vergonha (nem sei se devia sentir, mas enfim) e o "eu, pessoalmente, penso" foi o menos mau por incrível que possa parecer. Perdoa-se: foi tanta a subserviência que o advérbio veio do inconsciente e como certificação de que quem "pensa, pessoalmente, existe".

sondo logo existo

20.09.12, Paulo Prudêncio
              O cinismo associado ao tacticismo tortuoso é o ADN do chefe do CDS. Este partido tem tido o país na mão. Se o facto seria grave (um táxi, mesmo que limousine, quando começa a distribuir cargos no aparelho de Estado é de deitar as mãos à cabeça) em período normal, imagine-se num momento de emergência. A coisa agrava-se porque os parceiros do arco de (...)

educar para a poupança

13.06.12, Paulo Prudêncio
    Este post é um contributo da Ana Sousa.   "Só por graça (ou desgraça), venho partilhar consigo algo curioso que um colega me enviou hoje mesmo, para nos darmos conta da enorme crise de valores que está a impregnar-se na nossa sociedade, subsidiária da crise económica e financeira que tem servido de álibi para toda e qualquer  insanidade institucional (e não só!). Então é assim: este ano, no 3º ano do Primeiro Ciclo do Ensino Básico, há que adoptar novos manuais (...)

no 7º em classificações e no 9º em atitudes?

22.05.12, Paulo Prudêncio
    O bloco de esquerda apresentou uma proposta no sentido de se separarem as classificações dos alunos, por conhecimentos, do desempenho em atitudes e comportamentos. Sinceramente: o estado de sítio no sistema escolar atingiu um grau tão baixo ("(...)Num país como Portugal que, mesmo depois de quase quarenta anos de democracia, apresenta taxas elevadíssimas de insucesso e abandono (...)

não temos solução

28.03.12, Paulo Prudêncio
    Só 25% dos portugueses entre os 25 e os 60 anos completaram o 9º ano de escolaridade e a taxa de insucesso e abandono escolares na escolaridade obrigatória anda pelos 30%. Depois de décadas de reformas compulsivas no sistema escolar, os portugueses andam numa roda viva a discutir se a panaceia é um exame para os petizes do 4º ano de escolaridade. Os defensores da solução refugiam-se nos 30% da nota. Mas qual nota, senhores? A classificação é qualitativa e 30% de não-satisfaz mais 70% de

inversões

05.03.12, Paulo Prudêncio
      "Quem decide nas finanças tem o poder efectivo das organizações", era deste modo que se hierarquizava o poder real nas organizações no tempo anterior à sociedade da informação e do conhecimento.   Com o advento do tratamento da informação, os seus "especialistas", que muitas vezes eram os únicos que tinham dado os primeiros passos nas tecnologias da informação e da comunicação, passaram a ter um domínio tão poderoso como o financeiro. O poder real passou a (...)