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Correntes

em busca do pensamento livre

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Retroactivos na TSF

02.06.19
  Ouvi, há pouco na TSF, um debate entre deputados. Um voz feminina, representando o Governo, foi taxativa na acusação de populismo mal sucedido na derrota eleitoral do PSD. E qual foi a causa? Professores. Na sua opinião, foi inadmissível que o PSD assinasse na especialidade o pagamento "de todos os retroactivos dos professores". O que é inadmissível, é uma deputada da nação desinformar.

do medo de ter medo

21.12.14
        Em 3 de Junho de 2011 escrevi um texto, que se chamou "O medo como herança", que tem motivos para se repetir nos tempos que se aproximam. Por vezes, e em eleições e por muito construtivo que se queira ser, o mais importante é que seja derrotado quem governa. Para além da burocracia que paralisa, acrescentou-se uma "irreparável" destruição criadora como corporização de um (...)

o povo está boquiaberto

02.05.14
        E eis que o Governo, e a sua maioria, metem na gaveta o discurso empreendedor e descomplexado competitivo e anunciam a reparação do injusto sofrimento que causaram aos funcionários públicos. O povo está boquiaberto com a epifania em jeito da enésima guinada semanal. Mas já se sabe: estamos em campanha e, depois dos votozinhos

A arte de mentir nas redes sociais

17.11.13
        A sociedade portuguesa confronta-se com um fenómeno: as denominadas "campanhas negras" contra pessoas promovidas pelos grandes partidos - mais o PSD na crónica de VPV - que usam os tais voluntários jotinhas (alguns bem entradotes) a quem é prometido, e concretizado, um emprego no Estado ou nas instituições que a este se encostam. É só ver a lista das entidades que ficam imunes aos cortes a eito ou que vêem o financiamento reforçado, como os gabinetes ministeriais.  

centralismo e eleições locais

17.09.13
          Há anos a fio que se ouve a retórica: as eleições autárquicas são locais, os partidos políticos passam para plano secundário e o que conta são as pessoas. Testemunhei o argumentário ao longo dos anos e sempre desconfiei desses atributos sedutores. É natural a componente local dos partidos, mas a clareza de propósitos é essencial para respeitar a inteligência dos eleitores.   Se escutarmos os chefes dos "partidos parlamentares" e a comunicação mainstream