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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

ainda a Operação Marquês (pôr-do-sol)

15.10.17
      Afinal, o regime será réu. O MP, contrariando cépticos, tem uma acusação com crimes de corrupção. Para além disso, e como demonstrou Richard Thaler (Nobel2017economia), há uma elevada irracionalidade nos processos decisórios do mercado. Daí às teias de corrupção, ou às políticas económicas desastrosas para os 99%, é um passo. Vi as duas jornadas mediáticas da RTP1: a acusação do MP e a entrevista a José Sócrates (JS).  Na primeira, um especialista fiscal e (...)

Da operação Marquês

12.10.17
        A operação Marquês está longe de um epílogo. Continuaremos no tempo da justiça. Todavia, e considerando a dimensão dos incluídos no processo - os DDT's (um chefe de um Governo com maioria absoluta que exerceu o cargo durante sete anos, o chefe do principal banco privado, os chefes da empresa de telecomunicações emblemática (a Nokia portuguesa) e com prestígio internacional, os chefes de uma forte construtora de obras públicas do regime e um ministro que (...)

da análise do caso CGD

22.06.16
      O surrealismo, como corrente artística de vanguarda que influenciaria o modernismo entre as duas grandes guerras do século XX, estará patente no neoliberalismo que afundou o país e a maioria das instituições.   Ansiamos por uma saída. Olhar para essa corrente ajudaria, até para os que atingiram um pico de adrenalina como foi o caso do ex-primeiro-ministro que anteontem confessou sobre o inquérito à CGD: "infantil manobra tática preventiva" (...)

do caso CGD

12.06.16
      Depois da falência generalizada, suportada pelos contribuintes, da banca privada (20 mil milhões em 8 anos), a "impossibilidade" de mais encenação incluiu a Caixa Geral de Depósitos (mais de 4 mil milhões só este ano). Mesmo sem pessimismos, é a confirmação da falência do sistema (espera-se que o regime sobreviva). Chega a ser caricato ouvir os comentaristas mais mediáticos; de uma ponta à outra do espectro ideológico. Parecem aflitos. E como é que chegámos aqui? (...)